Hoje minha mãe estaria de aniversário.
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24.10.26
30.9.26
21.9.26
14.7.26
22.6.26
Efêmeras
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| Flores da Dona Célia... |
"As flores nos ensinam uma grande lição:
elas não são feitas para durar,
mas para nos lembrar de viver o presente.
Elas nascem, crescem, florescem e, um dia, partem,
assim como cada momento da nossa vida.
Que possamos aprender, com elas, a valorizar o agora,
a beleza do instante e
a impermanência das coisas."
2.11.25
Crepúsculo
Nessa hora, sempre uma nostalgia.
Especialmente hoje, dia de saudades...
Na verdade, cada vez lembro mais daqueles que
eu amava e já partiram.
.
Li, outro dia:
"Cada canto tem um eco de conversas antigas.
O corredor parecia mais longo quando as luzes estavam apagadas,
os degraus da escada sabiam de cor os passos de cada um que viveu aqui…
A casa parece respirar no silêncio, cheia de vozes que só a memória pode ouvir.
24.10.25
Minha mãe de petit poá!
Minha mãe tinha uma camisa igual a da Odete Roitman!
Inclusive com o laço, que, na foto, não estava amarrado do mesmo jeito.
Lembrei na hora, quando vi a foto da vilã fashionista da novela das 9h!
Inclusive com o laço, que, na foto, não estava amarrado do mesmo jeito.
Lembrei na hora, quando vi a foto da vilã fashionista da novela das 9h!
Então fui procurar a foto, dos meus pais, num dia especial:
minha formatura de Direito, em 1980!
Bom relembrar!
minha formatura de Direito, em 1980!
Bom relembrar!
Queridas
Grandes amigas, muita saudade!
A mãe estaria de aniversário hoje. A Tia Ailka também era de outubro, dia 17.
❤️ ❤️ ❤️
10.8.25
Uma leitura, para o Dia dos Pais
Assista o vídeo nesse link, do Instagram.
O SILÊNCIO DA ORFANDADE ADULTA
"A morte dos pais é uma experiência que, mesmo esperada com o passar dos anos, nunca deixa de ser um terramoto silencioso na nossa alma. Quando ambos os pais se vão, e nos tornamos órfãos já adultos, algo muda dentro de nós de forma sutil e profunda. De repente, por mais madura que seja a nossa idade, vemo-nos “despidos” diante da vida. A sensação de pertencer a um lugar seguro desaparece. Não importa quão longa tenha sido a jornada, mas perder os pais é como perder as raízes, o porto, a bússola. É uma dor que vem ao mesmo tempo com um enorme peso e um estranho vazio. Já não há mais aquela voz ao telefone a perguntar se chegamos bem, não há mais aquela casa que, mesmo envelhecida, parecia eterna. Os rituais simples — o almoço de domingo, o conselho repetido, o abraço que parecia curar tudo — tornam-se lembranças que ardem. A orfandade na vida adulta traz uma estranha inversão: a criança que fomos parece despertar, como se estivesse à procura de um colo num mundo que já não oferece mais esse abrigo. E junto disso, vem uma nova camada de solidão: a percepção de que agora somos os próximos na fila, que a geração anterior foi-se, e que nós, queiramos ou não, carregamos agora a tocha da história da família. Não é apenas a ausência física que dói, mas o silêncio do mundo sem aqueles que sabiam quem nós éramos antes mesmo de nos tornarmos adultos. Ninguém mais vai lembrar-se dos nossos primeiros passos, do nosso primeiro dente que caiu, do medo que sentíamos no escuro. Há uma parte da nossa história que morre com eles, e isso deixa uma espécie de luto, que também o é por si mesmo. Mas aos poucos, se houver tempo e amor, o luto encontra um lugar tranquilo na nossa memória. A dor torna-se uma presença delicada. O colo perdido transforma-se numa força que mora bem dentro do nosso coração e, no silêncio que os pais deixaram, começa a nascer um tipo de paz que honra o que eles foram para nós e tudo aquilo que deixaram gravado em nós mesmos."
José Micard Teixeira
2.8.25
21.7.25
Flores
"Entender que a vida é feita de ciclos faz com que você fique em paz
com tudo que chega e tudo que se vai."
22.5.25
Faz bem para a alma
Contemplar o fogo na lareira da casa de Lavras é quase um ritual...
Lembranças e sentimento de gratidão por outros momentos vividos aqui, nesse mesmo lugar.
9.4.25
Hoje, ainda
As flores que a minha mãe plantou, ainda enfeitam o jardim...
