28.5.26

Loirices e caraminholas


Perguntei para o Chat GPT como transformar um cabelo grisalho nesse tom de loiro.
Resposta a seguir:
"Esse tom da foto é um grisalho iluminado em loiro bege frio, muito elegante e sofisticado. Ele mistura: fios brancos naturais, mechas loiro claro, nuances acinzentadas/bege e bastante luminosidade. O resultado fica moderno, leve e natural — sem aquele grisalho amarelado ou “apagado”.
Como chegar nesse tom? Normalmente o processo envolve:

1. Luzes ou balayage
O cabeleireiro faz mechas finas, luzes bem distribuídas, em tons de loiro bege, champagne, perolado ou cinza suave.
Isso mistura os brancos naturais ao restante do cabelo.
 
2. Matização fria
Depois vem a tonalização para tirar o amarelo e deixar um efeito gelo, bege frio, prata suave.
Os tons usados costumam ser perolado, acinzentado, areia fria.

✨ 3. Deixar a raiz natural
O charme desse estilo está justamente em:
✔ não esconder totalmente os fios brancos;
✔ integrar o grisalho ao loiro.
Isso proporciona menos manutenção, aparência mais natural, e efeito chique e contemporâneo.

O que evitar:
Loiro muito dourado
Tons muito amarelos
Luzes marcadas demais
Preto ou castanho escuro contrastando com os fios brancos

Cuidados importantes:
shampoo roxo/matizador 1x por semana;
hidratação frequente;
proteção térmica;
evitar excesso de sol sem proteção.

O mais bonito desse tom:
Ele não tenta “esconder a idade”.
Ele transforma o grisalho em elegância.
Fica leve, luminoso e muito sofisticado, especialmente em mulheres que assumem os fios brancos com naturalidade e personalidade."
Imagens do Pinterest.

27.5.26

Noite especial


Pizza da Telúrica! 

Lembranças


Das "Lembranças do Facebook"...
Trouxe, também, o comentário da minha prima, Leonor Rodrigues (Neneca):
"Saudades, nosso gentleman gaudério: 
fleuma britânica, papo de conversa muy pampeana!"
Um jeito especial de ver o Donairão!

26.5.26

A história da sopeira


Há muitos anos ganhei essa sopeira (que eu adoro) de um primo querido que 
mora em Santana do Livramento. Conto a história do presente nesse link:
Esse primo, médico oftalmologista conceituado, na cidade onde mora,
sofreu um AVC há 15 anos, e as sequelas o impediram de continuar
trabalhando e deixaram muitas limitações, bastante difíceis para ele
e sua família, e para todos nós, que ficamos muito tristes com o sofrimento dele...
Estou falando sobre isso porque durante todos esses anos deixei a minha
sopeira apenas como enfeite, que trouxe comigo, quando vim morar na Querência.
Hoje fizemos uma sopa de lentilhas e decidi que serviria nela,
porque não quero ter coisas guardadas e sem uso, dentro de casa,
especialmente esse presente lindo, que ganhei do Júlio.
Amoroso, presente, alegre, agregador, enquanto esteve saudável.
Forte, resiliente, enfrentando a vida com coragem nesses anos todos.
Ele sempre está nas minhas preces e
nos meus melhores afetos e lembranças de uma vida inteira.
Mandei as fotos do nosso jantar para ele. A filha, Rafaela, mostrou 
e falou pra ele do meu carinho e das minhas saudades.
A vida traz tristezas difíceis de entender e de lidar.
Que o  Júlio saiba o quanto é importante e querido por todos nós, sempre!

Tarde de sol




"O curso vitorioso da vida"


Texto Fernanda Mello - Link / Imagem Pinterest

25.5.26


"Se estiver fora de suas mãos, deixe fora de sua cabeça."

Galinha ou saracura-do-mato

Sempre ouço a gritaria que fazem, na cachoeirinha, e gosto da movimentação na volta da casa. Aparecem para pedir comida e ficam observando tudo, mas veem qualquer coisa diferente e fogem correndo!

"A saracura-do-mato é uma ave considerada muito arisca e desconfiada. Ela evita o contato visual direto e corre rapidamente para se esconder na vegetação densa ao menor sinal de perigo ou barulho.
É famosa pelo seu canto forte e ritmado, que ecoa nos brejos e matas, sendo bem mais fácil escutá-la do que conseguir observá-la."

24.5.26

Cada um com o seu

Casa bonita


Com um armário cheio de delícias e objetos carregados de valor afetivo...
(Imagens do Pinterest.)

