30.11.06

Na parede do meu quarto













Cartão que comprei no Brique da Redenção há muito tempo e mandei emoldurar.
Pra não esquecer.

29.11.06

28.11.06

Jeito estúpido de amar!


Sempre o medo de falar, o nó na garganta, a emoção que cala a palavra!
Cresci numa família de gente de temperamento forte, de uma certa intransigência, uma tendência à polêmica, tudo discutido, brigado, reclamado! Nem dó nem piedade na hora de apontar as falhas, acusar, mostrar os defeitos, como se fosse natural e esperado que se agisse assim!
Meus pais raramente concordavam em alguma coisa e tudo era motivo de discussão! Minha mãe não cedia, meu pai não aceitava e custei a descobrir que era isso o que mais gostavam um no outro, mesmo que eles não concordem com esta minha visão dos fatos! Estranharia se concordassem! Quando surgiu uma música brega-sertaneja decidimos que seria a trilha sonora dos meus pais! A música? "Entre Tapas e Beijos"!! Heheh!
Aprendemos a polemizar, a discutir, a defender ideias, a conviver com as diferenças, a "cutucar", a implicar e a rir disso tudo! Sim! Porque sem humor - e amor, seria impossível a convivência e sempre fomos muito próximos!
Acontece que, neste clima, desacostumamos a elogiar, declarar amor, salientar as qualidades... Pelo menos, não explicitamente, da forma habitual! Elogiávamos entre linhas, nos declarávamos falando às avessas, numa espécie de código que sempre funcionou e acabou nos salvando!
Meu apelido era Badinha, porque riam da minha sofisticada preferência por goiabada! Sempre chamei meus filhos de "Sujeirinha, Lixinho, Porcaria..."! Seguidamente vou lá no Orkut só pra escrever pro Pedro "Guri Bobão"!! Ele lê e vem rapidinho puxar papo comigo no MSN com um enorme "hauiahauiahaiuahaiuahaiua!!"
Perdi a conta das vezes em que jantei na casa de um dos meus irmãos, e, depois de me deliciar com tudo o que tinha sido servido, dizer que ia embora, porque ainda iria passar num lugar pra comer um "bauru com ovos"! Ou me lembro que, num dos seus aniversários mais recentes dei de presente um kit com Viagra, complexo de vitaminas, energético etc! Isso pra falar de amenidades!
Sempre foi assim! Um humor exagerado, atravessado, um carinho dissimulado, expressado por meio de piadas infames e gozações de todo o tipo! Sempre a certeza de que qualquer coisa poderia ser dita, que poderíamos ir até o limite de uma controvérsia sem nos perdermos! De que sempre ficaríamos de bem! De que nos amaríamos apesar dos defeitos e das implicâncias! Sempre o prazer da disputa verbal! Mas nas atitudes sempre sobrou respeito, generosidade e cuidado, por mais que isso pareça contraditório!
Talvez eu tenha que aprender a ser mais explícita no meu amor, a ser mais doce, perder o medo de me declarar, de ser carinhosa, de falar da minha admiração... até porque é justamente com as pessoas mais próximas e queridas com quem sou mais travada!
E também porque ando meio sem graça, sem tanta disposição pra estas polêmicas, provavelmente porque um dos brigões que eu mais amava - e que mais me irritava! - saiu da briga antes de mim!

"3 autores que desisti de ler"

.............. (Colagem em foto tirada pelo Júnior)

