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Em tempos de festas, este é o tamanho permitido!
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Desde março/2010, quando teve o diagnóstico de câncer de ovário, Márcia Cabrita, 46 anos, tem dado provas de que sua luta não precisa ser triste. A partir de maio, a atriz, que ganhou fama na Globo depois de interpretar a empregada Neide Aparecida em Sai de Baixo (1997), vem escrevendo no blog que criou, o Força na Peruca, textos curtos em que narra com humor a rotina de um tratamento com quimioterapia. (Revista Quem.)
"Eu adoro uva. Uva tem um negócio que eu esqueci o nome que é bom para tudo: não ter mais câncer, ficar jovem para sempre, proteger o coração, uma beleza! Só que tem muito agrotóxico! Eu compro muitos orgânicos, só que além de custar uma FORTUNA não tem tudo! Agrotóxico dá câncer! Aliás tudo dá cãncer! Tenho lido matérias sobre os perigos de: telefones celulares, forno de microondas, comida que entra em contato com plástico (água mineral inclusive), todas frutas, legumes e verduras não-orgânicas, desodorantes, cremes e shampoos (isso mesmo), leite, carne frango, todos alimentos industrializados, especialmente aqueles que possuem glutamato, escova progressiva e respirar na rua, ou seja, deixe para respirar somente na sua próxima visita à Floresta Amazônica.
Não consigo viver só de arroz integral e linhaça! Preciso de um chocolate! Ao leite! Mas não pode!
Tenho que jogar meu celular fora, me mudar pro Pantanal de preferência casada com Marcos Palmeira pra ganhar os orgânicos que ele planta. Alguém tem o telefone dele? O fixo. Urgente."
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| "Tomando no Cruz" |
Algumas conclusões dos últimos dias:
Tenho que chegar mais cedo na rodoviária quando for viajar de ônibus;
Adoro ler a Cláudia Tajes;
Fico feliz quando chega o verão;
Lembro do biquini e fico arrasada quando chega o verão;
O-dei-o quem palita os dentes;
A-bo-mi-no quem palita os dentes (não custa repetir),
Senso de humor é tudo.
Boa educação, indispensável.
A essa alturahá coisasque (ainda)não entendo.
Por exemplo:o amor. Faz tempoque diante deleme desoriento.
O amor é intepestivoeu sou lento.Quando ele sopra- estatelado -mais pareço
"Não gosto da metalinguagem da poesia,
do poeta que lamenta a falta de ideias
autopiedoso
do poeta que conta seus segredos
medroso
do poeta que aparece demais no poema.
Prefiro o poeta transparente
o poeta fantasma
o poeta pirata
o poeta que paira sobre o poema..
Nunca reclamei das palavras
que me faltam
nem das que me sobram.
Amo as palavras
- todas elas -,
das mais chinfrins
às mais rebuscadas,
passando pelos chavões
e palavrões.
Odiados na sala
e amados na cama,
os palavrões são nomes
de coisas bonitas
em bocas transtornadas."
Analu
"Lançado o desafio: - encontrar o lavrense mais distante de Lavras do Sul, e saber dele quanto tempo está fora, o que faz, com quem casou, qual a sua atividade, se nunca mais veio à Lavras, etc. Prêmio para o lavrense mais distante: - vir à Lavras e tomar banho no Paredão com direito a banda e tudo mais. Prêmio para quem encontrar o lavrense mais distante: - ter encontrado o lavrense mais distante"