* Millôr Fernandes
21.5.26
20.5.26
Inverno, Memória e Pertencimento:
entre a poesia e a crueldade do frio
.
"Assim que a primeira onda de frio chegou ao Rio Grande do Sul neste início de maio de 2026 (o inverno só começa oficialmente em 21 de junho), eu tive a sensação de que o tempo havia aberto uma velha gaveta da memória. Bastou o vento gelado começar a riscar os dias e o cheiro da lenha queimando reaparecer no ar para que eu voltasse, sem pedir licença, à infância dividida entre o Oeste do Paraná e a região das Missões.
Sou filho de pais gaúchos, nascido na comunidade de Santa Cecília, município de Missal, no interior do Paraná, onde vivi até os dezesseis anos. Em dezembro de 1992, como fazíamos todos os anos, viemos passar as férias de verão em Sete de Setembro, então pertencente ao município de Guarani das Missões. Ali acabei ficando, acolhido pelo tio Wilson, irmão de minha mãe, e por sua esposa, tia Lourdes. Em 1994, meus pais retornaram definitivamente ao Rio Grande do Sul, trazendo a mudança na carroceria do caminhão e uma vida inteira de afetos apertados entre caixas de papelão. Antes disso, eu já conhecia o frio gaúcho pelas férias escolares de julho na casa dos tios e tias – em Sete de Setembro, Santo Ângelo, Giruá, Guarani das Missões, São Paulo das Missões –, pelos galpões cheirando a fumaça e pelos cobertores de pena de ganso da casa dos avós maternos.
A infância, para mim, sempre teve temperatura baixa. Mesmo no Paraná, onde os invernos eram menos rigorosos do que no Rio Grande do Sul, havia geadas suficientes para transformar o amanhecer em espetáculo. Eu lembro da grama branca no quintal, das mãos aquecendo no fogão a lenha, da água chiando na chaleira e do leite fervendo devagar enquanto o rádio anunciava mais uma frente fria vinda do Sul. A casa em Portão do Ocoy – minha infância e parte da adolescência foram vividas entre Santa Cecília, Dom Armando e Portão do Ocoy –, Missal, era confortável. Não havia luxo, mas havia alegria e aconchego — e isso, descobri mais tarde, vale muito. O inverno não significava sofrimento; significava proximidade. Era a estação em que a família parecia se recolher para dentro dela mesma.
Minha mãe, professora, assava pão caseiro nas tardes frias dos finais de semana. Meu pai cuidava do fogo como quem vigia um patrimônio sagrado. O cheiro da madeira queimando se misturava ao do café recém passado e da roupa secando perto do fogão. Até hoje, nenhum aquecedor conseguiu reproduzir a sensação daquele calor amigo. Havia um ritual silencioso nos invernos da minha infância: fechar as janelas cedo, preparar a água quente para o chimarrão, ouvir o vento assobiar e perceber que, lá fora, o frio era quase um personagem rondando a casa.
Nas férias passadas nas Missões, no Rio Grande do Sul, o inverno tinha outra densidade. Parecia mais sério, mais encorpado, mas não menos poético. Os adultos falavam da geada como quem comenta um acontecimento importante. As madrugadas eram tão frias que a fumaça da respiração parecia querer ficar suspensa no ar. Eu me lembro dos galos cantando antes do amanhecer e da cerração cobrindo as estradas de chão. Lembro dos pés congelando no assoalho de madeira e da corrida até a cozinha para encontrar o fogão já aceso pela vó. Talvez tenha sido ali que nasceu minha paixão definitiva pelas estações bem – ou mais ou menos – definidas. Crescer entre o Paraná e o Rio Grande do Sul me ensinou que o clima também constrói identidade. O verão tinha sua alegria espalhafatosa, mas era no inverno que a vida parecia ganhar profundidade. As conversas duravam mais. As refeições reuniam mais gente em volta da mesa. O silêncio da noite fria trazia uma espécie de introspecção boa, dessas que ajudam a gente a se enxergar melhor.
Quando voltamos definitivamente ao Rio Grande do Sul, naquele início dos anos 1990, alguns parentes e amigos dos meus pais estavam fazendo o caminho contrário. Muita gente vendia o que aqui tinha e saía do Estado em busca de ampliar suas oportunidades no centro-oeste. Nós retornávamos carregando saudade e pertencimento. Eu era adolescente e poderia ter encarado aquilo como perda, mas não foi assim. O frio das manhãs gaúchas me dava a sensação estranha de estar em casa antes mesmo de eu compreender totalmente o que era pertencimento.