Hoje, mais uma terça-feira preguiçosa, chuvinha fina... Começo a ler os meus blogs preferidos, me encanto com um, acho outro engraçado, reflito sobre uma ou outra afirmação e há uma corrente sobre "3 autores que desisti de ler" que me faz parar pra pensar: ainda bem que ninguém me convidou!
Festejei cedo demais, porque chego no Caminhos e Movimentos e lá está a Thelma me intimando!
Então vou falar o que deve ser óbvio para quem me conhece: não sou uma grande leitora - já fui mais dedicada, encantada, persistente! Mas fui perdendo o hábito - não o gosto! Sempre li de forma desordenada, tentei alguns autores "difíceis", complexos, que exigiam maturidade ou conhecimento, então desisti de muitos! Não do "alto da minha sabedoria", simplesmente porque não os compreendia ou a leitura não me dava prazer!
Enfim, acho feio da minha parte enumerar três autores, tadinhos! Desisti de ler Jorge Amado, por exemplo, porque, ao contrário do que sempre acontece, prefiro ver sua obra no cinema, nas miniséries ou nas novelas da TV. (Normalmente depois de ler um livro, não gostamos das suas adaptações...) Mas qualquer outro autor que citasse aqui, seria enrolação, já que é de minha inteira responsabilidade não ter insistido!
Sobre isto, uma constatação que acho perfeita: "Ninguém consegue tirar das coisas, incluindo os livros, mais do que aquilo que já conhece. Pois aquilo a que alguém não pode chegar por meio da experiência, para isso ele não terá ouvidos" (Nietzsche).
Concluo que preciso me dedicar mais, insistir mais, ler mais, pra depois voltar aqui, quem sabe, e citar mais algum outro autor!
Desta peregrinação pelos blogs, especialmente sobre o gosto pela leitura, me chamou a atenção esta frase da Thelma:
"...sei lá, a gente vai mudando de gostos. É a idade que vai provocando transformaçoes. Hoje eu já nao quero reformar o mundo. Quero, simplesmente, viver o melhor possível dentro dele."

26.11.06

Um mico puxa outro

Ilustração de Miss Xicla

A ida ao ballet e a blogagem do mico me fez lembrar de uma história dos meus tempos de criança!
Estudávamos ballet, em Lavras, com a Professora Aninha e estava marcada a apresentação do final do ano numa data bem pertinho do Natal.
O número de encerramento tinha um Papai Noel e começava com todas as meninas (inclusive eu), vestidas com pijamas e camisolinhas, adormecidas pelo salão... O Papai Noel despertava cada uma delas, entregava o presente e a bailarina começava a dançar, com o presente na mão.
O que aconteceu é que uma das alunas ensaiou todo o tempo com uma bola, e, durante os ensaios, ficou combinado que ela jogaria a bola pra cima, alegre com o presente.
Só que, no dia da apresentação, ela mudou de idéia com relação à bola, que foi substituída por um livro... E ela despertou, ganhou o presente e saiu dançando e jogando o livro bem alto, empolgada, como se fosse uma bola, embora a Professora Aninha, muito discretamente, pedisse baixinho: o livro, Mariazinha!! !!
(Mudei o nome da menina, porque ela vai ficar muito P se ler isto aqui! Heheheh!)
Rendeu muito esta história...

O mico do vestido!

