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27.5.26

Lembranças


Das "Lembranças do Facebook"...
Trouxe, também, o comentário da minha prima, Leonor Rodrigues (Neneca):
"Saudades, nosso gentleman gaudério: 
fleuma britânica, papo de conversa muy pampeana!"
Um jeito especial de ver o Donairão!

2.11.25

Crepúsculo

 

Nessa hora, sempre uma nostalgia.
Especialmente hoje, dia de saudades...
Na verdade, cada vez lembro mais daqueles que 
eu amava e já partiram.
.
Li, outro dia:
"Cada canto tem um eco de conversas antigas. 
O corredor parecia mais longo quando as luzes estavam apagadas,
os degraus da escada sabiam de cor os passos de cada um que viveu aqui…
A casa parece respirar no silêncio, cheia de vozes que só a memória pode ouvir.


24.10.25

Minha mãe de petit poá!

Minha mãe tinha uma camisa igual a da Odete Roitman!
Inclusive com o laço, que, na foto, não estava amarrado do mesmo jeito.
Lembrei na hora, quando vi a foto da vilã fashionista da novela das 9h!

Então fui procurar a foto, dos meus pais, num dia especial:
minha formatura de Direito, em 1980! 
Bom relembrar!

10.8.25

Uma leitura, para o Dia dos Pais

Assista o vídeo nesse link, do Instagram.


QUANDO OS PAIS PARTEM: 
O SILÊNCIO DA ORFANDADE ADULTA
"A morte dos pais é uma experiência que, mesmo esperada com o passar dos anos, nunca deixa de ser um terramoto silencioso na nossa alma. Quando ambos os pais se vão, e nos tornamos órfãos já adultos, algo muda dentro de nós de forma sutil e profunda. De repente, por mais madura que seja a nossa idade, vemo-nos “despidos” diante da vida. A sensação de pertencer a um lugar seguro desaparece. Não importa quão longa tenha sido a jornada, mas perder os pais é como perder as raízes, o porto, a bússola. É uma dor que vem ao mesmo tempo com um enorme peso e um estranho vazio. Já não há mais aquela voz ao telefone a perguntar se chegamos bem, não há mais aquela casa que, mesmo envelhecida, parecia eterna. Os rituais simples — o almoço de domingo, o conselho repetido, o abraço que parecia curar tudo — tornam-se lembranças que ardem. A orfandade na vida adulta traz uma estranha inversão: a criança que fomos parece despertar, como se estivesse à procura de um colo num mundo que já não oferece mais esse abrigo. E junto disso, vem uma nova camada de solidão: a percepção de que agora somos os próximos na fila, que a geração anterior foi-se, e que nós, queiramos ou não, carregamos agora a tocha da história da família. Não é apenas a ausência física que dói, mas o silêncio do mundo sem aqueles que sabiam quem nós éramos antes mesmo de nos tornarmos adultos. Ninguém mais vai lembrar-se dos nossos primeiros passos, do nosso primeiro dente que caiu, do medo que sentíamos no escuro. Há uma parte da nossa história que morre com eles, e isso deixa uma espécie de luto, que também o é por si mesmo. Mas aos poucos, se houver tempo e amor, o luto encontra um lugar tranquilo na nossa memória. A dor torna-se uma presença delicada. O colo perdido transforma-se numa força que mora bem dentro do nosso coração e, no silêncio que os pais deixaram, começa a nascer um tipo de paz que honra o que eles foram para nós e tudo aquilo que deixaram gravado em nós mesmos."
José Micard Teixeira

22.5.25

Faz bem para a alma


Contemplar o fogo na lareira da casa de Lavras é quase um ritual...
Lembranças e sentimento de gratidão por outros momentos vividos aqui, nesse mesmo lugar. 

17.3.25

Lembranças


A minha geração tem raros registros fotográficos da sua infância,
principalmente de momentos comuns, datas sem importância.
Lembro direitinho desse dia: estávamos nas Cordilheiras e, na vinda para Lavras,
a caminhonete que minha mãe dirigia atolou.
O pai veio a cavalo, montando o "Nanico", ajudar. 
E me pegou para brincar na grama e fazer cócegas. 
Minha mãe fotografou e, agora, o Pedro coloriu.
Ficou a lembrança...

