25.5.15

10 anos



"É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar."

 Pablo Neruda

20.5.15

Calor




É por esse calor que as mãos continuam acesas.
Por esse fluir de febre nas mãos.
Eu tenho mãos acesas e braços.
E tudo ferve nos olhos e boca,
Como ferida em brasa de amor.
O amor ferve na pele,
Mas quem febre mesmo é a vida…
A vida é o que ferve minhas mãos.


Viviane Mosé

Filtro dos Sonhos

"O filtro de sonhos, na verdade, não é um filtro, é uma teia. Os Ojibwe acreditam que, quando a noite cai, o ar se enche de sonhos, bons e ruins. Alguns destes sonhos, mesmo sendo pesadelos, podem conter uma mensagem importante do Grande Espírito para nós. Então, na verdade, estes sonhos são bons sonhos. Mas existem muitos outros sonhos e energias ruins flutuando à nossa volta e que não são nossos. Estes é que podem nos fazer mal. É justamente para separar estes sonhos e energias ruins que existem os dream catchers."

Lugar no mundo




"Acordo com Valentim ao meu lado. Passo de leve a mão em seu rosto adormecido, acompanho com o dedo o contorno de sua boca, beijo seu ombro e me aconchego mais nele: aqui é o meu lugar no mundo. E o dele também. 
Do nosso jeito, estamos construindo – mais uma vez – a vida."

       Trecho do livro "O Silêncio dos Amantes", de Lya Luft.

Seivas


"Deixo
escorrer
a
palavra
da
minha
saliva
para
ver
se
ela
sulca
a
Terra
e
faz
germinar
todo
o
amor
que
corre
em
minhas
seivas." 


Carlos E. Leal - Li em A Moraninha

O vento



“O vento é sempre o mesmo, mas sua resposta é diferente em cada folha.”

Cecília Meireles


Como na vida: reagimos de formas diferentes, em cada momento, mesmo quando se mostram iguais... As mesmas coisas mudam de peso, de significado, de importância.
Sinto que estou simplificando, ficando mais leve, carregando menos peso, me importando menos com o que antes me parecia tão sério e definitivo.
Deve ser como a leveza das folhas, quando levadas do chão. Podem, até, dançar.

17.5.15

"Um Regalo pra Ana Flor"

Trilha sonora, dos meus dias em Pelotas.
Música linda, "presente" do Ricardo:

 

"Não tem mirada mais linda que Ana flor na janela
Desencilho frente ao rancho e entrego a flor amarela
Junto a flor um verso pobre mas que é feito por amor
Com palavras rabiscadas no peito de um domador"

Do deserto


                                                                 Link

Aniversário da Isara


O fotógrafo da noite foi o Kike!
Especializado em selfie, inclusive!

Estrogonofe: quando feito com esmero, 
cada ingrediente escolhido com cuidado, é uma delícia!
Disse para o Dude, nunca comi outro melhor!

Carpe Diem



Zack Magiezi

"Lila"


Gaste um pouquinho do seu tempo assistindo esse vídeo.
Pode ser um aprendizado. Ou uma constatação.




"Por mais difícil que seja a realidade,
as cores e a beleza sempre nos presenteiam com uma nova perspectiva."

Kika

Fotos para a formatura...


Kike


15/05/2015
Caiu o 1º dentinho.
Vovó que viu. :)

Fica horas brincando, distraído. 
Lindo, lindo!

12.5.15

Viver

“Viver, no sentido mais completo da palavra, é para os corajosos. Para os que não têm medo da entrega. E da recompensa. Já que a vida é via de duas mãos, vai e vem, dá e recebe, a gente tem que entender que é vivendo que recebemos a melhor coisa do mundo: o aprendizado.”


(Não tenho os créditos da imagem e do texto.)