Eu morava em Santa Maria e recebi um convite pra ir num baile de gala em São Sepé, cidade que fica pertinho de lá, menos de uma hora de viagem. Faltavam poucos dias para o baile quando decidi ir, não dava mais tempo de mandar fazer vestido, então saí pra ver se achava alguma coisa pronta. Trinta anos atrás não era tão comum lojas com roupas de festa. Estas modernidades, como aluguel, então, nem pensar, se bem que não gosto nadinha desta possibilidade!
Fiquei feliz quando achei um vestido azul escuro, exatamente meu número, num modelo longo, como tinha que ser, mas muito simples. O único detalhe era o "corpo" do vestido, a parte da frente, num tecido com brilho e estampa mais vistosa. Achei caro, mas a vendedora disse que se tratava de tecido importado, não tinha muita escolha, acabei comprando ele mesmo.
No dia do baile, à noitinha, viajei para São Sepé e fui para a casa da tia Olga. Ela uma pessoa extremamente gentil, alegre, falante, me recebeu de forma carinhosa, foi me mostrando onde ficaria "meu" quarto, perguntando se eu precisava passar alguma roupa, aquelas coisas...
Entre conversas, resolveu me mostrar o vestido dela, feito em Santa Maria, com tecido que ela acabara de trazer da Europa. Foi tirando o vestido de um roupeiro enorme, cheio de roupas de festa - que a tia Olga sempre foi de ir a bailes e adora dançar! Só que o vestido dela era E-XA-TA-MEN-TE e IN-TEI-RA-MEN-TE do tecido do detalhe do meu! Dourado, florido, vistoso, rodado, muito bonito!!
Não entendi nada! Não sabia o que dizer e não me restou mais nada, além de ir abrir minha mala e tirar de lá meu vestido simplesinho e mostrar para a minha querida tia Olga! Bastou dois minutos de conversa pra nos certificarmos que a mesma boutique onde comprei o meu vestido tinha feito o dela!
Moral da história: levei para usar no baile uma roupa com tecido "afanado" pela loja e teria que usá-lo, já que não tinha outra opção do que vestir! Minha tia pensou em escolher outro, mas propôs com uma cara tão desapontada que não permiti! Afinal, ela tinha viajado tanto pra finalmente usar o vestido que não gostaria que deixasse de usá-lo por minha causa! Decidi que não iria me abalar com a história, nem deixar de me divertir na festa e lá fomos nós - tia e sobrinha, juntas para o baile! Ela maravilhosa em seu vestido dourado e euzinha ostentando um retalho de todo aquele brilho!
Foi muito hilário! Ela é muito conhecida, em São Sepé, me apresentava para as pessoas e ninguém comentava nada, obviamente, mas sabe-se lá o que deviam estar pensando! Lembro até hoje da Tia Olga, bailando esvoaçante e jogando beijinhos, cada vez que passava por mim!
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Fiz este post atendendo este convite do Leonardo:
Ei Aninha ô Aninha,
Perdão por invadir seu post assim com este comentário
genérico mas é que por você ter participado do projeto "sonho possível" agora está automaticamente convidada para a nova onda, o
projeto "mico publicável" lá no Indizível.
Conto com sua participação!!!
Beijo,

25.11.06

Fascínio...Todo Tango

Ontem fui no Teatro Guarany, assistir a estréia da Gabriela no ballet! Ela tem 8 anos e é filha da Débora, uma amiga querida que estava num dia especial, puro orgulho com os primeiros passos da filhota!
Depois da apresentação das alunas, o espetáculo "Fascínio...Todo Tango" - a dramaticidade do tango e a leveza do ballet clássico juntas, numa produção do Grupo Ballet de Pelotas que tem direção de Dicléia Ferreira de Souza e coreografia de Eliana Oliveira.
"O espetáculo conta a origem do tango, destacando a mistura de ritmos; o nascimento do tango, do subúrbio de Buenos Aires para os salões da sociedade; o tango pelo mundo, retratando a expansão pela Europa e o fascínio pelo novo ritmo, encerrando com o tango contemporâneo, a renovação através de Astor Piazzolla e outros intérpretes e compositores, que romperam os esquemas do tango clássico e lhe deram uma nova perspectiva." (do folder)
Entre os temas musicais: Tango Percusion, El Huracan, El Choclo, La Cumparsita e Adios Nonino.
Saí de lá "sob efeito" de tanta beleza! Tango é bonito demais, de se ouvir, ver dançar e sentir!
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Nesta foto a Gabriela no palco e um flagrante da cara da Deby!

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Aqui minha tentativa de fotografar um momento do Tango, mas sem usar flash, com minha máquina digital, foi o que consegui...
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Pra "entrar no clima":

22.11.06

Então a vida me mandou flores


"Eu cheguei em minha vida sem que soubesse de onde vinda nem porque demorei tanto.
Então a vida me mandou flores."


(Há muito o que se ler aqui: Não Discuto)

22 de novembro: Dia da Música!

"Cântico dos cânticos
Quântico dos quânticos
Canto de louvor
De amor ao vento
Vento arte do ar
Balançando o corpo da flor
Levando o veleiro pro mar
Vento de calor
De pensamento em chamas
Inspiração
Arte de criar o saber
Arte, descoberta, invenção
Teoria em grego quer dizer
O ser em contemplação"
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Guardados!

