29.9.18
28.9.18
Susto!
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| 25/09/2018. |
Não tenho como não contar o susto que o Ricardo me deu, nesse final de setembro. Tudo começou com uma tempestade, muito vento e chuva intensa, de granizo, que danificou o telhado da cozinha, que temos em anexo, com fogão à lenha. Foi assustador!
Depois do temporal, ficamos dois dias sem energia elétrica, sem telefone e sem internet. Os pais do Ricardo, que tinham vindo passar o aniversário dele aqui, foram embora e nós ficamos na cidade, ainda sem nenhuma comunicação, isolados.
Assim que o sinal de telefone voltou, recebi uma ligação, que a Lídia tinha torcido o tornozelo, rompido ligamentos e articulações e estava de repouso, sem poder trabalhar e levar o Kike para a escola. Fui imediatamente para Pelotas e deixei o Ricardo com a nossa casa bagunçada, telhados furados, tudo molhado... Questão de prioridades!
Só que, no outro dia, o Ricardo me ligou, ofegante, assustado, falando, rapidamente, que tinha "se acidentado", sem entrar em detalhes, apenas pedindo que eu mandasse ajuda! Liguei para nossos amigos, para que fossem no Galpão, e fiquei muito assustada, sem saber o que tinha acontecido!
Mais tarde soube que ele chegou a ir sozinho, dirigindo, para a cidade. No caminho foi socorrido e levado para o hospital. O que houve?? Simplesmente tinha decidido consertar o telhado e acabou caindo, fazendo um corte enorme, na cabeça... Perdeu muito sangue e deu bastante trabalho para a equipe que o atendeu!
O Waguinho me dava notícias e mandava fotos, me tranquilizando: ele já estava bem, com muitos pontos (pelo menos 30!) e ia passar a noite em observação, no hospital. Como a Lídia aguardava diagnóstico e talvez precisasse se operar, fiquei em Pelotas. As horas se arrastaram! Me sentia angustiada, dividida, impotente! Ainda por cima, com o Anselmo viajando para o Canadá, na mesma noite! Esgotei meu estoque de preces e orações...
Nos dias seguintes fiquei viajando, entre Pelotas e Lavras. Os pais do Ricardo vieram e tudo foi se acalmando. A Lídia não precisou ser operada, mas vai ficar dois meses em tratamento e fisioterapia, afastada do trabalho.
O susto passou, mas as cicatrizes deixaram registrados esses momentos de medo e tensão! Num segundo, tudo muda. Não temos garantias de nada, apenas temos que aproveitar, da melhor forma, o que a vida nos presenteia - e, vale dizer, amigos são dos melhores presentes que podemos receber. Obrigada a todos que estiveram próximos e nos ajudaram tanto!
20.9.18
16.9.18
Bem assim
Quando me perguntam como eu "aguento" morar no campo...
Tenho a companhia do Ricardo, claro, mas passo muito tempo sozinha.
Tenho a companhia do Ricardo, claro, mas passo muito tempo sozinha.
Nenhum problema, me sinto em paz...
15.9.18
Toda a cozinha devia ter...
Flores sobre a mesa; cheirinho de café, frutas frescas;
mesa grande, para longas conversas; fogão à lenha; panos de prato bonitos,
alguns objetos antigos; louça colorida;
bancada espaçosa; geladeira cheia; nenhum desperdício; objetos reciclados;
companhia, na hora de cozinhar; parceria, para lavar a louça;
caderno com receitas de família; sol, batendo na janela...
13.9.18
5.9.18
Né?
Depois de um tempo, percebemos que valorizamos demais as contrariedades
e as coisas que aconteceram de um jeito diferente do planejado.
Deixa pra lá!
Vamos nos concentrar em simplificar a vida e aproveitar cada momento!
31.8.18
Agosto/2018 no Galpão
Muito frio, lagarteadas, lareira, churrasquinhos... Pois é! A grande aquisição do Galpão, nesse mês, foi uma churrasqueira, de verdade! Kkkkkk! Nossa varandinha ficou muito chique! :)
Sessentei, e, posso garantir, não é tarefa fácil! De qualquer forma, ser acarinhada, presenteada, ter amores & amigos por perto, deixa tudo mais leve!
Vejo, olhando a paisagem, que tudo se renova. Terneirinhos nascendo, calor do sol, dias felizes e muita gratidão, sempre!
30.8.18
20.8.18
17.8.18
15.8.18
9.8.18
8.8.18
Fica a dica
"Aposte nas roupas que fogem das tendências da estação e vista-se com atemporalidade!"
Conforto é tudo!