11.5.15

Galpão de Lata



Depois de voltarmos de Novo Hamburgo, tivemos que nos preparar para o inverno! Teve até geada!
O antigo morador tinha me avisado que fazia muito frio e a casa era gelada, então botei tudo para funcionar: lençol elétrico, ar-condicionado, lareira! Fiquei de bochechas vermelhas, logo no primeiro dia! Heheheh!
Constatei, aliviada, que a nossa lareira aquece a casa inteira! Uma delícia!  
As laranjeiras e bergamoteiras estão carregadas! Fruta colhida do pé tem outro sabor.
Recebemos visitas, comemoramos o aniversário do Donairão e o Dia das Mães. Adoro casa cheia! (Se bem que mais de duas pessoas, já enchem a casa!)
Cores de outono, filhos, pai e sobrinhos por perto, cheirinho de neto, parceria do Ricardo, presença dos amigos, chimarrão na beira do fogo... Que mais posso querer da vida?


10.5.15

Aniversário do Donairão

"E assim vai o aniversário de 85 anos do Donairo...
Cerveja gelada, carne gorda, e música boa."
(Registros do Pedro.)

Bolo com recheio de goiabada.
Presente da Renata.
♥

7.5.15

O amor está nas pequenas coisas



Puuung, através das suas ilustrações,
mostra que o amor está em pequenos grandes gestos do dia a dia.

Para manhãs deliciosas...





Nesse link muitas receitas:
panquecas doces e salgadas, sanduíches, caçarola de ovos, torradas...

Mudanças


                                                                 Revista Vida Simples

"De posse de uma boa quantidade de informações acerca de nós mesmos podemos elaborar estratégias de mudança do que sentimos como inadequado.
O autoconhecimento tem que estar a serviço da melhor aceitação daquilo que nos caracteriza e da mudança das características que não gostamos.
Conseguir mudar depende de sabermos exatamente onde queremos chegar e também de foco e disciplina para perseguir com afinco nossos objetivos.
As mudanças se efetivam através da ação: temos que ter humildade e começar devagar, sempre indo do mais simples para o que é mais complicado.
A humildade também é essencial para mantermos a serenidade diante dos tropeços e retrocessos inevitáveis em qualquer processo de crescimento.
Os bons resultados reforçam a autoestima e isso é importante fator para a perpetuação desse círculo virtuoso que deriva do autoconhecimento."

Flávio Gikovate

3.5.15

Não paralise...




“Resista, mas não seja inflexível. 
Desista, se for o caso, mas não paralise. 
A vida precisa de movimento, ainda que os passos sejam lentos. 
Continuar é a coragem dos que tentam.”

Erica Gaião

28.4.15

Em casa.




“Porque quando você ama sente necessidade da outra pessoa. Não por dependência, carência e outras ências. Mas porque é bom estar ali, com o corpo junto, coração do lado, ouvindo a respiração. 
Você se sente em casa.”


Clarissa Corrêa

Os flamboyants, por Rubem Alves

Recomendo a leitura.



"A manhã estava linda: céu azul, ventinho fresco. Infelizmente, muitas obrigações me aguardavam. Coisas que eu tinha de fazer. Aí, lembrei-me do menino-filósofo chamado Nietzsche que dizia que ficar em casa estudando, quando tudo é lindo lá fora, é uma evidência de estupidez. Mandei as obrigações às favas e fui caminhar na lagoa do Taquaral.

Bem, não fui mesmo caminhar. Meu desejo não era médico, caminhar para combater o colesterol. Caminhar, para mim, é uma desculpa para ver, para cheirar, para ouvir… Caminho para levar meus sentidos a dar um passeio. Tanta coisa: os patos, os gansos, os eucaliptos, as libélulas, a brisa acarinhando a pele — os pensamentos esquecidos dos deveres. Sem pensar, porque, como disse Caeiro, “pensar é estar doente dos olhos”. Aí, quando já me preparava para ir embora, já no carro, vejo um amigo. Paramos. Papeamos. Ele, com uma máquina fotográfica. Andava por lá, fotografando. Não tenho autorização para dizer o nome dele. Vou chamá-lo de Romeu, aquele que amava a Julieta. Me confidenciou: “Vou fazer uma surpresa para a Julieta. Ela adora os flamboyants. E eles estão maravilhosos. Vou fazer um álbum de fotografias de flamboyants para ela… Você não quer vir até a nossa casa para tomar um cafezinho?”

