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21.9.26

Depois do temporal


A Semana Farroupilha terminou com uma noite de muito vento e granizo, em Lavras. Amanhecemos sem luz e com notícias desse tipo:
"Um forte temporal com rajadas de vento de até 106 km/h atingiu o Rio Grande do Sul na madrugada desta segunda-feira (21) e provocou estragos em diferentes regiões do estado. Um prédio desabou em Pelotas, um adolescente foi arrastado pela água em Santa Maria e houve registros de destelhamentos e quedas de árvores. Quase 900 mil consumidores também foram afetados pela falta de energia elétrica."
Chegamos na Querência depois de atravessar o arroio cheio, mas graças a Deus estava tudo calmo, sem nenhum estrago ou falta de luz.
Em Pelotas foi muito sério, mas soube notícias e meus amores estão bem e em segurança. Obrigada, São José!

13.8.26

Prompts para editar fotos

Para melhorar a qualidade de uma foto usando Inteligência Artificial (como o Google Gemini ou o ChatGPT), anexe a imagem na conversa e envie um comando detalhado que aumente a nitidez sem descaracterizar o rosto ou o cenário original
"Transforme minha foto em um retrato profissional, sofisticado e de alta qualidade, preservando fielmente meus traços faciais, aparência, identidade, cabelo e expressão. Crie uma iluminação cinematográfica e elegante, com fundo sofisticado e levemente desfocado, composição equilibrada, profundidade de campo suave e aparência natural. O resultado deve parecer uma fotografia profissional de estúdio, com pele realista, detalhes nítidos e acabamento refinado, sem alterar minha fisionomia ou me deixar com aparência artificial."
"Melhore a qualidade desta imagem para alta definição com máxima clareza e detalhes realistas. Remova o desfoque, o ruído e a granulação, preservando exatamente a identidade, as proporções e a aparência natural. Restaure o foco nítido com microdetalhes refinados na pele, fios de cabelo e texturas, evitando o efeito de 'pele plástica' ou suavização excessiva. Mantenha o enquadramento, a iluminação e os elementos do fundo originais, sem modificar a estrutura facial ou a pose."

✔️ Mais aqui.

29.7.26

Sophie Cunningham

Novos tempos. Novos posicionamentos. Novas formas de pensar e reagir.

Sophie Cunningham virou símbolo da luta contra a participação de atletas transgênero no esporte feminino e da cultura anti-woke, após se posicionar publicamente para "proteger as mulheres" e gerar forte polarização na WNBA.

Sophie é uma jogadora profissional de basquete norte-americana que atua como ala-armadora pelo Indiana Fever na WNBA. Conhecida por seu estilo de jogo físico, arremessos precisos de três pontos e personalidade vibrante, ela se consolidou como uma das figuras mais comentadas e populares da liga.
Em julho de 2026, Sophie se tornou o centro de um debate político e ideológico nos EUA após dar declarações públicas contrárias à inclusão de mulheres trans em competições esportivas femininas, classificando seu posicionamento como "senso comum". O caso gerou manifestações polarizadas de torcedores nas arenas e manifestações de apoio vindas até de figuras da Casa Branca.


O tênis oficial de Sophie Cunningham é o adidas Crazy Energy "Sophie Cunningham" PE (Player Exclusive), lançado oficialmente em 24 de julho de 2026. Esse modelo marcou um momento histórico, sendo a primeira edição exclusiva de uma atleta da WNBA lançada pela Adidas desde a coleção de Candace Parker.
O tênis se tornou um fenômeno comercial absoluto, esgotando em quase todos os tamanhos em menos de uma hora após o lançamento online, impulsionado tanto pelo sucesso dela em quadra pelo Indiana Fever quanto pelo forte engajamento de sua nova base de fãs.
Enquanto setores progressistas e defensores dos direitos LGBTQIA+ criticaram severamente a jogadora, a parcela da população que concorda com as visões dela se mobilizou ativamente. Esse fenômeno (comprar um item para apoiar uma figura pública sob escrutínio) foi um acelerador crucial para que o estoque online desaparecesse em menos de uma hora.