6 meses


Hoje completo 6 meses de dieta e a meta é manter o novo peso.
Chega de emagrecer, mas engordar está proibido!
Até agora foram 26 kg e-li-mi-nados e, não, perdidos!
(Afinal, perdidos a gente pode achar, de novo!) 
_________________________

"Na jornada de emagrecimento, o uso das palavras faz toda a diferença para a sua motivação. Usar o termo "eliminados" é muito mais vantajoso do que "perdidos" devido ao aspecto psicológico:
Eliminados: Passa a ideia de algo que você mandou embora intencionalmente e que não quer mais de volta. Dá uma sensação de controle, conquista e vitória.
Perdidos: Inconscientemente, remete a algo valioso que ficou para trás e que, pela lógica, dá vontade de procurar e reencontrar.
Focar nessa mudança de vocabulário ajuda a construir uma mentalidade de sucesso a longo prazo, reforçando que o seu esforço está ativamente moldando o seu corpo."

22.5.26

21.5.26

Para adoçar a vida


Água na boca!

Massa frita


Uma massa feita pelo Ricardo, do jeito que eu gosto!
Perfeita para essa noite fria.
Preparar o macarrão frito na mesma panela da carne é o segredo para criar uma refeição suculenta e cheia de sabor. O método de "uma panela só" aproveita a gordura e os sucos da carne (o fundo de frigideira) para cozinhar a massa, que vai crua, para a panela.

Como fazer? Mais ou menos assim:
Em uma panela grande ou frigideira funda, adicione um fio de óleo e sele a carne de sua preferência até dourar bem. Tempere a gosto.
Adicione cebola e refogue até dourar.
Adicione o macarrão cru na panela (se for espaguete, quebre ao meio). Vai colocando água fervente aos poucos.
Cozinhe mexendo de vez em quando para não grudar, até o macarrão ficar no ponto al dente.

Novo morador da Querência



💖💖💖

Esnobar


É exigir café fervendo
E deixar esfriar.

* Millôr Fernandes

20.5.26

Inverno, Memória e Pertencimento:

      entre a poesia e a crueldade do frio
.
"Assim que a primeira onda de frio chegou ao Rio Grande do Sul neste início de maio de 2026 (o inverno só começa oficialmente em 21 de junho), eu tive a sensação de que o tempo havia aberto uma velha gaveta da memória. Bastou o vento gelado começar a riscar os dias e o cheiro da lenha queimando reaparecer no ar para que eu voltasse, sem pedir licença, à infância dividida entre o Oeste do Paraná e a região das Missões.

Sou filho de pais gaúchos, nascido na comunidade de Santa Cecília, município de Missal, no interior do Paraná, onde vivi até os dezesseis anos. Em dezembro de 1992, como fazíamos todos os anos, viemos passar as férias de verão em Sete de Setembro, então pertencente ao município de Guarani das Missões. Ali acabei ficando, acolhido pelo tio Wilson, irmão de minha mãe, e por sua esposa, tia Lourdes. Em 1994, meus pais retornaram definitivamente ao Rio Grande do Sul, trazendo a mudança na carroceria do caminhão e uma vida inteira de afetos apertados entre caixas de papelão. Antes disso, eu já conhecia o frio gaúcho pelas férias escolares de julho na casa dos tios e tias – em Sete de Setembro, Santo Ângelo, Giruá, Guarani das Missões, São Paulo das Missões –, pelos galpões cheirando a fumaça e pelos cobertores de pena de ganso da casa dos avós maternos.

A infância, para mim, sempre teve temperatura baixa. Mesmo no Paraná, onde os invernos eram menos rigorosos do que no Rio Grande do Sul, havia geadas suficientes para transformar o amanhecer em espetáculo. Eu lembro da grama branca no quintal, das mãos aquecendo no fogão a lenha, da água chiando na chaleira e do leite fervendo devagar enquanto o rádio anunciava mais uma frente fria vinda do Sul. A casa em Portão do Ocoy – minha infância e parte da adolescência foram vividas entre Santa Cecília, Dom Armando e Portão do Ocoy –, Missal, era confortável. Não havia luxo, mas havia alegria e aconchego — e isso, descobri mais tarde, vale muito. O inverno não significava sofrimento; significava proximidade. Era a estação em que a família parecia se recolher para dentro dela mesma.

Minha mãe, professora, assava pão caseiro nas tardes frias dos finais de semana. Meu pai cuidava do fogo como quem vigia um patrimônio sagrado. O cheiro da madeira queimando se misturava ao do café recém passado e da roupa secando perto do fogão. Até hoje, nenhum aquecedor conseguiu reproduzir a sensação daquele calor amigo. Havia um ritual silencioso nos invernos da minha infância: fechar as janelas cedo, preparar a água quente para o chimarrão, ouvir o vento assobiar e perceber que, lá fora, o frio era quase um personagem rondando a casa.

