24.9.10

Movimento

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Se a vida é uma grande brincadeira, por que levar tudo tão a sério?
Talvez o melhor seja simplesmente constatar que as coisas tem seu destino
e que devemos ter o bom senso de confiar e deixar acontecer.
Não adianta reclamar, dar murros em ponta de faca, navegar contra a maré.
As coisas são como são. Ou não? Temos o poder de interferir? Modificar?
Confesso: ando cansada de lutar contra sentimentos
que parecem infinitamente mais fortes do que a minha vontade.
Ou minha vontade anda nula, ou o que sinto escapa do meu controle.
É a velha contradição: razão ou emoção?
Quero ficar de alma leve. Brincar. Girar.
Se possível, esquecer.


4 comentários:

bel disse...

querida, sei bem como é.
e no final de tudo, o que importa é o que nos traz amor e alegria.
beijos!

Lúcia Soares disse...

Ana, podia ser eu a escrever exatamente isso. Até fiz, muito parecido, hoje, mas acabei deletando.
Beijos!

Ana disse...

Oi, Isabel!
É verdade.
Mas, quando estamos no meio de um turbilhão, não temos a lucidez de ver as coisas assim...
Mas, faz parte...
Beijos!

Ana disse...

Oi, Lúcia!
Também deleto muitas coisas...
Mas, quando publico, sempre tem alguém que se identifica, e isto não tem preço! Gosto da sensação de ser compreendida, de não ser a única! Heheheh!
Beijão! Obrigada!

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