30.6.26

Impactos da Reforma Tributária para o Produtor Rural


Dia de assistir palestra, no Sindicato Rural, sobre
"A reforma tributária e os impactos para o produtor rural".
"O Brasil terá o maior imposto do mundo, com
IVA estimado em 28%."
(Palestrante Hugo M. da Cunha.)
_______________________________

"Para entender o que é o "IVA":
O IVA (Imposto sobre Valor Agregado) é um tributo internacional sobre o consumo. Ele incide apenas sobre o valor que é adicionado a um produto ou serviço a cada etapa da cadeia de produção. Isso elimina a cobrança em cascata, pois o imposto pago anteriormente gera crédito para a etapa seguinte.

Como funciona:
Imagine que uma indústria vende um produto para uma loja. O imposto incide somente sobre a diferença entre o valor que a indústria pagou pelos insumos e o valor pelo qual vendeu o item. No final, o custo do IVA é repassado ao consumidor final no momento da compra. 

O IVA no Brasil:
O sistema tributário brasileiro está em fase de transição (iniciada em 2026) para o modelo de IVA Dual, que dividirá o imposto em duas frentes para manter a autonomia da União, Estados e Municípios:
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). De competência federal, substitui o PIS e a Cofins.
IBS (Imposto sobre Bens e Serviços). De competência de estados e municípios, substitui o ICMS e o ISS. "

29.6.26

Copa do Mundo 2026

Reunião de amigos na casa do Valerinho e da Fernanda para assistir ao jogo,
com direito à muita animação, risadas, churrasco, ao meio dia,
 e cachorro-quente depois do jogo!
Valeu! O Brasil derrotou o Japão e vai às oitavas de final! 

Muita torcida!

27.5.26

Lembranças


Das "Lembranças do Facebook"...
Trouxe, também, o comentário da minha prima, Leonor Rodrigues (Neneca):
"Saudades, nosso gentleman gaudério: 
fleuma britânica, papo de conversa muy pampeana!"
Um jeito especial de ver o Donairão!

20.5.26

Inverno, Memória e Pertencimento:

      entre a poesia e a crueldade do frio
.
"Assim que a primeira onda de frio chegou ao Rio Grande do Sul neste início de maio de 2026 (o inverno só começa oficialmente em 21 de junho), eu tive a sensação de que o tempo havia aberto uma velha gaveta da memória. Bastou o vento gelado começar a riscar os dias e o cheiro da lenha queimando reaparecer no ar para que eu voltasse, sem pedir licença, à infância dividida entre o Oeste do Paraná e a região das Missões.

Sou filho de pais gaúchos, nascido na comunidade de Santa Cecília, município de Missal, no interior do Paraná, onde vivi até os dezesseis anos. Em dezembro de 1992, como fazíamos todos os anos, viemos passar as férias de verão em Sete de Setembro, então pertencente ao município de Guarani das Missões. Ali acabei ficando, acolhido pelo tio Wilson, irmão de minha mãe, e por sua esposa, tia Lourdes. Em 1994, meus pais retornaram definitivamente ao Rio Grande do Sul, trazendo a mudança na carroceria do caminhão e uma vida inteira de afetos apertados entre caixas de papelão. Antes disso, eu já conhecia o frio gaúcho pelas férias escolares de julho na casa dos tios e tias – em Sete de Setembro, Santo Ângelo, Giruá, Guarani das Missões, São Paulo das Missões –, pelos galpões cheirando a fumaça e pelos cobertores de pena de ganso da casa dos avós maternos.

A infância, para mim, sempre teve temperatura baixa. Mesmo no Paraná, onde os invernos eram menos rigorosos do que no Rio Grande do Sul, havia geadas suficientes para transformar o amanhecer em espetáculo. Eu lembro da grama branca no quintal, das mãos aquecendo no fogão a lenha, da água chiando na chaleira e do leite fervendo devagar enquanto o rádio anunciava mais uma frente fria vinda do Sul. A casa em Portão do Ocoy – minha infância e parte da adolescência foram vividas entre Santa Cecília, Dom Armando e Portão do Ocoy –, Missal, era confortável. Não havia luxo, mas havia alegria e aconchego — e isso, descobri mais tarde, vale muito. O inverno não significava sofrimento; significava proximidade. Era a estação em que a família parecia se recolher para dentro dela mesma.