Obs.: Não era comum mulheres dirigirem. E tirarem fotografias.
Obs.2: Era rotineiro os homens andarem com uma arma, na cintura.
Obs.3: Fui criada por uma mãe feminista e um pai machão/machista! kkkkk

_______________________________________________ 


Por que as pessoas tiravam menos fotos nos anos 60?

As câmeras eram caras e pouco acessíveis

  • Nem todas as famílias tinham câmeras fotográficas, pois eram itens considerados de luxo.
  • As câmeras mais populares, como a Kodak Instamatic, conseguiram baratear a fotografia, mas ainda não era algo do dia a dia.

Filmes fotográficos tinham um custo alto

  • Era necessário comprar rolos de filme e, depois de tirar as fotos, enviá-los para revelação.
  • O processo era caro e demorado, então as pessoas economizavam cliques para momentos realmente especiais.

Fotografia era usada apenas em datas importantes

  • Ao contrário de hoje, onde registramos tudo com os smartphones, nos anos 60 as fotos foram tiradas apenas em eventos como casamentos, aniversários e viagens.

Não havia visualização imediata

  • Diferente das câmeras digitais e celulares, as fotos só puderam ser vistas depois da revelação, o que fez com que as pessoas tirassem menos para evitar desperdício.

Álbuns de fotos eram comuns, mas limitados

  • As fotos eram impressas e guardadas em álbuns de família , sem a possibilidade de compartilhamento instantâneo.

Como isso mudou com o tempo?

Anos 70 e 80: Câmeras Polaroid conseguiram popularizar a fotografia instantaneamente.
Anos 90 e 2000: Câmeras digitais tornaram mais fácil e barato tirar muitas fotos.
Hoje: Com os smartphones, as pessoas tiraram milhares de fotos por ano, compartilhando instantaneamente nas redes sociais.

Se nos anos 60 tirar uma foto era um momento especial , hoje fazemos isso com apenas um toque. Mas a essência continua a mesma: registrar memórias para o futuro!      

                                                                ✨📸✨ 

16.9.24

Um registro


Nasceu a primeira cria de uma vaquilhona com o sinal da Querência,
e o Ricardo fotografou.
Até então eram crias das vacas que herdei do meu pai.
O tempo passa e a vida segue seu ciclo... 

27.6.24

Álbum de fotografias

Mais fotos antigas que recebi e trazem fragmentos da história da minha família:

 

Meus bisavós, Vicente e Ercília, com alguns de seus filhos, genros e noras.

Encontro de Família. Nesse estou presente, com meus filhos Anselmo e Lídia.

Nostalgia

Adorei rever essa foto e aproveitando o #tbt vou publicar, aqui.
Meus pais, Donairo e Célia, e
meus irmãos, Valério Augusto (Guga) e José Donairo (Pigue),
no dia 02/07/1966.
Fazem muita falta...

*♥*•.¸¸.*♥*.¸¸. •*♥* . *♥*•.¸¸.*♥*.¸¸. •*♥*

✔  A famosa sigla TBT é para “Throwback Thursday” que em português é traduzido como “Quinta-feira do Retorno”. É uma das siglas mais populares da Internet, geralmente usada como hashtag pelos usuários para marcar publicações que sejam do passado, que deixaram saudades e que foram boas lembranças.


Recebi mais duas fotos, desse mesmo dia 

Casamento dos meus tios, Liara e Jorge Henrique.
Na primeira foto, as cunhadas e irmãs da noiva. Minha mãe, cunhada, está do lado dela.
Na outra foto, estou com minhas primas. A mais alta é a Marilene. Depois Ana Beatriz e Maria Júlia.

3.8.23

Marcas!

Quis marcar o tronco e pensei em quanta história e 
quanto trabalho há nesses símbolos campeiros!
E é disso que falam esses versos do Ricardo:

"Somos o que vivemos
e as escolhas que fazemos
também são parte de nós
Somos a história dos avós
que nos trouxe até aqui
E tudo o que eu aprendi
tá escrito na minha estrada
pois eu conheço a volteada
e assim foi que eu cresci."