Nas férias passadas nas Missões, no Rio Grande do Sul, o inverno tinha outra densidade. Parecia mais sério, mais encorpado, mas não menos poético. Os adultos falavam da geada como quem comenta um acontecimento importante. As madrugadas eram tão frias que a fumaça da respiração parecia querer ficar suspensa no ar. Eu me lembro dos galos cantando antes do amanhecer e da cerração cobrindo as estradas de chão. Lembro dos pés congelando no assoalho de madeira e da corrida até a cozinha para encontrar o fogão já aceso pela vó. Talvez tenha sido ali que nasceu minha paixão definitiva pelas estações bem – ou mais ou menos – definidas. Crescer entre o Paraná e o Rio Grande do Sul me ensinou que o clima também constrói identidade. O verão tinha sua alegria espalhafatosa, mas era no inverno que a vida parecia ganhar profundidade. As conversas duravam mais. As refeições reuniam mais gente em volta da mesa. O silêncio da noite fria trazia uma espécie de introspecção boa, dessas que ajudam a gente a se enxergar melhor.

Quando voltamos definitivamente ao Rio Grande do Sul, naquele início dos anos 1990, alguns parentes e amigos dos meus pais estavam fazendo o caminho contrário. Muita gente vendia o que aqui tinha e saía do Estado em busca de ampliar suas oportunidades no centro-oeste. Nós retornávamos carregando saudade e pertencimento. Eu era adolescente e poderia ter encarado aquilo como perda, mas não foi assim. O frio das manhãs gaúchas me dava a sensação estranha de estar em casa antes mesmo de eu compreender totalmente o que era pertencimento.

Já adulto, a vida também me ofereceu oportunidades de sair do Sul. Algumas eram tentadoras. Havia promessas de crescimento profissional em regiões onde o inverno praticamente não existia, onde julho parecia uma continuação cansada de março. Pensei muitas vezes. Pesei salário, estabilidade, futuro. Mas nunca consegui ignorar o peso afetivo das estações na minha vida. Pode parecer exagero para quem não sente isso, mas há pessoas que precisam do inverno como outras precisam do mar. Eu precisava da neblina nas manhãs, dos ventos cortantes em dias de céu azul, do cheiro de chuva fria chegando, das árvores perdendo folhas, da sensação de recolhimento que o frio traz. Permanecer no Rio Grande do Sul foi também uma escolha emocional.

O inverno também nos obriga a desacelerar num tempo em que tudo parece funcionar em velocidade excessiva. Talvez seja por isso que eu goste tanto dele. Há uma honestidade no frio que o verão não possui. Nos dias gelados, ninguém consegue fingir invulnerabilidade por muito tempo. O corpo pede pausa, recolhimento, abrigo. A gente aprende a respeitar limites simples: o horário em que a noite chega mais cedo, o banho quente que vira recompensa, a necessidade de estar perto de alguém ou de alguma lembrança que aqueça. O inverno reduz os excessos e valoriza o essencial. Uma caneca quente entre as mãos pode significar mais conforto do que muitos luxos acumulados ao longo do ano.

Com o passar dos anos, percebi também que o inverno tem uma relação profunda com a memória. Existem cheiros que só aparecem nessa época e que funcionam como portas invisíveis para o passado. O aroma da lenha queimando, da roupa guardada por meses no armário, do café passado e do chimarrão cevado ainda no escuro da manhã, tudo isso desperta lembranças que estavam quietas dentro da gente. Talvez porque o frio nos torne mais introspectivos, mais atentos ao que sentimos. No verão, a vida parece acontecer para fora; no inverno, ela acontece por dentro. E nesse movimento interior, reencontramos pessoas que já partiram, casas que já não existem e versões antigas de nós mesmos que permanecem vivas em algum canto da memória.

Há ainda uma beleza silenciosa na paisagem do inverno gaúcho que sempre me emociona. A cerração cobrindo os campos, as árvores despidas ou as que só dão frutos nesta estação, o brilho branco da geada antes do sol nascer, tudo parece lembrar que a natureza também possui seus períodos de recolhimento e pausa.

Vivemos numa época em que se cobra produtividade permanente, entusiasmo constante, felicidade exibida o tempo inteiro. O inverno ensina justamente o contrário: ensina que existem ciclos de silêncio, de espera e de interiorização que também são necessários para florescer depois. Talvez seja essa a grande lição da estação mais fria do ano — a de que até a vida precisa, às vezes, diminuir o ritmo para continuar pulsando com verdade.