09/4/2025.
"Cuide das flores. Regue os seus sonhos. Sorria sem motivo. Agradeça sem razão. Caminhe leve. Abrace forte. Peça desculpas. Perdoe depressa. Liberte os sentimentos bons. Cultive o simples. Escute músicas que te fazem dançar. Escreva bilhetes carinhosos. Partilhe silêncios sinceros. Valorize os instantes. Olhe nos olhos. Respire fundo. Acalme o coração. Não adie afetos. Não economize gestos. Lembre-se: o que vale a pena é sempre agora. Viva presente. Ame inteiro. Porque no fundo, viver é isso — decorar a alma e abrir a porta para a felicidade entrar."
29.3.25
17.3.25
Lembranças
A minha geração tem raros registros fotográficos da sua infância,
principalmente de momentos comuns, datas sem importância.
Lembro direitinho desse dia: estávamos nas Cordilheiras e, na vinda para Lavras,
a caminhonete que minha mãe dirigia atolou.
O pai veio a cavalo, montando o "Nanico", ajudar.
E me pegou para brincar na grama e fazer cócegas.
Minha mãe fotografou e, agora, o Pedro coloriu.
Ficou a lembrança...
Obs.: Não era comum mulheres dirigirem. E tirarem fotografias.Obs.2: Era rotineiro os homens andarem com uma arma, na cintura.Obs.3: Fui criada por uma mãe feminista e um pai machão/machista! kkkkk
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Por que as pessoas tiravam menos fotos nos anos 60?
As câmeras eram caras e pouco acessíveis
- Nem todas as famílias tinham câmeras fotográficas, pois eram itens considerados de luxo.
- As câmeras mais populares, como a Kodak Instamatic, conseguiram baratear a fotografia, mas ainda não era algo do dia a dia.
Filmes fotográficos tinham um custo alto
- Era necessário comprar rolos de filme e, depois de tirar as fotos, enviá-los para revelação.
- O processo era caro e demorado, então as pessoas economizavam cliques para momentos realmente especiais.
Fotografia era usada apenas em datas importantes
- Ao contrário de hoje, onde registramos tudo com os smartphones, nos anos 60 as fotos foram tiradas apenas em eventos como casamentos, aniversários e viagens.
Não havia visualização imediata
- Diferente das câmeras digitais e celulares, as fotos só puderam ser vistas depois da revelação, o que fez com que as pessoas tirassem menos para evitar desperdício.
Álbuns de fotos eram comuns, mas limitados
- As fotos eram impressas e guardadas em álbuns de família , sem a possibilidade de compartilhamento instantâneo.
Como isso mudou com o tempo?
Anos 70 e 80: Câmeras Polaroid conseguiram popularizar a fotografia instantaneamente.Anos 90 e 2000: Câmeras digitais tornaram mais fácil e barato tirar muitas fotos.Hoje: Com os smartphones, as pessoas tiraram milhares de fotos por ano, compartilhando instantaneamente nas redes sociais.Se nos anos 60 tirar uma foto era um momento especial , hoje fazemos isso com apenas um toque. Mas a essência continua a mesma: registrar memórias para o futuro!
✨📸✨
24.10.24
21.10.24
27.6.24
Álbum de fotografias
Mais fotos antigas que recebi e trazem fragmentos da história da minha família:
Meus bisavós, Vicente e Ercília, com alguns de seus filhos, genros e noras.
Encontro de Família. Nesse estou presente, com meus filhos Anselmo e Lídia.
Nostalgia
Adorei rever essa foto e aproveitando o #tbt vou publicar, aqui.
Meus pais, Donairo e Célia, e
meus irmãos, Valério Augusto (Guga) e José Donairo (Pigue),
no dia 02/07/1966.
Fazem muita falta...
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✔ A famosa sigla TBT é para “Throwback Thursday” que em português é traduzido como “Quinta-feira do Retorno”. É uma das siglas mais populares da Internet, geralmente usada como hashtag pelos usuários para marcar publicações que sejam do passado, que deixaram saudades e que foram boas lembranças.
Recebi mais duas fotos, desse mesmo dia
Casamento dos meus tios, Liara e Jorge Henrique.
Na primeira foto, as cunhadas e irmãs da noiva. Minha mãe, cunhada, está do lado dela.
Na primeira foto, as cunhadas e irmãs da noiva. Minha mãe, cunhada, está do lado dela.
Na outra foto, estou com minhas primas. A mais alta é a Marilene. Depois Ana Beatriz e Maria Júlia.
12.6.24
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