15.11.18

12.11.18

Sobre rir de si mesmo


"Em uma sociedade em que todo mundo julga todo mundo o tempo todo, e que a maioria das pessoas têm medo e sofre com esses julgamentos, aprender a rir de si mesmo é um caminho encantador para se tornar independente da opinião alheia, que, ao fim e ao cabo, não nos faz nenhuma diferença."
"Para aprender a rir de si mesmo, compreendi com o passar dos anos, é necessário ter alcançado um bom nível de autoconhecimento. Mas, sobretudo, um alto nível de autoaceitação. Nos aceitarmos como pessoas incompletas e que devem, principalmente, ser fiéis a si mesmas."
"Rir de si mesmo é sinal de maturidade e uma arte que deve ser perseguida".

Saladas para os dias quentes

Brócolis, cenoura ralada, maçãs e molho de iogurte.

Alface, maçãs e nozes.

31.10.18

Outubro/2018 no Galpão


A primavera chegou, florindo tudo de amarelo. Muito vento e um friozinho que insiste em permanecer. Dias de "reconstrução", depois de tantos acidentes, tanta chuva e umidade...
O colorido estava em falta e, agora, alegra nossos dias.



8.10.18

Idas & Vindas


Há tanto tempo não viajava tanto, sozinha...
Fiquei direto na estrada Lavras / Pelotas / Lavras, querendo me dividir em duas!
Nesse lugar, mágico, desci, contemplei e respirei...
Gratidão por tudo estar bem. ♥

Em Pelotas

Meus amores...

3.10.18

Ele chegou! ♥


Um lindo "pacotinho", filho do meu sobrinho Didi (José Donairo) e da Juliana!
O primeiro neto do meu irmão, Pigue, vai se chamar, em sua homenagem,
"José Donairo Bulcão Teixeira Neto".
Que seja muito feliz! ♥

30.9.18

Setembro/2018, no Galpão

Tivemos um mês chuvoso, com muitas tempestades e, 
em decorrência, falta de luz e estrada intransitável!
Mas também recebemos visitas queridas e comemoramos o aniversário do Ricardo!  ♥
Ah! A Preta ganhou um lindo potrinho. Acho que vai se chamar... Latinha!

28.9.18

Susto!

25/09/2018.

Não tenho como não contar o susto que o Ricardo me deu, nesse final de setembro. Tudo começou com uma tempestade, muito vento e chuva intensa, de granizo, que danificou o telhado da cozinha, que temos em anexo, com fogão à lenha. Foi assustador! 

Depois do temporal, ficamos dois dias sem energia elétrica, sem telefone e sem internet.   Os pais do Ricardo, que tinham vindo passar o aniversário dele aqui, foram embora e nós ficamos na cidade, ainda sem nenhuma comunicação, isolados.

Assim que o sinal de telefone voltou, recebi uma ligação, que a Lídia tinha torcido o tornozelo, rompido ligamentos e articulações e estava de repouso, sem poder trabalhar e levar o Kike para a escola. Fui imediatamente para Pelotas e deixei o Ricardo com a nossa casa bagunçada, telhados furados, tudo molhado... Questão de prioridades!


Só que, no outro dia, o Ricardo me ligou, ofegante, assustado, falando, rapidamente, que tinha "se acidentado", sem entrar em detalhes, apenas pedindo que eu mandasse ajuda! Liguei para nossos amigos, para que fossem no Galpão, e fiquei muito assustada, sem saber o que tinha acontecido!

Mais tarde soube que ele chegou a ir sozinho, dirigindo, para a cidade. No caminho foi socorrido e levado para o hospital. O que houve?? Simplesmente tinha decidido consertar o telhado e acabou caindo, fazendo um corte enorme, na cabeça... Perdeu muito sangue e deu bastante trabalho para a equipe que o atendeu!

O Waguinho me dava notícias e mandava fotos, me tranquilizando: ele já estava bem, com muitos pontos (pelo menos 30!) e ia passar a noite em observação, no hospital. Como a Lídia aguardava diagnóstico e talvez precisasse se operar, fiquei em Pelotas. As horas se arrastaram! Me sentia angustiada, dividida, impotente! Ainda por cima, com o Anselmo viajando para o Canadá, na mesma noite! Esgotei meu estoque de preces e orações...

Nos dias seguintes fiquei viajando, entre Pelotas e Lavras. Os pais do Ricardo vieram e tudo foi se acalmando. A Lídia não precisou ser operada, mas vai ficar dois meses em tratamento e fisioterapia, afastada do trabalho. 

O susto passou, mas as cicatrizes deixaram registrados esses momentos de medo e tensão! Num segundo, tudo muda. Não temos garantias de nada, apenas temos que aproveitar, da melhor forma, o que a vida nos presenteia - e, vale dizer, amigos são dos melhores presentes que podemos receber. Obrigada a todos que estiveram próximos e nos ajudaram tanto!

16.9.18

Bem assim


Quando me perguntam como eu "aguento" morar no campo...
Tenho a companhia do Ricardo, claro, mas passo muito tempo sozinha. 
Nenhum problema, me sinto em paz...

15.9.18

Toda a cozinha devia ter...


Flores sobre a mesa; cheirinho de café, frutas frescas;
 mesa grande, para longas conversas; fogão à lenha; panos de prato bonitos, 
alguns objetos antigos; louça colorida; 
bancada espaçosa; geladeira cheia; nenhum desperdício; objetos reciclados; 
companhia, na hora de cozinhar; parceria, para lavar a louça; 
caderno com receitas de família; sol, batendo na janela...

5.9.18

Né?


Depois de um tempo, percebemos que valorizamos demais as contrariedades 
e as coisas que aconteceram de um jeito diferente do planejado. 
Deixa pra lá!
Vamos nos concentrar em simplificar a vida e aproveitar cada momento!



31.8.18

Agosto/2018 no Galpão


Muito frio, lagarteadas, lareira, churrasquinhos... Pois é! A grande aquisição do Galpão, nesse mês, foi uma churrasqueira, de verdade! Kkkkkk! Nossa varandinha ficou muito chique! :)
Sessentei, e, posso garantir, não é tarefa fácil! De qualquer forma, ser acarinhada, presenteada, ter amores & amigos por perto, deixa tudo mais leve!
Vejo, olhando a paisagem, que tudo se renova. Terneirinhos nascendo, calor do sol, dias felizes e muita gratidão, sempre!

17.8.18

Vilarejo


(Via Ana Maria.)

"Na varanda quem descansa
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração
Lá o mundo tem razão"


Nossa varandinha...


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