Minha mãe, professora, assava pão caseiro nas tardes frias dos finais de semana. Meu pai cuidava do fogo como quem vigia um patrimônio sagrado. O cheiro da madeira queimando se misturava ao do café recém passado e da roupa secando perto do fogão. Até hoje, nenhum aquecedor conseguiu reproduzir a sensação daquele calor amigo. Havia um ritual silencioso nos invernos da minha infância: fechar as janelas cedo, preparar a água quente para o chimarrão, ouvir o vento assobiar e perceber que, lá fora, o frio era quase um personagem rondando a casa.

Nas férias passadas nas Missões, no Rio Grande do Sul, o inverno tinha outra densidade. Parecia mais sério, mais encorpado, mas não menos poético. Os adultos falavam da geada como quem comenta um acontecimento importante. As madrugadas eram tão frias que a fumaça da respiração parecia querer ficar suspensa no ar. Eu me lembro dos galos cantando antes do amanhecer e da cerração cobrindo as estradas de chão. Lembro dos pés congelando no assoalho de madeira e da corrida até a cozinha para encontrar o fogão já aceso pela vó. Talvez tenha sido ali que nasceu minha paixão definitiva pelas estações bem – ou mais ou menos – definidas. Crescer entre o Paraná e o Rio Grande do Sul me ensinou que o clima também constrói identidade. O verão tinha sua alegria espalhafatosa, mas era no inverno que a vida parecia ganhar profundidade. As conversas duravam mais. As refeições reuniam mais gente em volta da mesa. O silêncio da noite fria trazia uma espécie de introspecção boa, dessas que ajudam a gente a se enxergar melhor.

Quando voltamos definitivamente ao Rio Grande do Sul, naquele início dos anos 1990, alguns parentes e amigos dos meus pais estavam fazendo o caminho contrário. Muita gente vendia o que aqui tinha e saía do Estado em busca de ampliar suas oportunidades no centro-oeste. Nós retornávamos carregando saudade e pertencimento. Eu era adolescente e poderia ter encarado aquilo como perda, mas não foi assim. O frio das manhãs gaúchas me dava a sensação estranha de estar em casa antes mesmo de eu compreender totalmente o que era pertencimento.

Já adulto, a vida também me ofereceu oportunidades de sair do Sul. Algumas eram tentadoras. Havia promessas de crescimento profissional em regiões onde o inverno praticamente não existia, onde julho parecia uma continuação cansada de março. Pensei muitas vezes. Pesei salário, estabilidade, futuro. Mas nunca consegui ignorar o peso afetivo das estações na minha vida. Pode parecer exagero para quem não sente isso, mas há pessoas que precisam do inverno como outras precisam do mar. Eu precisava da neblina nas manhãs, dos ventos cortantes em dias de céu azul, do cheiro de chuva fria chegando, das árvores perdendo folhas, da sensação de recolhimento que o frio traz. Permanecer no Rio Grande do Sul foi também uma escolha emocional.

O inverno também nos obriga a desacelerar num tempo em que tudo parece funcionar em velocidade excessiva. Talvez seja por isso que eu goste tanto dele. Há uma honestidade no frio que o verão não possui. Nos dias gelados, ninguém consegue fingir invulnerabilidade por muito tempo. O corpo pede pausa, recolhimento, abrigo. A gente aprende a respeitar limites simples: o horário em que a noite chega mais cedo, o banho quente que vira recompensa, a necessidade de estar perto de alguém ou de alguma lembrança que aqueça. O inverno reduz os excessos e valoriza o essencial. Uma caneca quente entre as mãos pode significar mais conforto do que muitos luxos acumulados ao longo do ano.

