3.2.17

Hora do banho



28/01/2017     

Elisa!
Coisinha mais linda e cheirosa de sua vovó!!
Fotos tiradas pela sua mamãe, Isara.
Banho dado pelo papai, Anselmo.
Carinha de quem se sente feliz, confiante, segura...
Como não amar?

Conhecimento

"Precisamos de claridade nas ideias, coragem nos desafios, informação e vontade, e do alimento dos afetos bons. Num livro interessante (não importa o assunto) alguém verbaliza velhas coisas que a gente só adivinhava; um filme pode nos lembrar a generosidade humana; uma conversa pode nos tirar escamas dos olhos. Estar informado e atento é o melhor jeito de ajudar a construir a sociedade que queremos, ainda que sem ações espetaculares. Mas, se somos desinformados, somos vulneráveis; se continuarmos alienados, bancaremos os tolos; sendo fúteis, cavamos a própria cova; alegremente ignorantes, podemos estar assinando nossa sentença de atraso, vestindo a mordaça, assumindo a camisa de força que, informados, não aceitaríamos."
Lya Luft / Imagem Pinterest


Lindas imagens!


Nesse link: _monicapinto_

O mundo, como sonhamos

"Cansei do mundo dividido entre ricos e pobres, pretos e brancos, europeus e muçulmanos, intelectuais e esportistas, gremistas e colorados, pelotenses e riograndinos, brasileiros e argentinos. Cansei das pessoas que se acham melhores que as outras, por mais cultas ou poderosas, e também das que se julgam inferiores, comparando-se às primeiras. Cansei dos chantagistas e das chantagens, inclusive as sentimentais, da mesma forma que cansei de quem se deixa chantagear. Cansei dos noticiários da TV, das tragédias divulgadas com prazer mórbido e do sangue a escorrer nas páginas dos jornais. Cansei da guerra de vaidades, dos louros puxados para si, do esforço para aparecer, mas também cansei da falsa humildade, do arzinho de santo para impressionar. Cansei da hipocrisia, dos tapetes puxados de modo disfarçado e da ingenuidade exacerbada que incentiva a malandragem. Cansei até dos que se queixam de falta do que fazer, incapazes de perceber onde uma mãozinha se faz necessária.
Cansei de tanta coisa, que num rompante quase fiz as malas e, como Manuel Bandeira, fui embora pra Pasárgada. Por sorte, antes de pegar a estrada, lembrei que não sei o caminho, ninguém nunca descobriu. Assim, com meus próprios recursos, comecei a construir o mundo onde apreciaria viver.
Comecei devagarzinho, cultivando amores, como quem insiste com as violetas até vê-las se abrirem em flores. Depois, construí amizades, tijolo por tijolo, ligados entre eles com a massa da afinidade. Ao subirem as primeiras paredes, vi muitas mãos juntas às minhas, braços fortes que podiam muito mais. Ao longe, vi outros que se acercavam, desconfiados, tentando descobrir a importância da construção.
Esse mundo que sonhava, percebi, não era sonho só meu, desses que se sonha sozinho, com medo de passar por louco. Era o mundo possível e desejado, só precisava começar.
Assim, num esforço, podando aqui, acrescentando ali, continuei o trabalho. Dei crédito a quem merecia, atenção a quem precisava, carinho e força às pessoas certas em horas incertas. Busquei ser correta e leal, ainda que ás vezes ainda tropece em entulhos dispersos. Experimentei as melhores formas de usar o tempo, só pra aprender que o tempo ri da gente, enquanto foge entre os dedos, como feito de água. Não quis ser santa nem mártir, me recusei a ser vilã. Aceitei louros, distribuí homenagens e agradecimentos sinceros. Descobri que ser humana é aprendizagem preciosa e solidariedade começa em casa.
Mas também aprendi que cada um possui seu mundo e, mesmo com a maior boa vontade, não há como trocar de lugar. Pode-se ajudar a melhorar outros mundos ou contribuir para piorar. Mas cada um é responsável pelo mundo que deseja, construído com o seu próprio suor, e não vale o argumento de que cansou e vai desembarcar, porque o trabalho de construção só acaba no último tijolo."
Crônica de Marta Costa, de fev/2010.







Fotografias tiradas em 02/02/2017.
Galpão de Lata

31.1.17

Versatilidade


Um banquinho para cada estilo!