Claro que existe certa romantização no olhar de quem viveu o inverno cercado de proteção. Hoje, quando a primeira massa polar de 2026 derruba as temperaturas e as redes sociais e os grupos de mensagens se enchem de fotos de cafés especiais e cobertores felpudos, eu penso muito em quem enfrenta essa mesma estação de maneira brutal. O frio é poético quando existe estrutura. Fora disso, ele pode ser cruel.

Há uma diferença imensa entre apreciar o inverno e sobreviver a ele. Quem tem casa aquecida transforma a estação em experiência sensorial: sopa fumegante, vinho, pinhão, pantufas, filmes, silêncio confortável. Já quem vive em moradias precárias sente o frio entrando pelas frestas como uma agressão contínua. Enquanto alguns comemoram a chegada das temperaturas baixas, outros contam cobertores, improvisam abrigo ou aquecimento e atravessam madrugadas inteiras sem dormir direito.

Talvez por isso o inverno seja a estação mais humana de todas, porque ele escancara desigualdades. O calor excessivo incomoda a todos, mas o frio seleciona seus alvos com mais violência. Ele pune quem não tem teto adequado, agasalho, comida quente. E isso muda completamente a maneira como olhamos para ele.

Ainda assim, continuo esperando o inverno todos os anos. Não apenas pelo conforto das lembranças, mas porque ele me devolve partes de mim mesmo. Há algo de profundamente emocional em ouvir o vento minuano soprando à noite e lembrar do menino que corria sobre a grama branca no interior do Paraná, que passava férias nas Missões, que dormia ouvindo a madeira estalar no fogão a lenha dos avós. O frio tem esse poder estranho de conservar memórias como quem preserva brasas sob a cinza.

Nesta primeira onda de frio de 2026, enquanto o Rio Grande do Sul amanhece outra vez sob os impactos das baixas temperaturas, eu percebo que algumas escolhas da vida foram feitas menos pela razão do que pelos afetos. Permaneci aqui porque aprendi cedo que certas paisagens climáticas também viram morada emocional. E porque, apesar dos dissabores que o inverno inevitavelmente carrega, ainda encontro nele uma forma antiga de aconchego — aquela mesma que começou muitos anos atrás, entre o interior de Missal e as Missões, diante de um fogão a lenha aceso antes do amanhecer."

Por Cristiano Goldschmidt, 14 de maio de 2026.


"O inverno ensina que existem ciclos de silêncio, de espera e
 de interiorização que também são necessários para florescer depois. 
Talvez seja essa a grande lição da estação mais fria do ano — 
a de que até a vida precisa, às vezes, 
diminuir o ritmo para continuar pulsando com verdade."



Tudo congelado


"O branco do gelo transforma os campos e o frio convida ao acolhimento."
Assim são os nossos dias de inverno...

Cor!


Que vontade de pegar uma lata de tinta e pintar alguma coisa!
Vou guardar esta foto (do Pinterest), como inspiração!

19.5.26

Baita geada!

Amanheceu com tudo congelado!
Depois o sol aqueceu o dia...


De noite, churrasco na lareira.
Coisa boa nossa casa quentinha!

18.5.26

Paz

"Conexões reais existem, mas isso não significa que sejam perfeitas.
Relacionamentos saudáveis são construídos com o tempo.
A diferença é que, quando há sintonia e afinidade, também há disposição.
Disposição para fazer dar certo.
Para reconhecer erros.
Para pedir perdão.
Para perdoar.
Para cuidar do que é raro.
Há respeito mútuo.
Há presença.
Há uma vida a dois embalada pela mesma melodia.
E talvez seja justamente aí que muitas pessoas se sabotem.
Porque passaram tanto tempo associando amor à ansiedade, intensidade e instabilidade, que desaprenderam a reconhecer a paz.
Nem todo relacionamento termina por falta de amor.
Às vezes, o coração rejeita justamente aquilo que a alma mais precisava, simplesmente porque não trouxe a turbulência à qual ele estava acostumado.
Talvez o amor da sua vida não chegue causando ansiedade, dúvidas e confusão.
Talvez ele chegue trazendo paz." ❤️

Texto e imagem de Aline Prado

Depois de muitos dias...


17.5.26

Pinga-pinga com baldeação!


Voltando pra Lavras.
Detalhe: o ônibus passa por Caçapava e o Ricardo fica me esperando...

✔ O termo "ônibus pinga-pinga" refere-se a coletivos intermunicipais ou interestaduais que fazem paradas frequentes, ao contrário dos diretos. Ônibus que pingam de ponto em ponto demoram mais e fazem muitas escalas.