Com o passar dos anos, percebi também que o inverno tem uma relação profunda com a memória. Existem cheiros que só aparecem nessa época e que funcionam como portas invisíveis para o passado. O aroma da lenha queimando, da roupa guardada por meses no armário, do café passado e do chimarrão cevado ainda no escuro da manhã, tudo isso desperta lembranças que estavam quietas dentro da gente. Talvez porque o frio nos torne mais introspectivos, mais atentos ao que sentimos. No verão, a vida parece acontecer para fora; no inverno, ela acontece por dentro. E nesse movimento interior, reencontramos pessoas que já partiram, casas que já não existem e versões antigas de nós mesmos que permanecem vivas em algum canto da memória.

Há ainda uma beleza silenciosa na paisagem do inverno gaúcho que sempre me emociona. A cerração cobrindo os campos, as árvores despidas ou as que só dão frutos nesta estação, o brilho branco da geada antes do sol nascer, tudo parece lembrar que a natureza também possui seus períodos de recolhimento e pausa.

Vivemos numa época em que se cobra produtividade permanente, entusiasmo constante, felicidade exibida o tempo inteiro. O inverno ensina justamente o contrário: ensina que existem ciclos de silêncio, de espera e de interiorização que também são necessários para florescer depois. Talvez seja essa a grande lição da estação mais fria do ano — a de que até a vida precisa, às vezes, diminuir o ritmo para continuar pulsando com verdade.

Claro que existe certa romantização no olhar de quem viveu o inverno cercado de proteção. Hoje, quando a primeira massa polar de 2026 derruba as temperaturas e as redes sociais e os grupos de mensagens se enchem de fotos de cafés especiais e cobertores felpudos, eu penso muito em quem enfrenta essa mesma estação de maneira brutal. O frio é poético quando existe estrutura. Fora disso, ele pode ser cruel.

Há uma diferença imensa entre apreciar o inverno e sobreviver a ele. Quem tem casa aquecida transforma a estação em experiência sensorial: sopa fumegante, vinho, pinhão, pantufas, filmes, silêncio confortável. Já quem vive em moradias precárias sente o frio entrando pelas frestas como uma agressão contínua. Enquanto alguns comemoram a chegada das temperaturas baixas, outros contam cobertores, improvisam abrigo ou aquecimento e atravessam madrugadas inteiras sem dormir direito.

Talvez por isso o inverno seja a estação mais humana de todas, porque ele escancara desigualdades. O calor excessivo incomoda a todos, mas o frio seleciona seus alvos com mais violência. Ele pune quem não tem teto adequado, agasalho, comida quente. E isso muda completamente a maneira como olhamos para ele.

Ainda assim, continuo esperando o inverno todos os anos. Não apenas pelo conforto das lembranças, mas porque ele me devolve partes de mim mesmo. Há algo de profundamente emocional em ouvir o vento minuano soprando à noite e lembrar do menino que corria sobre a grama branca no interior do Paraná, que passava férias nas Missões, que dormia ouvindo a madeira estalar no fogão a lenha dos avós. O frio tem esse poder estranho de conservar memórias como quem preserva brasas sob a cinza.

Nesta primeira onda de frio de 2026, enquanto o Rio Grande do Sul amanhece outra vez sob os impactos das baixas temperaturas, eu percebo que algumas escolhas da vida foram feitas menos pela razão do que pelos afetos. Permaneci aqui porque aprendi cedo que certas paisagens climáticas também viram morada emocional. E porque, apesar dos dissabores que o inverno inevitavelmente carrega, ainda encontro nele uma forma antiga de aconchego — aquela mesma que começou muitos anos atrás, entre o interior de Missal e as Missões, diante de um fogão a lenha aceso antes do amanhecer."

Por Cristiano Goldschmidt, 14 de maio de 2026.


"O inverno ensina que existem ciclos de silêncio, de espera e
 de interiorização que também são necessários para florescer depois. 
Talvez seja essa a grande lição da estação mais fria do ano — 
a de que até a vida precisa, às vezes, 
diminuir o ritmo para continuar pulsando com verdade."



