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22.6.26

Efêmeras

                                                                                                                     Flores da Dona Célia...

"As flores nos ensinam uma grande lição: 
elas não são feitas para durar, 
mas para nos lembrar de viver o presente. 
Elas nascem, crescem, florescem e, um dia, partem, 
assim como cada momento da nossa vida.
Que possamos aprender, com elas, a valorizar o agora, 
a beleza do instante e
 a impermanência das coisas."

2.11.25

Crepúsculo

 

Nessa hora, sempre uma nostalgia.
Especialmente hoje, dia de saudades...
Na verdade, cada vez lembro mais daqueles que 
eu amava e já partiram.
.
Li, outro dia:
"Cada canto tem um eco de conversas antigas. 
O corredor parecia mais longo quando as luzes estavam apagadas,
os degraus da escada sabiam de cor os passos de cada um que viveu aqui…
A casa parece respirar no silêncio, cheia de vozes que só a memória pode ouvir.


24.10.25

Minha mãe de petit poá!

Minha mãe tinha uma camisa igual a da Odete Roitman!
Inclusive com o laço, que, na foto, não estava amarrado do mesmo jeito.
Lembrei na hora, quando vi a foto da vilã fashionista da novela das 9h!

Então fui procurar a foto, dos meus pais, num dia especial:
minha formatura de Direito, em 1980! 
Bom relembrar!

Queridas


Grandes amigas, muita saudade!
A mãe estaria de aniversário hoje. A Tia Ailka também era de outubro, dia 17.
❤️ ❤️ ❤️

10.8.25

Uma leitura, para o Dia dos Pais

Assista o vídeo nesse link, do Instagram.


QUANDO OS PAIS PARTEM: 
O SILÊNCIO DA ORFANDADE ADULTA
"A morte dos pais é uma experiência que, mesmo esperada com o passar dos anos, nunca deixa de ser um terramoto silencioso na nossa alma. Quando ambos os pais se vão, e nos tornamos órfãos já adultos, algo muda dentro de nós de forma sutil e profunda. De repente, por mais madura que seja a nossa idade, vemo-nos “despidos” diante da vida. A sensação de pertencer a um lugar seguro desaparece. Não importa quão longa tenha sido a jornada, mas perder os pais é como perder as raízes, o porto, a bússola. É uma dor que vem ao mesmo tempo com um enorme peso e um estranho vazio. Já não há mais aquela voz ao telefone a perguntar se chegamos bem, não há mais aquela casa que, mesmo envelhecida, parecia eterna. Os rituais simples — o almoço de domingo, o conselho repetido, o abraço que parecia curar tudo — tornam-se lembranças que ardem. A orfandade na vida adulta traz uma estranha inversão: a criança que fomos parece despertar, como se estivesse à procura de um colo num mundo que já não oferece mais esse abrigo. E junto disso, vem uma nova camada de solidão: a percepção de que agora somos os próximos na fila, que a geração anterior foi-se, e que nós, queiramos ou não, carregamos agora a tocha da história da família. Não é apenas a ausência física que dói, mas o silêncio do mundo sem aqueles que sabiam quem nós éramos antes mesmo de nos tornarmos adultos. Ninguém mais vai lembrar-se dos nossos primeiros passos, do nosso primeiro dente que caiu, do medo que sentíamos no escuro. Há uma parte da nossa história que morre com eles, e isso deixa uma espécie de luto, que também o é por si mesmo. Mas aos poucos, se houver tempo e amor, o luto encontra um lugar tranquilo na nossa memória. A dor torna-se uma presença delicada. O colo perdido transforma-se numa força que mora bem dentro do nosso coração e, no silêncio que os pais deixaram, começa a nascer um tipo de paz que honra o que eles foram para nós e tudo aquilo que deixaram gravado em nós mesmos."
José Micard Teixeira

21.7.25

Flores


"Entender que a vida é feita de ciclos faz com que você fique em paz
com tudo que chega e tudo que se vai."

22.5.25

Faz bem para a alma


Contemplar o fogo na lareira da casa de Lavras é quase um ritual...
Lembranças e sentimento de gratidão por outros momentos vividos aqui, nesse mesmo lugar. 

9.4.25

Hoje, ainda

As flores que a minha mãe plantou, ainda enfeitam o jardim...
09/4/2025.
 