2ª quinzena de janeiro no Galpão



No início do ano decidi postar fotos do nosso cotidiano, no Galpão, num álbum do Facebook. Foi muito divertido ler cada comentário e as impressões dos nosso amigos. Algumas legendas:

​*Ganhei uma toalha de juta e renda, feita pela Ceminha! (Iracema). Foi direto para minha mesa de cabeceira.Juntou o rústico da juta com a delicadeza da renda.
No lado do Ricardo. Só o essencial. Ele ouve rádio todo o santo dia. (Acho que, sabendo o que acontece no resto do mundo, se certifica que mora no lugar certo! kkkk)

*Fotografei o "galpão de lata" que batizou o lugar onde moramos. É antigo. Bem velhinho. Mas olhar para ele, quando estamos chegando em casa, sempre me deixa feliz.

*Petiço "Volta-Volta Galponeiro". Meu parceiro, de esperar as vindas do Kike.

*O Ricardo preparou um churrasco, para receber amigos queridos. Fogo de chão é sempre um espetáculo.

*Uma bacia com verduras. Tão lindas que dá vontade de deixar "de enfeite".
Presente direto da horta do Alfredo e da Rudyane. Uma delícia!

*Bordando, com cordão, um pedaço de chita. Se der certo, vai para parede. Porque gosto do colorido e porque pinto & bordo, néam?
Tenho muitas molduras vazias (enjoei de umas reproduções), preciso inventar umas artes! Acho que tecido de chita é alegre, passa uma energia boa, muda o astral da casa...

*Ganhamos uma pequena horta, com temperos, da Narinha! 
Fixamos a caixa, em cima de suportes para prateleira, num lugar bem iluminado.

*Terneirinho, quando nasce no Galpão, é "grátis"! :D :D :D 
(Minha visão de pecuária é inquestionável.)

*Ricardo e Romualdo estão roçando o campo. Fica tão bonito!

29.1.17

O luxo do simples

Por Lya Luft, em 28/01/2017 


"Quando o difícil fica cada vez mais difícil na vida,
podemos ser mais simples até no café da manhã."
"Escutei na tevê essa frase tão óbvia e simples, que acabei achando um luxo: "Hoje em dia, a simplicidade é um luxo; e outro luxo é o tempo". Postei no meu Face, muita gente marcou, pensa assim também. Fiquei elaborando isso com os botões que não uso: essa transformação para valorizar o simples – ainda que seja meio de mentirinha, porque em geral acaba sendo simples sofisticado – é na verdade uma coisa muito boa. Vira tranquilidade. Vira liberdade. É anticorreria, antiostentação, anti-ter-de-tanta-coisa. Não ter de obedecer a tantas regras, poder usar o aventuresco até na casa: cadeiras e copos desiguais de propósito, roupa descombinada, o estilo é o que agrada a cada um. Podermos viajar nas almofadas exóticas ou superdiscretas, tapete idem, folhagem enorme num grande vaso ou flor num copinho de cachaça, tudo ali do jardim ou do terraço, livro espalhado ou mal empilhado. Abrir a cortina e a manhã inaugurar a vida com sol, azul, e até o luxo de um leve nevoeiro baixo. E as amizades, ah, as amizades sem inveja nem ciumeira nem cobrança, nem ressentimento, quando dá a gente se encontra, inventa um happy hour, ou passa meses sem se ver mas continua se amando igual.
Quanto mais o mundo se complica com horários, compromissos, contas, impostos, serviços medonhos e política nauseante, fora as novas descobertas de milhões e milhões desviados enquanto as crianças não têm comida nem escola, e a bandidagem se diverte às custas da polícia e comanda o país, mais nós procuramos a paz. Uma certa paz, a paz possível. Ansiar menos pelos luxos antigos que exigiam uma dinheirama – não querer mais impressionar, mas nos sentirmos bem, de jeito leve. Vamos ter tempo de viver um pouco mais, não em anos, mas em felicidade, sem tantas exigências.
De momento, faço uma tradução de filosofia, sofisticada, mas tudo ao meu redor é simples, portanto é um luxo esse trabalho intenso que há tempos não fazia. Sem complicação. Sem resmungar. Até uma das funcionárias comentou: "A senhora está de novo muito tempo trancada no escritório", e estou. Mas contente, porque se a crise exige mais trabalho, por outro lado foi minha profissão tantas décadas, e reencontro, nela, velhas alegrias.
Quando o difícil fica cada vez mais difícil na vida, podemos ser mais simples até no café da manhã: cada um prepara o que quer, depois bandejinha no colo cada um na sua poltrona, conversando, comentando notícias (haja estômago) ou olhando quietos as árvores com seu jogo quase sobrenatural de luzes e verdes. Porque para se amar, e estar feliz junto, não é preciso nenhuma aflição.
Isso enche meu coração: o luxo da simplicidade. Volta e meia um filho, filha, neto ou neta posta uma mensagem ou foto do seu iPhone pro meu, e a saudade já encolhe um pouco, pois no cyberspace estamos juntos. Nada daquele compromisso grave de tempos em que era dever visitar a avó, uma senhora de cabelo branco e vestido preto, a quem era preciso tratar com cerimônia – quando quem sabe ela estaria doida por uma brincadeira, uma risada, um encontro alegre?Um luxo que dá um pouquinho de trabalho: desenrolar o fio cheio de nós das antigas complicações."
* Trouxe da página de Flora Souza, no Facebook .