9.2.26

Compartilhando


"Liderar no agro exige mais do que experiência. Exige preparo.
Negociar com fornecedores, parceiros e equipes, tomar decisões financeiras estratégicas, liderar pessoas em cenários de pressão.
Tudo isso faz parte da rotina de quem está à frente do negócio rural.
Por isso nasce o Liderança e Negociação Avançada no Agro.
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Vagas limitadas para quem está pronto para assumir um novo nível de liderança no agro."

2.2.26

Pé direito, sempre!

Comecei o ano com o pé direito e sem Havaianas.
Resultado: pés sem marcas, coisa inédita!
(Para entender a postagem, clique aqui!)

16.7.25

Sobre mídias sociais

"Seu Instagram não é (ou não deveria ser) para os seus amigos. É para você.
É o seu espaço de expressão. De experimentação. De colocar no mundo aquilo que pulsa dentro de você.
É como um recado em garrafa lançado ao mar, você nunca sabe exatamente quem vai ler, mas sabe que precisa dizer.
Quando você se limita pensando no que os outros vão achar, você se diminui.
Mas quando você se mostra como é, com verdade, com propósito, você atrai quem precisa te encontrar.
A internet é gigante, e o seu perfil pode ser a ponte invisível entre você e pessoas que nem imaginava alcançar.
Às vezes, alguém do outro lado do mundo está precisando justamente daquela frase, daquela imagem, daquela ideia que você quase não postou por vergonha.
Então, repensa: você está postando pra ser validado pelos conhecidos? Ou está se colocando no mundo, pra que os desconhecidos certos te encontrem?
Seu Instagram é um espelho, mas também uma janela." (Link)

...e outros espaços, também! 

18.6.25

Frio e chuva!

                                                      Imagem do Pinterest.

O Rio Grande do Sul está enfrentando uma semana marcada por chuva intensa e ventos fortes. Cidades relatam alagamentos, deslizamentos, danos em residências, estradas e pontes, além de centenas de pessoas desalojadas ou desabrigadas.
Quarta e quinta (18 e 19 de junho): chuvas intensas e tempestades, com risco de inundações, alagamentos, ventos fortes e queda de granizo. 
Sexta (20): ainda há chance de chuva leve e garoa, com temperaturas caindo um pouco.
Sábado a terça (21–24): melhora gradativa, clima mais nublado na maior parte dos dias, com períodos de sol previstos a partir de domingo.

25.5.25

Aqui quem fala é da Terra


"Essa imagem mostra o tamanho real dos planetas do Sistema Solar comparado ao Sol. 
A Terra é tão pequena perto do Sol que parece quase invisível.
O Sol é tão gigantesco que caberiam 1,3 milhão de Terras dentro dele!
Isso nos lembra o quão minúsculos somos diante da imensidão do universo."

23.5.25

Sebastião Salgado e a Fazenda Bulcão


"Com a morte de Sebastião Salgado, de 81 anos, nesta sexta-feira (23), o Brasil não perde somente um dos maiores fotógrafos do país, mas uma figura importante para a preservação do meio ambiente e da Mata Atlântica.
Em 1998, ele e sua esposa Lélia Wanick tomaram a decisão de reflorestar a Fazenda Bulcão, em Aimorés, Minas Gerais, que já era propriedade da sua família há mais de uma geração. Com isso, houve a recuperação da biodiversidade local, aliada a um desenvolvimento rural sustentável às margens da Bacia do Rio Doce."


"Sebastião foi muito mais do que um dos maiores fotógrafos de nosso tempo. Ao lado de sua companheira de vida, Lélia Deluiz Wanick Salgado, semeou esperança onde havia devastação e fez florescer a ideia de que a restauração ambiental é também um gesto profundo de amor pela humanidade. Sua lente revelou o mundo e suas contradições; sua vida, o poder da ação transformadora".

2.4.25

Entrei na trend do estilo do Studio Ghibli no ChatGPT 😅

Fiz um teste com a foto da cozinha da Querência!
Ficou uma graça! 💗

Então fiz da nossa sala da TV!

Achei maravilhoso! Fiz da sala de jantar...

E da churrasqueira!