Já adulto, a vida também me ofereceu oportunidades de sair do Sul. Algumas eram tentadoras. Havia promessas de crescimento profissional em regiões onde o inverno praticamente não existia, onde julho parecia uma continuação cansada de março. Pensei muitas vezes. Pesei salário, estabilidade, futuro. Mas nunca consegui ignorar o peso afetivo das estações na minha vida. Pode parecer exagero para quem não sente isso, mas há pessoas que precisam do inverno como outras precisam do mar. Eu precisava da neblina nas manhãs, dos ventos cortantes em dias de céu azul, do cheiro de chuva fria chegando, das árvores perdendo folhas, da sensação de recolhimento que o frio traz. Permanecer no Rio Grande do Sul foi também uma escolha emocional.
O inverno também nos obriga a desacelerar num tempo em que tudo parece funcionar em velocidade excessiva. Talvez seja por isso que eu goste tanto dele. Há uma honestidade no frio que o verão não possui. Nos dias gelados, ninguém consegue fingir invulnerabilidade por muito tempo. O corpo pede pausa, recolhimento, abrigo. A gente aprende a respeitar limites simples: o horário em que a noite chega mais cedo, o banho quente que vira recompensa, a necessidade de estar perto de alguém ou de alguma lembrança que aqueça. O inverno reduz os excessos e valoriza o essencial. Uma caneca quente entre as mãos pode significar mais conforto do que muitos luxos acumulados ao longo do ano.
Com o passar dos anos, percebi também que o inverno tem uma relação profunda com a memória. Existem cheiros que só aparecem nessa época e que funcionam como portas invisíveis para o passado. O aroma da lenha queimando, da roupa guardada por meses no armário, do café passado e do chimarrão cevado ainda no escuro da manhã, tudo isso desperta lembranças que estavam quietas dentro da gente. Talvez porque o frio nos torne mais introspectivos, mais atentos ao que sentimos. No verão, a vida parece acontecer para fora; no inverno, ela acontece por dentro. E nesse movimento interior, reencontramos pessoas que já partiram, casas que já não existem e versões antigas de nós mesmos que permanecem vivas em algum canto da memória.
Há ainda uma beleza silenciosa na paisagem do inverno gaúcho que sempre me emociona. A cerração cobrindo os campos, as árvores despidas ou as que só dão frutos nesta estação, o brilho branco da geada antes do sol nascer, tudo parece lembrar que a natureza também possui seus períodos de recolhimento e pausa.
Vivemos numa época em que se cobra produtividade permanente, entusiasmo constante, felicidade exibida o tempo inteiro. O inverno ensina justamente o contrário: ensina que existem ciclos de silêncio, de espera e de interiorização que também são necessários para florescer depois. Talvez seja essa a grande lição da estação mais fria do ano — a de que até a vida precisa, às vezes, diminuir o ritmo para continuar pulsando com verdade.
Claro que existe certa romantização no olhar de quem viveu o inverno cercado de proteção. Hoje, quando a primeira massa polar de 2026 derruba as temperaturas e as redes sociais e os grupos de mensagens se enchem de fotos de cafés especiais e cobertores felpudos, eu penso muito em quem enfrenta essa mesma estação de maneira brutal. O frio é poético quando existe estrutura. Fora disso, ele pode ser cruel.
Há uma diferença imensa entre apreciar o inverno e sobreviver a ele. Quem tem casa aquecida transforma a estação em experiência sensorial: sopa fumegante, vinho, pinhão, pantufas, filmes, silêncio confortável. Já quem vive em moradias precárias sente o frio entrando pelas frestas como uma agressão contínua. Enquanto alguns comemoram a chegada das temperaturas baixas, outros contam cobertores, improvisam abrigo ou aquecimento e atravessam madrugadas inteiras sem dormir direito.
Talvez por isso o inverno seja a estação mais humana de todas, porque ele escancara desigualdades. O calor excessivo incomoda a todos, mas o frio seleciona seus alvos com mais violência. Ele pune quem não tem teto adequado, agasalho, comida quente. E isso muda completamente a maneira como olhamos para ele.