"Cuide das flores. Regue os seus sonhos. Sorria sem motivo. Agradeça sem razão. Caminhe leve. Abrace forte. Peça desculpas. Perdoe depressa. Liberte os sentimentos bons. Cultive o simples. Escute músicas que te fazem dançar. Escreva bilhetes carinhosos. Partilhe silêncios sinceros. Valorize os instantes. Olhe nos olhos. Respire fundo. Acalme o coração. Não adie afetos. Não economize gestos. Lembre-se: o que vale a pena é sempre agora. Viva presente. Ame inteiro. Porque no fundo, viver é isso — decorar a alma e abrir a porta para a felicidade entrar."

17.3.25

Lembranças


A minha geração tem raros registros fotográficos da sua infância,
principalmente de momentos comuns, datas sem importância.
Lembro direitinho desse dia: estávamos nas Cordilheiras e, na vinda para Lavras,
a caminhonete que minha mãe dirigia atolou.
O pai veio a cavalo, montando o "Nanico", ajudar. 
E me pegou para brincar na grama e fazer cócegas. 
Minha mãe fotografou e, agora, o Pedro coloriu.
Ficou a lembrança...

Obs.: Não era comum mulheres dirigirem. E tirarem fotografias.
Obs.2: Era rotineiro os homens andarem com uma arma, na cintura.
Obs.3: Fui criada por uma mãe feminista e um pai machão/machista! kkkkk

_______________________________________________ 


Por que as pessoas tiravam menos fotos nos anos 60?

As câmeras eram caras e pouco acessíveis

  • Nem todas as famílias tinham câmeras fotográficas, pois eram itens considerados de luxo.
  • As câmeras mais populares, como a Kodak Instamatic, conseguiram baratear a fotografia, mas ainda não era algo do dia a dia.

Filmes fotográficos tinham um custo alto

  • Era necessário comprar rolos de filme e, depois de tirar as fotos, enviá-los para revelação.
  • O processo era caro e demorado, então as pessoas economizavam cliques para momentos realmente especiais.

Fotografia era usada apenas em datas importantes

  • Ao contrário de hoje, onde registramos tudo com os smartphones, nos anos 60 as fotos foram tiradas apenas em eventos como casamentos, aniversários e viagens.

Não havia visualização imediata

  • Diferente das câmeras digitais e celulares, as fotos só puderam ser vistas depois da revelação, o que fez com que as pessoas tirassem menos para evitar desperdício.

Álbuns de fotos eram comuns, mas limitados

  • As fotos eram impressas e guardadas em álbuns de família , sem a possibilidade de compartilhamento instantâneo.

Como isso mudou com o tempo?

Anos 70 e 80: Câmeras Polaroid conseguiram popularizar a fotografia instantaneamente.
Anos 90 e 2000: Câmeras digitais tornaram mais fácil e barato tirar muitas fotos.
Hoje: Com os smartphones, as pessoas tiraram milhares de fotos por ano, compartilhando instantaneamente nas redes sociais.

Se nos anos 60 tirar uma foto era um momento especial , hoje fazemos isso com apenas um toque. Mas a essência continua a mesma: registrar memórias para o futuro!      

                                                                ✨📸✨ 

21.10.24

27.6.24

Álbum de fotografias

Mais fotos antigas que recebi e trazem fragmentos da história da minha família:

 

Meus bisavós, Vicente e Ercília, com alguns de seus filhos, genros e noras.

Encontro de Família. Nesse estou presente, com meus filhos Anselmo e Lídia.

Nostalgia

Adorei rever essa foto e aproveitando o #tbt vou publicar, aqui.
Meus pais, Donairo e Célia, e
meus irmãos, Valério Augusto (Guga) e José Donairo (Pigue),
no dia 02/07/1966.
Fazem muita falta...

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✔  A famosa sigla TBT é para “Throwback Thursday” que em português é traduzido como “Quinta-feira do Retorno”. É uma das siglas mais populares da Internet, geralmente usada como hashtag pelos usuários para marcar publicações que sejam do passado, que deixaram saudades e que foram boas lembranças.


Recebi mais duas fotos, desse mesmo dia 

Casamento dos meus tios, Liara e Jorge Henrique.
Na primeira foto, as cunhadas e irmãs da noiva. Minha mãe, cunhada, está do lado dela.
Na outra foto, estou com minhas primas. A mais alta é a Marilene. Depois Ana Beatriz e Maria Júlia.

12.6.24

Tão linda!


Em Lavras, uma surpresa em forma de flor...
O jardim da Dona Célia sempre manda recados.

5.12.23

Cuidados

 

Gosto de ver o jardim, que a mãe cuidava, tão bonito,
depois das geadas e chuvas frequentes...

15.9.23

Copo-de-leite


Toda a primavera abre uma flor inesperada, no jardim da Dona Célia.
Me emociono, quando lembro do tempo que ela ficava cuidando das plantas...

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