22.9.08

Sobrevivência


Sabe quando uma coisa não fazia a menor falta até acontecer?
Pois é!
Agora esta sensação esquisita que não vou saber mais viver sem ela.
A gente nunca aprende?
Preciso respirar. Parar de me sabotar.
No teclado as inquietações parecem menores do que quando sentei para escrever. Talvez porque, na tentativa de explicar, tenha constatado que estou exagerando, dramatizando.
Preciso voltar a me sentir leve, não criar tantas expectativas, não fazer planos.
Tão bom o aqui e agora. Tem sol lá fora. Já é quase primavera.

14 comentários:

Andrea disse...

Oi Ana, que bom que "caiu" no meu blog. Tu sabes que te lendo, primeiro fiquei com uma "invejinha" dessa tua infância gaudéria, eu sou uma gaucha apaixonada pelo RS, mas que, infelizmente, por morar na região metropolitana não vivencio a tradição gaucha no meu dia a dia. Por isso adoro a Semana Farropilha, minha cidade acaba por ficar, pelo menos um pouquinho com cara de RS, nem que seja ao chegar a escola pra largar a filha vestida de prenda :o)

E eu também "preciso parar de me sabotar", estou em um processo de mudança bem grande. Passo o dia me repetindo "não te sabota, foco andrea, mantenha o foco"

beijoca

isa disse...

querida,
respira!
respira!
quem sabe é TPM?
estás com vontade de comer chocolate?
beijos!

Katiucia manson disse...

planos sao bons! nao deve parar de ter espectativas :) mas com a cabeça no lugar que todo mundo sofre desilusoes as vezes nao eh? :)
mas viver o presente sempre é a melhor opçao... ;*

Anônimo disse...

Nada como o tempo para nos acostumarmos com a falta de "algo", alguém, um lugar...
Escreva bastante; é tão bom ler seus post.
Bjs,
Angela

antes que a natureza morra disse...

Não há nada como um dia depois do outro...e uma noite no meio...
Beijo

James

Renata Lopes Costa disse...

Tudo passa, o que hoje para nós não se explica, amanhã Deus mostra as suas razões...boa semana!

Eurípedes disse...

Quando uma coisa que não fazia a menor falta acontece - eu acho que é constatação que o que não fazia falta estava faltando.
Esta sensação esquisita que não vai mais saber viver sem ela - eu acho que é o gostinho gostoso da vontade.
A gente nunca aprende. Preciso respirar. Parar de me sabotar - eu acho que é como lutar contra a necessidade, é pura auto-agressão.
No teclado as inquietações parecem menores do que quando sentei para escrever. Talvez porque, na tentativa de explicar, tenha constatado que estou exagerando, dramatizando - eu acho que transcrever em palavras o sentimento é resumir tempestade, Tratado, dissertação, numa frase.
Preciso voltar a me sentir leve, não criar tantas expectativas, não fazer planos - eu acho que tá faltando sinais, nem que seja Morse, fumaça, torpedo.

"Tão bom o aqui e agora. Tem sol lá fora. Já é quase primavera - eu acho que juntou tinta, tela, pincel e o que pintar, vindo de você, é obra-prima.

Ana disse...

Oi, Andréia!
Mania que a gente tem de complicar a vida!!
Vivo num exercício constante de entender o que de bom está me acontecendo! Requer dedicação!
Se bobear a gente se concentra só nas coisas ruins e fica de mal com o mundo!
Isso dá outro post!
beijos!

Ana disse...

Isa!
Juro que prestei atenção na data! heheheh! Mas não era, não!!
Fico me policiando...
Mulher é bicho esquisto...
Beijos!!

Ana disse...

Katiucia
Obrigada por comentar!
Que prazer!
É verdade! Há que se achar o equilíbrio!!
Beijo!

Ana disse...

Ângela querida!
Obrigada!
Recebi a resposta do email que te enviei! Muito bom te conhecer um pouquinho!
Beijo!

Ana disse...

James!

Isso se chama "sabedoria"!!
Vou lembrar!
Respirar!

Obrigada!

Ana disse...

Renata
Bom te ouvir falar!
A fé é tudo! Impressionante!
Beijo enorme!

Ana disse...

Eurípedes!

Vc é psicólogo??
Oh, céus!!
Vc lê nas entrelinhas!

Obrigada!

Vc ajudou a me entender melhor!!

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