Fui. Mas ele me advertiu: “Não diga nada para ela. É surpresa…” Esta história tem sua continuação um pouco abaixo. Recomeço em outro lugar.

As crianças da 3ª série do Parthenon, escola linda, me convidaram para uma visita. Elas tinham estado fazendo um trabalho sobre um livrinho que escrevi, O Gambá Que Não Sabia Sorrir. Queriam me mostrar. Foi uma gostosura. É uma felicidade sentir-se amado pelas crianças. Eu me senti feliz. Aí aconteceu uma coisa que não estava no programa. Uma menininha, na hora das perguntas, disse que ela havia lido a minha crônica "Se Eu Tiver Apenas Um Ano a Mais de Vida"…

Espantei-me ao saber que uma menina de nove anos lia minhas crônicas. Lia e gostava. Lia e entendia. Aí ela acrescentou: “Recortei a crônica e trouxe para a professora…” Confirmou-se aquilo de que eu sempre suspeitara: as crianças são mais sábias que os adultos. Porque o fato é que muitos adultos ficaram espantados e não quiseram brincar de fazer de contas que eles tinham apenas um ano a mais para viver. Ficaram com medo. Acharam mórbido.

As crianças, inconscientemente, sabem que a vida é coisa muito frágil, feito uma bolha de sabão. Minha filha Raquel tinha apenas dois anos. Eram seis horas da manhã. Eu estava dormindo. Ela saiu da caminha dela e veio me acordar. Veio me acordar porque ela estava lutando com uma ideia que a fazia sofrer. Sacudiu-me, eu acordei, sorri para ela, e ela me disse: “Papai, quando você morrer você vai sentir saudades?” Eu fiquei pasmo, sem saber o que dizer. Mas aí ela me salvou: “Não chore porque eu vou abraçar você…”

As crianças sabem que a vida é marcada por perdas. As pessoas morrem, partem. Partindo, devem sentir saudades — porque a vida é tão boa! Por isso, o que nos resta fazer é abraçar o que amamos enquanto a bolha não estoura.

Os adultos não sabem disso porque foram educados. Um dos objetivos da educação é fazer-nos esquecer da morte. Você conhece alguma escola em que se fale sobre a morte com os alunos? É preciso esquecer da morte para levar a sério os deveres. Esquecidos da morte, a bolha de sabão vira esfera de aço. Inconscientes da morte aceitamos como naturais as cargas de repressão, sofrimento e frustração que a realidade social nos impõe. Quem sabe que a vida é bolha de sabão passa a desconfiar dos deveres… E, como disse Walt Whitmann, “quem anda duzentos metros sem vontade, anda seguindo o próprio funeral, vestindo a própria mortalha”.

O pessoal da poesia está levando a sério a brincadeira. Eu mesmo já fiz vários cortes drásticos em compromissos que assumi. Eram esferas de aço. Transformei-os em bolhas de sabão e os estourei. Pois o pessoal da poesia decidiu que, no programa de um ano de vida apenas, num dos nossos encontros não haveria leitura de poesia: haveria brinquedos e brincadeiras. Cada um trataria de desenterrar os brinquedos que os deveres haviam enterrado.

Obedeci. Abri o meu baú de brinquedos. Piões, corrupios, bilboquês, iô-iôs e uma infinidade de outros brinquedos que não têm nome. Seria indigno que eu levasse piões e não soubesse rodá-los. Peguei um pião e uma fieira e fui praticar. Estava rodando o pião no meu jardim quando um cliente chegou. Olhou-me espantado. Ele não imaginava que psicanalistas rodassem piões. Psicanalista é pessoa séria, ser do dever. Pião é coisa de criança, ser do prazer.