Nesta época costumo fazer uma grande faxina, jogar fora tudo que foi acumulado, guardado durante o ano e arrumar gavetas, armários... Habituei a fazer isso desde quando estudava, porque poderia jogar fora tudo o que não seria mais usado no ano seguinte! Mas foi daí, também, que criei um novo hábito: arquivar, catalogar, encaixotar tudo o que tinha algum valor afetivo! Cartas, convites, rabiscos, diários, agendas, desenhos das crianças, notas, documentos... Fui virando a rainha dos guardados organizados! Agora tenho tentado fazer o caminho inverso... me desfazer rapidamente, não juntar nem guardar!
Mas tenho uma caixa que, por mais que remexa nas coisas que tem guaradas lá, não consigo jogar nada fora e acaba voltando tudo para dentro dela! Cartas, fotografias, confidências, poesias... Registros de uma época tão doce, romântica, ingênua... Talvez um dia eu consiga, mas ainda não foi desta vez!

21.11.06

Arthur!!


Fotos de 2005.

Hoje é o dia do aniversário do Arthur!
Para ele muito carinho, sempre!

19.11.06

Novembro


tempo de arejar a casa,
replantar as flores,
renovar os planos,
refazer os sonhos
e esquecer o frio
vejo pássaros sem pressa
e manhãs que são perfume e luz
já há verão no azul
e cores de promessa no pôr do sol.

17.11.06

Aniversário do Lipe!


Ele nos presenteia todos os dias, no Liperama, com lindas imagens&textos!
O Felipe é um pernambaiano, apaixonado por fotografia e por teatro e tem uma rara sensibilidade pra destacar a beleza da paisagem, do cotidiano, das pessoas, das palavras...
Acho que este texto resume o que gostaria de lhe desejar:
"Encante-se. Enleve-se, Maravilhe-se. Iluda-se. Voe. Flutue. Doe-se total e incondicionalmente. Sorria. Gargalhe. Embriague-se. Impregne-se. De bebida, de amor, de prazer, de alegria, de amizade, de contentamento, de orgulho, de bondade, de júbilo, de existência. De momentos." (Gabi Franco)

16.11.06

Radicci

Pra encerrar este momento C.T.G., aqui no blog, um pouco do humor típico do sul, mais precisamente de Caxias do Sul, na serra gaúcha:

Radicci

Resto de Fronteira

Ainda no clima da noite de ontem, lembrei da música Resto de Fronteira, de Gujo Teixeira e Guto Teixeira, dois talentos de Lavras!
Acontece que o Google tem mandado para o Roccana pessoas que procuram por esta música por causa de um post que publiquei tempos atrás.
Como a música é linda, não custa nada deixar a letra aqui!

Ponteou de sol tarde linda
Pras bandas do Camaquã
Depois da manga de chuva
Que se formou de manhã
Ficaram nuvens esparsas
E revoadas de garças
Pra os lados da Tarumã

Sobrou barro nas mangueiras
Depois de apartar terneiros
Pra um bico de joão-de-barro
Erguer seu rancho de obreiro
Sobrou tempo pra um anseio
Depois de esporas e arreios
Pra um mate entre parceiros
Pra um mate entre parceiros

Baios de lombos lavados
Retoçando a gadaria
No pasto verdeando o viço
Lá na invernada de cria
E a tarde a empessar querência
Das barras do fim do dia
Das barras do fim do dia

O limite do meu mundo
Ganhou a sombra da figueira
Que debruçou-se copada
Até o moerão da porteira
Parece que se renasce
Como se o pago iniciasse
Neste resto de fronteira
Neste resto de fronteira

E a noite falqueja estrelas
Com neguaças de um palheiro
Que fogem por entre a quincha
Pra bordar o céu inteiro
Levam junto a solidão
E as memórias do galpão
Co'a alma deste campeiro
Co'a alma deste campeiro

E assim tranqueia meu dia
Nessa campanha estendida
Entre galpão e invernada
Entre mateadas e lidas
Com o "permisso" das palavras
Cá neste rincão de Lavras
Se sente o gosto da vida
Se sente o gosto da vida

Gurias!