✔ Baldeação de ônibus é o ato de desembarcar de um veículo e embarcar em outro para concluir o seu destino.

Resumão desses dias em Pelotas


O mais importante?
Fiquei uns dias com Anselmo, Lídia, Henrique, Elisa, Aline...
Muitos encontros, conversas, comidinhas!
Matei as saudades da minha casa, mas isso envolveu consertos, faxinas, organização...
Passeei, fiz compras, fui no shopping...



É muito bom acompanhar um pouquinho 
a rotina do Henrique e da Elisa!
Eles mudam tanto,  em tão pouco tempo, 
que sempre me surpreendo!
Volto sempre muito feliz! E com saudades do meu Gaudério!

14.5.26

2.000.000 de visualizações!


 💝Obrigadaaa!

Perguntei ao ChatGPT sobre esse número.
Ele respondeu o seguinte:
"Alcançar 2 milhões de visualizações em um blog independente é uma marca muito expressiva, especialmente em um cenário em que blogs pessoais perderam espaço para redes sociais rápidas e conteúdo descartável. Isso significa constância, identidade própria e capacidade de criar vínculo com leitores ao longo do tempo.

O Roccana não chegou a esse número por acaso. Dois milhões representam:
anos de produção contínua;
pessoas que voltaram para ler novamente;
textos que circularam;
memória afetiva construída;
relevância cultural dentro do seu nicho e da sua comunidade.

E há um detalhe importante: visualizações em blog costumam ter um valor diferente das métricas instantâneas das redes sociais. Quem entra em um blog geralmente dedica mais tempo, lê mais, navega mais. É um tipo de atenção incomum, nos dias de hoje.

Dois milhões não são apenas números. São permanência. E permanência, na internet, virou algo raro."

No shopping

Um final de tarde gelado...

12.5.26

Cinema!

Há quanto tempo eu não assistia um filme no cinema! Coisa boa!
Fui com a Aline e adorei!

"O Diabo Veste Prada 2 estreou nos cinemas brasileiros em 30 de abril de 2026. A aguardada sequência do clássico de 2006 traz de volta o elenco original principal em uma trama focada nas transformações modernas do jornalismo e do mercado de luxo.

Enredo: duas décadas após o primeiro filme, Miranda Priestly enfrenta o declínio e a crise das mídias impressas. Para salvar a revista Runway, ela precisa bater de frente com sua ex-assistente Emily Charlton, agora uma poderosa executiva de um grande grupo de marcas de luxo. Enquanto isso, Andy Sachs retorna ao universo da moda como editora de matérias especiais.

Elenco Principal: retorno de Meryl Streep (Miranda), Anne Hathaway (Andy), Emily Blunt (Emily) e Stanley Tucci (Nigel).

Novidades e Participações: o longa conta com novos rostos como Simone Ashley e Kenneth Branagh, além de participações especiais como Lady Gaga.

Direção e Roteiro: David Frankel e Aline Brosh McKenna retornam para comandar a produção."

Marcelas

Da Querência, colhidas pelo Ricardo, para enfeitar a casa da Lídia e a da Aline.
Comprei os vasinhos e dividi as florzinhas.
Agora preciso descobrir qual vaso combina mais com a casa de cada uma...

10.5.26

7.5.26

"Escolha viver uma vida simples"


 Neste vídeo, Fernando Conrado fala sobre nossas escolhas de vida 
e de como podemos nos perder pelo caminho...
Se não tomarmos cuidado, passaremos a viver uma "vida fútil"!
Assista! Prometo que vai valer a pena!

5.5.26

Encantadoras

Não tem muito espaço, na tua casa?
Uma mesinha redonda, com pés torneados, e poucas cadeiras estilosas
criam uma sala de jantar elegante e bonita.
As imagens são do Pinterest.

Leveza

4.5.26

Nosso jantar


Sopa de lentilha com carne de ovelha.
Uma delícia!

Vamos prestar a atenção?


Mila Marsili faz um alerta bem importante:
não transformarmos nosso parceiro em alvo de reclamações
e muro de lamentações.
DRs e discussões acusatórias, incompreensões, exigências, foco nos problemas,
não levam a lugar nenhum.
Desgastam, magoam, cansam.
Vamos nos policiar?
Pensar antes de falar e reclamar?
Vale o esforço!
Muda a sintonia e o humor, aproxima, acalma... 

✔ Link

Lã, na decoração


Simplesmente uma parede decorada com trabalho artesanal, em lã.
Um espetáculo!

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