Acho que meus colegas psicanalistas concordariam com meu paciente. A teoria diz que um cliente nada deve saber da vida do psicanalista. O psicanalista deve ser apenas um espaço vazio, tela onde o paciente projeta suas identificações. Mas a minha vocação é a heresia. Ando na direção contrária. “Você sabe rodar piões?”, eu perguntei. Ele não sabia. Acho que ficou com inveja. A sessão de terapia foi sobre isso. E ele me disse que um dos seus maiores problemas era o medo do ridículo. Crianças são ridículas. Adultos não são ridículos. Aí conversamos sobre uma coisa sobre a qual eu nunca havia pensado: que, talvez, uma das funções da terapia seja fazer com que as pessoas não tenham medo das coisas que os “outros” definem como ridículo. Quem não tem medo do ridículo está livre do olhar dos outros.

Preparei o encontro de poesia de um jeito diferente. Nada de sopas sofisticadas. Fui procurar macarrão de letrinha, coisa de criança. Não encontrei. Encontrei estrelinhas. Fiz sopa de estrelinhas. E toda festa de criança tem de ter cachorro-quente. Fiz molho de cachorro-quente. E nada de vinho. Criança não gosta de vinho. Gosta é de guaraná.

Foi uma alegria, todo mundo brincando: iô-iôs, piões, corrupios, bilboquês, quebra-cabeças, pererecas (aquelas bolas coloridas na ponta de um elástico)… Rimos a mais não poder. Todo mundo ficou leve. Aí tive uma idéia que muito me divertiu: que na sala de visitas das casas houvesse um baú de brinquedos. Quando a conversa fica chata, a gente abre o baú de brinquedos e faz o convite: “Não gostaria de brincar com corrupio?” E a gente começa a brincar com o corrupio e a rir. A visita fica pasma. Não entende. “Quem sabe, ao invés do corrupio, um bilboquê?” E a gente brinca com o bilboquê. Aí a gente estende o brinquedo para a visita e diz: “Por favor, nada de acanhamentos! Experimente. Você vai gostar…” São duas as possibilidades. Primeira: a visita brinca e gosta e dá risadas. Segunda: ela acha que somos ridículos e trata de se despedir para nunca mais voltar…

Pois a Julieta — aquela do Romeu — me trouxe uma pipa de presente. Vou empinar a pipa em algum gramado da Unicamp. E aí ela nos contou da surpresa que lhe fizera o Romeu. Fotografias de flamboyants vermelhos — que coisa mais romântica! Árvores em chamas, incendiadas! Cada apaixonado é um flamboyant vermelho! E nos contou das coisas que o Romeu tivera que fazer para que ela não descobrisse o que ele estava preparando.

Mas o mais bonito foi o que ele lhe disse, na entrega do presente. Não sei se foi isso mesmo que ele disse. Sei que foi mais ou menos assim: “Sabe, Julieta, aquela história de ter um ano apenas a mais para viver… Pensei que você gostava de flamboyants e que você ficaria feliz com um álbum de flamboyants. E concluí que, se eu tiver um ano apenas a mais para viver, o que quero é fazer as coisas que farão você feliz…”

Um ano apenas a mais para viver: aí os sentimentos se tornam puros. As palavras que devem ser ditas, devem ser ditas agora. Os atos que devem ser feitos, devem ser feitos agora. Quem acha que vai viver muito tempo fica deixando tudo para depois. A vida ainda não começou. Vai começar depois da construção da casa, depois da educação dos filhos, depois da segurança financeira, depois da aposentadoria…

As flores dos flamboyants, dentro de poucos dias, terão caído. Assim é a vida. É preciso viver enquanto a chama do amor está queimando…"


"Quem não tem medo do ridículo está livre do olhar dos outros."