8.5.23

 Voltando pra casa...


Lembrando de como eu gostava de atravessar esta ponte, quando era criança!
Significava passear em Porto Alegre ou ir para a praia!
Obrigada, Donairão, por tudo que me proporcionaste. Feliz aniversário, nesse 8 de maio sem tua presença...

16.9.22

Homenagem



O meu pai, José Donairo Teixeira, foi homenageado 
no dia da apresentação do projeto
 do Livro Sobre a História do CTG Lanceiros do Batoví",
que será escrito pela minha querida Leonor Rodrigues.
Quem recebeu a placa foi o seu bisneto, Valério Augusto (vídeo).
Momento emocionante e cheio de boas lembranças.
Felizmente o pai recebeu muitas homenagens em vida, o que me deixa muito feliz!

2.10.21

Priminhos

Álbum de família, com os bisnetos de Donairo e Célia.
💚 Turma Do_Ce! 💚
Henrique, Donairinho e Valério Augusto!

Lavras do Sul, 02/10/2021.

29.7.21

Minha "Marca de Copas"


Essa marca, desenhada no Certificado, pertencia ao irmão mais moço do meu pai, Walter, e era registrada no município de São Gabriel. 
É uma longa história, mas o desenho de "copas", nas marcas do gado, sempre foi usado pela família Teixeira, em vários formatos e derivações.
Quando vim morar em Lavras, meu pai trouxe um ferro, com a marca do Tio Walter, me mostrou e disse que queria que eu usasse. O Tio Walter, muito querido por todos nós, não teve filhos, e faleceu há alguns anos, e ninguém da família a estava usando.
Então eu precisava registrá-la, na Prefeitura de Lavras. Por coincidência, o Ricardo era, na época, Secretário do Meio Rural - justamente o setor da prefeitura que cuidava desses registros.
Resultado: o meu certificado foi assinado pelo Ricardo. E vai ser devidamente emoldurado e colocado numa parede do nosso galpão.
 
"Marca de copas no couro, queimada prá toda a vida
razão de tempo e lida, com os motivos de encanto
quem tem a marca escrita, na memória deste pago
é tempo enraizado, história e herança no entanto"

- Versos: Ricardo Félix Haas

18.4.21


Separei esta foto, hoje, cedinho. Tirei em dezembro/2019. 
Quis escrever a respeito desse primeiro ano sem ele, mas não consegui. 
Difícil acreditar! Um ano, já!
 E, como sempre, cada vez que tento descrever o que sinto, só me vem essa ideia: 
"Presença forte, ausência sentida."
 Ou: 
"Ausência forte, presença sentida". 
É isso. 
Faz muita falta a sua presença, ao mesmo tempo que ele nunca foi embora...

31.3.21

Março/2021 nas Cordilheiras

Mês em que me apaixonei por um lugar, para construir nossa casa.
Muito feliz e agradecida aos meus sobrinhos, meus filhos e ao Ricardo.
Gratidão infinita aos meus pais e irmãos, por tudo que vivemos juntos, aqui.
Que os novos tempos honrem ao Vô Valério, Vó Julita 
e todos que trabalharam nesses campos, antes de nós.


22.10.20

Álbum de fotografias




Adorei estas fotos que a Tia Iza me mandou! Momentos da minha infância, que adorei relembrar!
Aparecem meus avós, tios e primos, do lado da minha mãe.

 

22.8.20

Chimarrão compartilhado?

Tempos de Covid19 ou cada um tem sua mania, na hora de tomar o chimarrão? 
Qual a resposta certa? 😅


Fiquei lembrando que a minha mãe e o meu pai todas as manhãs tomavam mate juntos, mas em cuias diferentes! 
Ele numa cuia grandona, com a água na chaleira.
Ela numa cuia menor, com água na garrafa térmica.
O pai reclamava que não dava pra tomar mate com a mãe porque ela usava "de microfone", andava pela casa, não sossegava...
Ela dizia que ele tomava mate frio e ruim! kkkk Devia ser, mesmo: sempre que podia ele roubava uma água mais quente da garrafa dela!! Se flagrado, levava uma bronca!!
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