Ainda assim, continuo esperando o inverno todos os anos. Não apenas pelo conforto das lembranças, mas porque ele me devolve partes de mim mesmo. Há algo de profundamente emocional em ouvir o vento minuano soprando à noite e lembrar do menino que corria sobre a grama branca no interior do Paraná, que passava férias nas Missões, que dormia ouvindo a madeira estalar no fogão a lenha dos avós. O frio tem esse poder estranho de conservar memórias como quem preserva brasas sob a cinza.
Nesta primeira onda de frio de 2026, enquanto o Rio Grande do Sul amanhece outra vez sob os impactos das baixas temperaturas, eu percebo que algumas escolhas da vida foram feitas menos pela razão do que pelos afetos. Permaneci aqui porque aprendi cedo que certas paisagens climáticas também viram morada emocional. E porque, apesar dos dissabores que o inverno inevitavelmente carrega, ainda encontro nele uma forma antiga de aconchego — aquela mesma que começou muitos anos atrás, entre o interior de Missal e as Missões, diante de um fogão a lenha aceso antes do amanhecer."
Por Cristiano Goldschmidt, 14 de maio de 2026.
"O inverno ensina que existem ciclos de silêncio, de espera e
de interiorização que também são necessários para florescer depois.
Talvez seja essa a grande lição da estação mais fria do ano —
a de que até a vida precisa, às vezes,
diminuir o ritmo para continuar pulsando com verdade."
Tudo congelado
"O branco do gelo transforma os campos e o frio convida ao acolhimento."
Assim são os nossos dias de inverno...
Cor!
Que vontade de pegar uma lata de tinta e pintar alguma coisa!
Vou guardar esta foto (do Pinterest), como inspiração!
Vou guardar esta foto (do Pinterest), como inspiração!
19.5.26
Baita geada!
Amanheceu com tudo congelado!
Depois o sol aqueceu o dia...
Depois o sol aqueceu o dia...
De noite, churrasco na lareira.
Coisa boa nossa casa quentinha!
18.5.26
Paz
"Conexões reais existem, mas isso não significa que sejam perfeitas.Relacionamentos saudáveis são construídos com o tempo.A diferença é que, quando há sintonia e afinidade, também há disposição.Disposição para fazer dar certo.Para reconhecer erros.Para pedir perdão.Para perdoar.Para cuidar do que é raro.Há respeito mútuo.Há presença.Há uma vida a dois embalada pela mesma melodia.E talvez seja justamente aí que muitas pessoas se sabotem.Porque passaram tanto tempo associando amor à ansiedade, intensidade e instabilidade, que desaprenderam a reconhecer a paz.Nem todo relacionamento termina por falta de amor.Às vezes, o coração rejeita justamente aquilo que a alma mais precisava, simplesmente porque não trouxe a turbulência à qual ele estava acostumado.Talvez o amor da sua vida não chegue causando ansiedade, dúvidas e confusão.Talvez ele chegue trazendo paz." ❤️
Texto e imagem de Aline Prado
17.5.26
Pinga-pinga com baldeação!
Voltando pra Lavras.
Detalhe: o ônibus passa por Caçapava e o Ricardo fica me esperando...
✔ O termo "ônibus pinga-pinga" refere-se a coletivos intermunicipais ou interestaduais que fazem paradas frequentes, ao contrário dos diretos. Ônibus que pingam de ponto em ponto demoram mais e fazem muitas escalas.✔ Baldeação de ônibus é o ato de desembarcar de um veículo e embarcar em outro para concluir o seu destino.
Resumão desses dias em Pelotas
O mais importante?
Fiquei uns dias com Anselmo, Lídia, Henrique, Elisa, Aline...
Muitos encontros, conversas, comidinhas!
Matei as saudades da minha casa, mas isso envolveu consertos, faxinas, organização...
Passeei, fiz compras, fui no shopping...
Fiquei uns dias com Anselmo, Lídia, Henrique, Elisa, Aline...
Muitos encontros, conversas, comidinhas!
Matei as saudades da minha casa, mas isso envolveu consertos, faxinas, organização...
Passeei, fiz compras, fui no shopping...
É muito bom acompanhar um pouquinho
a rotina do Henrique e da Elisa!