(Editado em 03/04/25)

17.2.25

De Olho No Material Escolar

"Para a diretora de comunicação da associação do "De Olho No Material Escolar", Michele Birck, o diálogo entre a educação e o agronegócio é essencial para a construção de um Brasil mais preparado para o futuro.
Para ela, é fundamental aproximar as escolas do agro, permitindo que alunos e professores conheçam de perto a importância desse setor e sua relação direta com o desenvolvimento do país. Compreender essa conexão é um passo crucial para formar cidadãos mais conscientes e preparados para os desafios do amanhã.
A @deolhonomaterialescolar tem como missão promover esse debate e fortalecer a integração entre conhecimento e prática, garantindo que a educação seja um elo entre o presente e o futuro do agronegócio. Com informação e diálogo, podemos transformar realidades e criar novas oportunidades para as próximas gerações."

Divulgando um movimento que considero muito importante.

5.2.25

Onda de calor: RS registra maior temperatura da história

 
                                                                                                                                                          Google Imagens

O Rio Grande do Sul enfrenta onda de calor e registra 43,8ºC, maior temperatura da história.
A onda de calor que toma o Rio Grande do Sul, fez a temperatura ultrapassar os 40ºC no interior do estado. Na fronteira oeste, o município de Quaraí (a 595 km de Porto Alegre) registrou na terça-feira (4) a maior temperatura marcada ao longo da série histórica no Rio Grande do Sul, iniciada em 1910.
A estação automática do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) marcou 43,8ºC. Até então, o recorde havia sido registrado em Uruguaiana em 2022, de 42,9ºC.
Com isso, o Inmet prorrogou o alerta para riscos de temperatura elevada até as 20h de segunda-feira (10), com aviso de termômetros marcando 5ºC acima da média por um período de mais de cinco dias.
As áreas mais afetadas do estado são a oeste, a central e a norte do Rio Grande do Sul. De acordo com a Defesa Civil do estado, até o fim da manhã, 50 municípios gaúchos tinham decretado situação de emergência, a maioria na fronteira oeste, pela estiagem.

25.1.25

Paleta Atlântida

Turma de Lavras no Paleta Atlântida

"O Paleta Atlântida é reconhecido como o maior churrasco de beira de praia do mundo, realizado anualmente na praia de Atlântida, em Xangri-Lá, Rio Grande do Sul. O evento celebra a cultura gaúcha do churrasco, reunindo milhares de assadores e entusiastas em um ambiente festivo à beira-mar.

Na edição mais recente, ocorrida em 25 de janeiro de 2025, o Paleta Atlântida contou com a participação de aproximadamente 4 mil assadores, que utilizaram cerca de 30 toneladas de carvão para preparar 100 toneladas de carne, incluindo cortes tradicionais como costela, carne suína e, especialmente, a paleta de ovelha."

"Mesmo com a chuva durante o evento, cerca de 150 mil pessoas compareceram para saborear as carnes preparadas por churrasqueiros renomados, além de assadores amadores e profissionais que serviram seus amigos e familiares. (g1.globo.com)

O Paleta Atlântida é uma celebração única que une tradição, gastronomia e convivência, consolidando-se como um dos eventos mais emblemáticos do Rio Grande do Sul. "

Do Instagram da Estela La-Bella.

20.12.24

Me mimei!


 Porque o mundo te trata como você se trata.

Esse é um convite para cultivarmos amor-próprio, respeito e cuidado, pois isso não só transforma nossa relação interna, mas também a forma como nos conectamos com os outros. 

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"A influenciadora Virgínia Fonseca foi responsável por criar uma das frases mais faladas do ano. 
O meme "me mimei" foi um sucesso na internet, com milhões de acessos e reproduções.
E não há nada de errado nisso! Mimarmo-nos de vez em quando é essencial para cuidar de nós próprios. Seja com uma pausa, um presente especial, ou simplesmente tirando tempo para fazer o que gostamos, esses momentos ajudam a recarregar as energias e a reforçar o nosso bem-estar emocional. Afinal, como podemos cuidar dos outros se não cuidarmos de nós mesmos?"

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