25.1.17

Ano XII




Roccana
Desde janeiro/2006, meu lugar de compartilhar sonhos e dividir a vida.
  Obrigada pela companhia!  ♥

Paraíso se mudou para cá





"Há um vilarejo ali 
Onde areja um vento bom 
Na varanda, quem descansa 
Vê o horizonte deitar no chão
Pra acalmar o coração 
Lá o mundo tem razão"

24.1.17

Tudo lindo!

A mesa espaçosa, feita de quatro partes de madeira rústica, fixadas num tronco; as cadeiras confortáveis, com detalhes em palha; o fogão à lenha; a parede de azulejos, para alegrar e facilitar a limpeza.
Lugar perfeito para preparar refeições e receber amigos.


Do Pinterest.

Para alegrar o dia

 

23.1.17

2 meses da Elisa!



♥ ♥ ♥ É muito amor!  ♥ ♥ ♥

Puro encantamento, por cada carinha, cada sorriso...
*Fotografada dia 19/01/2017, pela mamãe, Isara.

22.1.17


"Cada um deve aprimorar sua essência e não pretender se tornar o que não é."

Flávio Gikovate

Que seja bom

"O amor é uma prática - um ensaio diário de honestidade, presença, comunicação, aceitação, perdão e alongamento do coração e da mente através de novas e vulneráveis ​​dimensões. O amor é uma jornada diária."
"Como as pessoas em relacionamentos saudáveis ​​lidam com questões que não podem ser resolvidas? Elas aceitam um ao outro como são. Essas pessoas compreendem que os problemas são uma parte inevitável de qualquer relacionamento de longo prazo."

21.1.17

Nas melhores famílias

Sobre as tensões familiares
"A existência de sentimentos hostis ou competitivos não impede a presença, concomitante, de admiração, amor e de todos se sentirem acolhidos. Temos que nos familiarizar com a ambivalência: presença de sentimentos antagônicos em relação a uma mesma pessoa; no seio familiar é a regra."

Sobre o efeito de ações na intimidade
“Ninguém tem o direito de exigir nada de ninguém, muito menos dos mais íntimos. Temos o direito e mesmo o dever de informá-los sobre os desdobramentos de seus atos: ‘quando você age dessa ou daquela maneira, isso provoca em mim tantas e tais sensações e emoções’. Se o outro quiser nos agradar certamente tenderá a evitar as condutas que nos entristecem. Se não for esse o caso, cabe a nós decidir se aceitamos ou não o convívio com essa pessoa.”

Sobre pessoas com "gênio forte"
"O primeiro sinal de força de um ser humano reside na humildade de saber que não tem controle sobre as coisas que lhe são mais essenciais. Sim, porque este indivíduo aceitou a verdade. E isso não é coisa fácil de fazer, especialmente quando a verdade nos deixa impotentes e vulneráveis.
As pessoas que não toleram frustrações, dores e contrariedades são as fracas e não as fortes. Fazem muito barulho, gritam, fazem escândalos e ameaçam bater. São barulhentos e não fortes – estas duas palavras não são sinônimos!"

Flávio Gikovate

... e
DIFERENÇAS, RESSENTIMENTOS, DIFICULDADES, COBRANÇAS...

Mas...

"A existência de sentimentos hostis ou competitivos não impede a presença, 
concomitante, 
de admiração, amor e de todos se sentirem acolhidos."

Imagem

Chita!


Cor, energia, alegria!

Para relaxar

Pinterest

Link
Em casa temos lugares específicos para dormir, assistir TV, cozinhar, tomar banho...
Por que não ter um cantinho da preguiça?
Já tive um assim: quando o Dude (meu filho mais velho) era neném eu tinha uma salinha com um colchão, muitas almofadas e uma rede. Depois, precisei transformar essa sala em um quarto e engavetei a ideia.
Agora voltei a pensar nisso e encontrei muitas ideias inspiradoras, para serem postas em prática.
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