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A história da sopeira
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Inverno, Memória e Pertencimento:
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🍫🐰 A Tradição dos Chocolates na Páscoa
A Páscoa é uma celebração repleta de significados - religiosos, familiares e simbólicos - e um dos costumes mais doces (literalmente) é a tradição de presentear com ovos e chocolates. Mas… de onde vem essa tradição?
📜 Origem da tradição dos ovos de Páscoa
Muito antes do chocolate, os ovos já eram símbolo de vida nova, fertilidade e renascimento em várias culturas antigas. Com o tempo, a Igreja Cristã adotou o ovo como representação da ressurreição de Cristo, já que dele nasce uma nova vida.
Na Idade Média, era comum pintar ovos cozidos e presentear durante a Páscoa, especialmente após o período de jejum da Quaresma.
🍫 Do ovo real ao ovo de chocolate
Foi só no século XIX, na Europa, que surgiu a ideia de fazer ovos de chocolate, graças aos avanços na produção de chocolate moldável. Os franceses e os alemães foram pioneiros, e logo a tradição se espalhou.
No Brasil, a indústria do chocolate abraçou com entusiasmo essa tradição. A Páscoa se tornou uma das datas mais importantes para o comércio, com ovos de todos os tipos, tamanhos e recheios — um verdadeiro festival de criatividade doce!
🐰 E o coelho?
O coelho da Páscoa também vem de tradições pagãs como símbolo de fertilidade e renovação. Como ele é um animal que se reproduz rapidamente, tornou-se um ícone da vida nova, muito associado à chegada da primavera no hemisfério norte.
No Brasil, a imagem do coelhinho foi adotada com carinho — e hoje ele é o "mensageiro" oficial dos ovos de chocolate.
❤️ Mais que chocolate: um momento de afeto
Presentear com ovos de chocolate na Páscoa é mais que tradição — é um gesto de carinho, um modo de celebrar a vida, a renovação e o amor entre pessoas queridas.
É o sabor da infância, da partilha e da memória afetiva.
Coelhinho da Páscoa...
"Por que o coelho traz os ovos na Páscoa, se coelho nem põe ovo?"
Essa tradição mistura elementos pagãos e cristãos, que ao longo do tempo foram se unindo até formar o imaginário que temos hoje da Páscoa com ovos de chocolate trazidos por um coelhinho fofo.🐇 O coelho como símbolo da fertilidade e vida novaO coelho é conhecido por sua capacidade de reprodução rápida, e por isso, em antigas culturas germânicas e pagãs, ele era símbolo de fertilidade, renovação e abundância.Essas festas aconteciam na primavera (no hemisfério norte), marcando o renascimento da vida após o inverno — muito parecido com o que a Páscoa celebra em termos de espiritualidade: renascimento e esperança.🥚 Os ovos na simbologia da PáscoaO ovo sempre representou vida nova em várias culturas.No cristianismo, passou a simbolizar a ressurreição de Cristo, já que do ovo nasce uma nova vida, como a pedra do túmulo que se abre.Antigamente, os ovos eram cozidos e pintados à mão, sendo oferecidos como presente na Páscoa.🐰+🥚 Como essas ideias se juntaram?Acredita-se que a união do coelho com os ovos tenha surgido na Alemanha, entre os séculos XVII e XVIII.Os imigrantes alemães levaram essa tradição para os Estados Unidos e América Latina, onde ela se popularizou e, com o tempo, os ovos de chocolate surgiram como forma comercial e deliciosa de celebrar!Hoje em dia o coelho da Páscoa virou o símbolo querido das crianças, trazendo ovos de chocolate escondidos pelos jardins ou deixados em ninhos improvisados.É um personagem mágico que representa a vida, a alegria e a renovação, unindo tradição, fé e afeto.
Texto / Imagens Google
15.3.25
Pintura da Igreja
Reza a lenda que há alguns anos, o pároco da cidade pediu aos fiéis que escolhessem
29.7.21
Minha "Marca de Copas"
"Marca de copas no couro, queimada prá toda a vidarazão de tempo e lida, com os motivos de encantoquem tem a marca escrita, na memória deste pagoé tempo enraizado, história e herança no entanto"
- Versos: Ricardo Félix Haas
22.8.20
Chimarrão compartilhado?
7.7.18
Escrito em 07/07/2009, para o "Blog Amigos de Pelotas"
Crônica: Amo esta cidade

Postado por Rubens Filho
Marcadores: Crônicas
17.8.15
Que feio, Ana!
Outro dia postei esta foto, do panda, no Facebook e rendeu boas risadas!
Pois é. Nunca tiro o rímel para dormir. # Pronto. Falei.
O que não significa que não tome banho! Imagino que não entenderam desta forma! Humpf!
Tomo, sem molhar o cabelo nem borrar a maquiagem! Praticamente uma Sophia Loren!
Demaquilante?
Claro que uso! Pela manhã, quando acordo, com a tal "cara de panda", néammm?
Gosto desses dois:
Por isso, provavelmente, não seja muito cuidadosa com esses rituais de limpar a pele, hidratar, etc.
Mas adoro estar produzida, maquiada...
Se não morresse de preguiça, andava (e dormia!) sempre assim:
Ai, ai...
28.4.15
Os flamboyants, por Rubem Alves
28.7.11
A Estância da Guitarra

Foi desse modo que Pedro Martín Ureta exteriorizou seu amor pela sua Graciela, falecida há 34 anos. O fazendeiro, hoje com 70 anos, usou 7.000 mudas para compor o bosque em homenagem a ela."
10.9.10
Recado de marinheiro para sereia
"Acontecia-me ficar assustado com o jeito como decifravas e mostravas a rota para minhas palavras e meus gestos. Com facilidade tiravas coisas lindas minhas, aos borbotões. Precisavas apenas de calma, e de segurança, para os teus mimos. Que eu pegasse tuas mãos com firmeza e te mandasse sossegar o facho, te fizesse parar de rebolar as tranças.
Eu deveria ter te aninhado no colo, te dado umas palmadas e calado tua boca com beijos e enfiado apenas poesia em teus ouvidos – te escutado mais, te observado com mais cuidado. E me preocupado menos com os meus desejos e aflições.
Fiquei ansioso e confuso, desconfiado com a beleza tamanha da nossa façanha de amor. Pisei na bola, chutei pra fora! Você também, também correu assustada entre as marés.
Teu olhar se afastou de mim, afastei teu olhar do meu, e desde então me sinto um barco perdido. Felizmente, carrego o tesouro das coisas que ganhei das tuas mãos.
A pele guardava sob o desejo as especiarias da emoção de duas pessoas fortes, e também frágeis. E lindas. Essas me fazem continuar navegando na direção do sol. Conheci e tive ao meu lado quem eu precisava, queria e merecia. Isso me faz bem alegre.
Já fiz na vida um tanto de coisas, umas boas, outras nem tanto. Mas deixar a mulher da minha vida voar para longe foi uma das maiores bobagens que cometi. O barco segue na direção do horizonte. Velas içadas, a bandeira no mastro, desfraldada.
Mas a paisagem já não é a mesma. E os golfinhos já não me acompanham. Sequer as gaivotas."
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(Imagem do Google.)















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