27.4.15

Felicidade



“Que permaneça na vida da gente tudo aquilo que traz cor ao sorriso, 
alegrias ao coração e calmaria pra alma. 
Que permaneça as verdades e todas as certezas. 
Que o tempo se encarregue de levar todo o resto. 
Felicidade se desenha inteira.”

Marcely Gastaldi

26.4.15

"Vida que se ocupa de ser só o que é."




Abril vai terminando e levando, com ele, os dias ainda claros e ensolarados. Fotografei o Galpão de Lata, coberto por uma densa neblina e já eram 7:00h! A expectativa de dias cada vez mais frios e menores mexe comigo. Fico logo pensando em coisas para amenizar o inverno que vem pela frente.
Ainda bem que a internet anda boa, aqui fora. Dá para xeretar o Facebook e, até, postar no blog, como estou fazendo agora.
Gosto de registrar nossa rotina, contar as mudanças que as estações vão trazendo. Agora é a vez das laranjas e bergamotas colorirem as árvores, ao redor da casa. 
Saímos à cavalo e encontrei lindas flores amarelas, que trouxe, para por nos meus vasinhos. Adoro!
Nossas refeições são, sempre, momentos divertidos, em que ficamos conversando, ouvindo música, bebendo alguma coisa. Claro que tiro mais fotos. Por exemplo, dos pastéis, feitos pelo Ricardo, do pão novinho, que trouxemos de Lavras, das pipocas, saboreadas na tarde de preguiça, da linguiça feita nas Cordilheiras, que ganhamos de presente.
Continuo fotografando os cardeais, que parecem gostar de posar, sempre em dupla, e em lugares variados.
E continuo fotografando o Ricardo. É o que mais gosto! Heheheh! 
Principalmente quando ele está em cima de um cavalo, contando histórias, me ensinando um monte de coisas.
Nesse mês, estamos de aniversário: há dois anos, conversamos pela primeira vez. Tão pouco tempo e tanta coisa aconteceu...

"Paciência: é o intervalo entre a semente e a flor."

Ana Jácomo

25.4.15

Pinterest
 "O amor é uma amizade sem inveja. É um sonho com realidade. É uma realidade sem photoshop. O amor é um abraço apertado, um olhar que se encontra, um silêncio que não incomoda, um barulho de onda, um gosto bom.”

Clarissa Corrêa

22.4.15

"Spaghetti do Fazendeiro"

Ainda não fiz, exatamente assim.
Mas adoro todos os ingredientes!





Ingredientes:
1 xícara de rúcula fresca
1 colher de salsa fresca
6 colheres de sopa de azeite
400 gr de spaghetti
24 azeitonas verdes
24 azeitonas pretas
1 kg de tomate cereja
1 colher de chá de orégano
4 dentes de alho
1 colher de sopa de alcaparras


Modo de preparo:
1. Corte os tomates na metade e coloque-os em um bowl junto com a salsa fresca picada. Misture bem.
2. Em uma panela ainda fria, coloque o azeite e acrescente o alho picado. Aqueça ambos em fogo baixo, de forma que o sabor do alho permeie o azeite enquanto cozinha.
3. Quanto o azeite e o alho estiverem aquecidos, adicione a mistura de tomates e salsa fresca, o orégano, as azeitonas verdes, as azeitonas pretas e as alcaparras.
4. Cozinhe o spaghetti até que esteja al dente. Adicione o spaghetti já cozido e drenado à panela com o molho. Cozinhe por mais 2 minutos.
5. Adicione a rúcula ao molho um pouco antes de servir de forma que ela não perca seu sabor no processo de cozimento.
6. Sirva bem quente com um fio de azeite por cima para ressaltar ainda mais o prato.


Fotos e receita do blog "Vamos Receber".
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