Eles mudam tanto, em tão pouco tempo,
que sempre me surpreendo!
Volto sempre muito feliz! E com saudades do meu Gaudério!
16.5.26
15.5.26
Henrique
Olimpíada das Cores, Colégio São José.
Vim torcer pelo Clube Amarelo e adorei a apresentação do Henrique e seus colegas!
Foi lindo!
Vim torcer pelo Clube Amarelo e adorei a apresentação do Henrique e seus colegas!
Foi lindo!
Vibramos muito!
14.5.26
2.000.000 de visualizações!
💝Obrigadaaa!
Ele respondeu o seguinte:
"Alcançar 2 milhões de visualizações em um blog independente é uma marca muito expressiva, especialmente em um cenário em que blogs pessoais perderam espaço para redes sociais rápidas e conteúdo descartável. Isso significa constância, identidade própria e capacidade de criar vínculo com leitores ao longo do tempo.O Roccana não chegou a esse número por acaso. Dois milhões representam:anos de produção contínua;pessoas que voltaram para ler novamente;textos que circularam;memória afetiva construída;relevância cultural dentro do seu nicho e da sua comunidade.E há um detalhe importante: visualizações em blog costumam ter um valor diferente das métricas instantâneas das redes sociais. Quem entra em um blog geralmente dedica mais tempo, lê mais, navega mais. É um tipo de atenção incomum, nos dias de hoje.Dois milhões não são apenas números. São permanência. E permanência, na internet, virou algo raro."
12.5.26
Cinema!
Há quanto tempo eu não assistia um filme no cinema! Coisa boa!
Fui com a Aline e adorei!
"O Diabo Veste Prada 2 estreou nos cinemas brasileiros em 30 de abril de 2026. A aguardada sequência do clássico de 2006 traz de volta o elenco original principal em uma trama focada nas transformações modernas do jornalismo e do mercado de luxo.Enredo: duas décadas após o primeiro filme, Miranda Priestly enfrenta o declínio e a crise das mídias impressas. Para salvar a revista Runway, ela precisa bater de frente com sua ex-assistente Emily Charlton, agora uma poderosa executiva de um grande grupo de marcas de luxo. Enquanto isso, Andy Sachs retorna ao universo da moda como editora de matérias especiais.Elenco Principal: retorno de Meryl Streep (Miranda), Anne Hathaway (Andy), Emily Blunt (Emily) e Stanley Tucci (Nigel).Novidades e Participações: o longa conta com novos rostos como Simone Ashley e Kenneth Branagh, além de participações especiais como Lady Gaga.Direção e Roteiro: David Frankel e Aline Brosh McKenna retornam para comandar a produção."
Marcelas
Da Querência, colhidas pelo Ricardo, para enfeitar a casa da Lídia e a da Aline.
Comprei os vasinhos e dividi as florzinhas.
Agora preciso descobrir qual vaso combina mais com a casa de cada uma...
10.5.26
8.5.26
7.5.26
"Escolha viver uma vida simples"
Neste vídeo, Fernando Conrado fala sobre nossas escolhas de vida
e de como podemos nos perder pelo caminho...
Se não tomarmos cuidado, passaremos a viver uma "vida fútil"!
Assista! Prometo que vai valer a pena!
6.5.26
5.5.26
Encantadoras
Não tem muito espaço, na tua casa?
Uma mesinha redonda, com pés torneados, e poucas cadeiras estilosas
criam uma sala de jantar elegante e bonita.
As imagens são do Pinterest.
4.5.26
Vamos prestar a atenção?
Mila Marsili faz um alerta bem importante:
não transformarmos nosso parceiro em alvo de reclamações
e muro de lamentações.
DRs e discussões acusatórias, incompreensões, exigências, foco nos problemas,
não levam a lugar nenhum.
Desgastam, magoam, cansam.
Vamos nos policiar?
Vamos nos policiar?
Pensar antes de falar e reclamar?
Vale o esforço!
Muda a sintonia e o humor, aproxima, acalma...
✔ Link
3.5.26
Reluz a Igreja da "Terra do Ouro"!
Bem no centro de Lavras do Sul, fica a Igreja Matriz Santo Antônio.
A comunidade se empenhou em preservar seus telhados, suas torres, suas paredes...