7.8.18
Pudim de Laranja Cremoso
Especialidade da chef Daniela Aliperti, via Casa Vogue.
Ingredientes para a base
• 450 ml de leite integral
• Casca de 1 laranja (ou as cascas de 2 limões sicilianos)
• 1 lata de leite condensado
• 2 ovos
• 4 gemas
Ingredientes para a calda de caramelo
• 150 de açúcar
• Água suficiente para molhar o açúcar
Modo de preparo da base
• Para preparar essa infusão, misture o leite e a casca de laranja. Leve ao fogo até que ferva e desligue
• Passe para um recipiente, adicione o leite condensado ao leite com laranja (ou limão), cubra e deixe descansar por meia hora. Retire a casca e reserve
• Se preferir um sabor mais acentuado, deixe a infusão repousar na geladeira de um dia para o outro
• Depois disso, bata os ovos e as gemas com um fouet em uma tigela e os incorpore à mistura já preparada. Coe e reserve
Modo de preparo da calda de caramelo
• Ponha o açúcar em uma panela e adicione água suficiente para cobri-lo
• Mexa antes de ligar o fogo, para uniformizar a mistura, e limpe as paredes da forma com um pincel molhado, para evitar a formação de cristais
• Cozinhe, sem mexer, até se transformar em caramelo
• Despeje a calda na forma para pudim. Se preferir, faça esse procedimento diretamente na forma
Montagem
• Preaqueça o fogo a 150 °C. Adicione a base do pudim à forma com caramelo
• Cubra com papel-alumínio, para evitar que a superfície do doce fique queimada, e cozinhe em banho-maria no forno de 1 hora a 1 hora e 30 minutos ou até que o centro do pudim esteja firme
6.8.18
Reunião em Pelotas
Como o aniversariante é muito mimoso, foi todo mundo para Pelotas!
Família reunida, mesa cheia, churrascos, brincadeiras...
Adoroooo!
5.8.18
31.7.18
Alegria
"Da língua portuguesa, a palavra alegria é a que tem mais sinônimos. Só para citar alguns deles: passarinho cantando; guerra de travesseiros; sorriso besta no canto da boca, bala vermelha do pacote; closet da Carrie Bradshaw; cantando na chuva; rain drops keep falling on my head; copo de água gelada em plena sede; vaga na porta; presente sem data especial; cheiro de chuva no mato; segredo compartilhado; cerveja gelada no sábado de sol; cantada inteligente; onda de sinais verdes; a velha calça azul e desbotada; teste positivo de gravidez; cama macia; despertador desligado; finalmente um banheiro; feriado na quarta-feira; achar dinheiro no bolso do paletó. Alegria não é nem pretende ser felicidade, porque ela se contenta em ser só alegria. Enquanto a felicidade cultiva o sempre, a alegria comemora o hoje. Felicidade é coisa séria. Alegria é infantil. Alegria é, enquanto a felicidade quer ser. A felicidade se acha, enquanto nós ficamos só procurando."
"Tenho a palavra Alegria tatuada no braço. O mesmo braço que tira do armário aquela peça que andava esquecida e até desacreditada. Bastam dois dedinhos para fazer uma velha produção sair do tédio e virar criança de novo. Tatuei a alegria em mim e com ela vou me distraindo, ao longo do caminho em direção a essa tal felicidade."
#crisguerra #alegria #palavraspravestir
29.7.18
Montevideo
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| Finalzinho de julho e pegamos a estrada, rumo a Montevidéo. Cássio, large, Waguinho, Ricardo e eu. Primeira parada em Treinta y Tres, para janta e pernoite. |
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| Jantar com todas aquelas delícias do Uruguai. Irresistíveis! |
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| Em Montevidéo, caminhadas e passeios, apesar do frio e chuvinha persistente. De noite, a chegada da Lídia, Henrique e Rafaela. |
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| Pela manhã, chegada da Carmem Luiza e café, no hotel. |
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| Primeira parada no Mercado Ferrando. Imperdível! Detalhes sobre o Ferrando no blog Viver Uruguay. |
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| Sonho realizado! Comemorar meus "sessentinha"no Mercado del Puerto, Uruguay, rodeada de pessoas que me fazem feliz! Obrigada! |
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| O sol apareceu e nos encantou... Passeio e fotos na Rambla. |
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| Últimas fotos e retorno. Coração feliz e agradecido. Veleu! ♥ |
14.7.18
10.7.18
Feito em casa
* Link
Lembro da minha mãe fazer sabão em casa, sempre. Era rotina, tempos atrás. Em todas casas, o sabão era artesanal e muitas receitas eram trocadas. Lembro até de usarem naftalina para perfumar e espantar as traças!