Ana Beatriz e Nathalia
(Arte da Nathalia)
.
Mãe e filha que adoram as coisas do sul!
Sempre encontro com elas nestes eventos gaudérios. Vi estas fotos no Orkut e não resisti! :)
Lindas!

Galpão de Ronda


Fui, ontem, na reinauguração do Galpão de Ronda, um espaço nativista que o Gustavo pretende transformar em ponto de encontro de quem gosta da comida e da música típica do Rio Grande. Aliás, começou trazendo o que há de melhor na zona sul: Luiz Marenco, Gustavo Teixeira, Marcelo Oliveira, Xirú Antunes, Jairo Lambari Fernandes e Rui Carlos Avila.
Uma parrilla aquecia o ambiente e dava o clima de galpão. Impossível não sentir o coração tocado pelo rítmo da música, o som dos violões, o acordeón e as vozes fortes dos intérpretes! Constatei o quanto o sentimento de ser gaúcha, pertencer a este lugar, é forte em mim. Sinto uma identificação, um reconhecimento, uma familiaridade com as coisas ditas da tradição, mas que fazem parte da minha vida e da minha infância.
Estar com todas aquelas pessoas compartilhando este sentimento, embaladas pelos sons da música do sul, me fez sentir "em casa"! Pelotas estava mesmo precisando de um lugar assim!

14.11.06

Slides 2!!

O Dude é mais complicado de fotografar! Ele tem que estar distraído ou de muuuito bom humor! Mas até que achei muitas fotos com ele!

Contra o Amor: uma Polêmica

LAURA KIPNIS
Por que a sociedade continua a idealizar as relações amorosas duradouras e monogâmicas quando as brigas, as separações, o divórcio, a infidelidade e os casamentos infelizes são cada vez mais comuns? Nesta polêmica análise reavaliando o amor, os custos emocionais e os impasses dos relacionamentos afetivos contemporâneos, Laura Kipnis nos faz entender que uma pessoa não pode preencher todas as nossas necessidades e desejos por toda a vida. Diante disso, inevitavelmente nos encontraremos entediados e insatisfeitos com nossos parceiros. Ainda assim o amor é um consenso. Uma força misteriosa e dominadora, com amplo poder sobre nossos pensamentos e decisões mais importantes. "Contra o Amor" mostra que há algo de aterrador nessa unanimidade. Seria esse o único tema sobre o qual nenhuma discordância seria permitida? Sobre o qual só uma versão é admitida? Mesmo religiões mais rigorosamente organizadas têm seus heréticos; toda ideologia, seus apóstatas, e as vacas mais sagradas sempre encontram seus açougueiros. Exceto o amor. Com habilidade de romancista, precisão terapêutica, determinação intelectual e coragem de visionários, Kipnis explora, com humor e seriedade, as regras e rituais do casamento e da domesticidade modernos. "

-> A leitura deste livro é uma dica da Clarice, que assistiu uma entrevista com a autora na TV Cultura e adorou! Já encomendei! :)

12.11.06

Aniversário da Giani


Comemoramos, ontem, numa pizzaria, o aniversário da Giani (na foto central, loiríssima!) - que era minha colega do Banco. Aliás, pude matar as saudades de alguns dos meus antigos colegas, saber como estão, planos para as férias, as novidades...
Nossa convivência sempre foi muito boa! Mesmo em dias de correria e muito trabalho mantínhamos o bom humor e sempre podíamos contar uns com os outros! Descobrimos que grandes amizades podem acontecer e se fortalecer apesar do estresse, tensão, cobranças, metas e horas confinados, diariamente, numa empresa em que números sempre falam mais alto! Trabalhar em banco não é fácil, não, felizmente tivemos a sorte de ter grandes afinidades e aprendermos a nos querer bem!
Mas, verdade seja dita, disputamos sem a menor delicadeza um morangão enorme que veio inteiro na pizza de chocolate! Rimos muito, falamos pelo cotovelos e já marcamos outros encontros. Que bom!
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