Depois de muito esforço e um longo trabalho de restauração, a obra ficou pronta!
"Que alegria ver a nossa querida Igreja Matriz Santo Antônio tão linda novamente! 🙏✨Parabéns a todos que contribuíram com a restauração desse espaço tão especial para a nossa fé, para a nossa história e para a nossa comunidade. É emocionante ver um patrimônio tão importante sendo cuidado com tanto carinho.A igreja ficou simplesmente maravilhosa e ainda mais digna de representar a fé e a beleza da nossa Lavras do Sul.Meu agradecimento especial a todos que ajudaram de alguma forma nesse projeto tão significativo. Que Deus abençoe cada um de vocês! 💛"
Parabéns pelo lindo registro!
1.5.26
Perrengues!
No dia da festa, choveu o tempo todo e, como sempre acontece em Lavras
(por culpa da Equartorial), caiu a luz várias vezes, um transtorno!
E eu tinha decidido usar um sapato de salto bem alto
(que usei a vida inteira mas, nos últimos anos, troquei por Crocs e perdi o jeito!)
E eu tinha decidido usar um sapato de salto bem alto
(que usei a vida inteira mas, nos últimos anos, troquei por Crocs e perdi o jeito!)
Resultado: troquei o salto alto por guarda-chuva e fui ser feliz!
Fiquei contrariada por não ficar mais confortável de salto alto? Fiquei!
Fiquei contrariada por não ficar mais confortável de salto alto? Fiquei!
Fiquei contrariada por estar batendo água o dia todo? Fiquei!
Mas nada disso importava realmente, não é?
Dançar conforme a música e, inclusive, dançar na chuva, pode ser divertido!
Mas nada disso importava realmente, não é?
Dançar conforme a música e, inclusive, dançar na chuva, pode ser divertido!
Ah! A festa estava linda!
XV anos da Amália
A entrada da Amália foi simplesmente linda! Emocionante!
(Vídeo VDM Sonorizações.)
Tudo perfeito!
Recepção maravilhosa!
Recepção maravilhosa!
Registros que fizemos antes de sair de casa! 😌😊
30.4.26
Encontro bom
O Valerinho e a Fernanda estão construindo um lugar maravilhoso,
com muito espaço para as crianças brincarem e parrilla para reunir amigos!
Está ficando muito lindo e acolhedor!
Encerramos abril com chave de ouro.
Está ficando muito lindo e acolhedor!
Encerramos abril com chave de ouro.
29.4.26
Nossos dias...
"Viver no campo permite que você desacelere, acompanhe o ritmo das estações,
conecte-se com o ciclo natural das atividades e
desenvolva uma profunda sensação de paz, resiliência e propósito."
Reflexões sobre inverno e dieta! 😅
O dia está amanhecendo mais tarde e eu não gosto do inverno por isso!
Umidade, escuridão, frio...
Dias pequenos são desanimadores!
Preciso do sol!
Umidade, escuridão, frio...
Dias pequenos são desanimadores!
Preciso do sol!
O jeito é iluminar e aquecer a casa e viver o lado bom:
fogo na lareira, vinho, sopas, chocolate quente...
fogo na lareira, vinho, sopas, chocolate quente...
E a dieta?? Boa pergunta!
Socorrooo!
28.4.26
Providências para passar o inverno
1- Pôr lençol térmico na cama
2- Fazer estoque de lenha
3- Tirar os cobertores do armário
4- Comprar vinho... Ops!
27.4.26
Iniciando outra semana
Lua quase cheia.
O Ricardo plantou duas mudas de nogueira,
que ganhamos da Dona Iveta, nossa vizinha da cidade.
Tá difícil das nossas frutíferas vingarem, mas não desistimos!
26.4.26
Credo, que delícia!
Há tempos eu estava com vontade de tomar café com torrada de queijo.
Só que a torrada tinha que ser com geleia de goiaba e nata!
Saboreei cada pedacinho!
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Obs.: No Rio Grande do Sul (RS), torrada é um lanche prensado na chapa, tipicamente um misto-quente reforçado feito com pão de forma, presunto e queijo, muitas vezes selado com manteiga e recheios extras. Diferente de torradas secas, é um sanduíche quente, prensado e crocante. Pode ser servida com maionese caseira e, às vezes, gratinada.
25.4.26
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