Esses, das fotos, leva argila rosa, água de rosas e sal rosa do Himalaia. "Faz uma cor super bonita que faz um grande presente", é o que diz, lá, na página de onde trouxe a receita. Pode ser usado como limpador facial ou sabonete.
8.7.18
7.7.18
Escrito em 07/07/2009, para o "Blog Amigos de Pelotas"
Crônica: Amo esta cidade

Ana Lúcia Bulcão Teixeira
Advogada e blogueira
Hoje, 07 de julho de 2009, Pelotas completa 197 anos. Moro aqui desde 1982. Em todos estes anos aconteceram tantas coisas que, se fosse contar, nem saberia por onde começar. O que sei é que só ultimamente descobri a cidade. Não me refiro aos prédios antigos, às ruas bem desenhadas, às praças, ao Laranjal, mas aos recantos menos óbvios, bairros menos movimentados, praias mais desconhecidas. Meu primeiro apartamento foi na Anchieta, pertinho do Capitólio. Foi deste ponto que decidi começar a conhecer a cidade, a pé, no primeiro inverno que passei aqui.
Todos os dias, depois do almoço, escolhia uma rua e ia caminhando, bem devagar, olhando os prédios com suas fachadas cheias de detalhes, as calçadas de ladrilhos hidráulicos, as pessoas apressadas, que pareciam não perceber toda a beleza ao seu redor, as vitrines... Lamento não existir câmera digital naquela época. Teria muitos registros!
Depois mudei para uma casa, ainda na Anchieta, pertinho da Catedral e do Colégio Gonzaga. Ali criei meus filhos e, através deles, minha interação com a cidade aumentou. Eles frequentavam a escolinha, íamos ao teatro Sete de Abril sempre que tinha alguma peça infantil, comprávamos livros na Mundial, lanchávamos no Centro... Tão bom passear pelas ruas próximas e sentar nos bancos do entorno da Catedral para tomar sol! Via a cidade através dos olhos deles, descobrindo tudo, com um prazer imenso!
O tempo foi passando, minha vida acontecendo, trabalhei, fiz muitos amigos, mudei para um bairro afastado do centro e tudo se foi modificando. Aprendi a ver a cidade com olhos maduros e sei o quanto foi bom ter vivido aqui todos estes anos.
É engraçado... Nunca fui boa com datas, números, estas coisas; então, fico perdida, tentando fazer uma retrospectiva de tudo o que aconteceu nesse tempo todo! Mas sou boa em lembranças, sentimentos, emoções e todas as experiências que vivi aqui me fizeram amar esta cidade e valorizar tudo de bom que ela tem.
Talvez por não ter nascido aqui, talvez pelo meu jeito de observar e sentir a cidade, sempre fico com a impressão de que ela não é valorizada como deveria, cuidada como merecia, tratada com carinho pelos próprios pelotenses.
Tudo tão antigo, tão sedimentado! Velhos hábitos, comportamentos que se repetem há décadas! E isso na política, nos meios culturais, no comércio, no cotidiano da cidade! Como se qualquer coisa que pudesse mudar o que já existe fosse ameaçador ou inadequado.
Acho que vou reler "Satolep", do Vitor Ramil, desta vez de trás pra frente, como inspira o título. Quando li, pela primeira vez, senti como se tudo, finalmente, fizesse sentido. Li devagar e não consegui fazer de outro jeito, apesar de querer devorar cada página. “Satolep” precisa ser lido assim, lentamente. Saboreando cada palavra, digerindo cada sensação... Este livro construiu, em mim, um passado que não vivi aqui.
Há pouco dei uma caminhada. Noite com neblina, mas com uma lua enorme espiando entre as nuvens. Gosto daqui. Amo esta cidade. Quero guardar cada paisagem, cada ângulo, cada detalhe. Acredito que é hora de olhar Pelotas com carinho. Retribuir tudo o que ela nos dá. Tanta beleza, tanta história, tantos talentos...
Respirei profundamente, enquanto sentia a umidade na minha pele, e agradeci o privilégio enorme que é morar aqui, pertencer a este lugar.
Postado por Rubens Filho
Marcadores: Crônicas
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1.7.18
Sim!
"A vida pode ser dolorida em muitas circunstâncias, eu sei,
mas nego-me, veementemente, a viver com o coração amortecido.
Aprendi ontem que o universo sempre diz sim. Seja qual for o nosso pensamento.
Nada nos é negado, e, por isso mesmo, devemos estar atentos ao nosso desejar."
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