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| (Bem que podia ser euzinha... Kkkkkk!) |
7.4.18
4.4.18
2.4.18
Páscoa 2018
No Sto Antônio do Estreito, com a Turma de Lavras.
"É preciso viver alguns (talvez muitos) anos para descobrir que somos como somos, porque ao longo da vida tivemos grandes amigos. Amigos com quem celebramos os bons momentos e que também nos abraçam nas horas de desalento. Amigos que alimentam nossa autoestima, reconhecendo nossas qualidades, e que também nos dizem tudo o que não desejamos ouvir, quando nos perdemos na egotrip. Amigos que desculpam à prori nossas idiossíncrasias, mas que nos avisam quando elas ultrapassam o limite do outro. Amigos com quem rompemos, em momentos de desatino, e com quem logo reatamos, arrependidos por ter brigado. Amigos que nos amam do jeito que somos e, assim, nos aceitam, acolhem, abraçam. Geralmente, eles não são muitos. “São poucos e bons”. Sua existência faz toda a diferença nas nossas vidas, porque as torna mais doces e divertidas -- na verdade, menos solitárias. Sua ausência nos deixa macambúzios e ensimesmados, como se o mundo só girasse em torno do nosso umbigo, se apequenasse. Por isso, é preciso cultivá-los, ainda que o tempo seja pouco, que a convivência não seja mais diária, que as circunstâncias os tenham levado para longe. Há que se achar formas de continuar rindo junto, chorando junto, sobretudo, sonhando junto."
Escrito por Vera Dias, do blog "Duas Vezes Trinta".
31.3.18
28.3.18
27.3.18
"Volta-Volta Galponeiro"
Fui buscar flores do campo para enfeitar a casa e olhem quem encontro no caminho!
O petiço mais xereta do mundo!!
24.3.18
Casa Ramil no Theatro São Pedro
"Ocupando o palco e os bastidores do Theatro São Pedro, os Ramil se reúnem para compartilhar com o público o ambiente da CASA RAMIL, onde a música sempre deu o tom. A temporada de shows ocorre de 22 a 25 de março.
O espetáculo nasceu de encontros durante dois verões na casa de veraneio da família na praia do Laranjal, em Pelotas, quando filhos, netos e até bisnetos se juntaram para cantar e tocar, proporcionando à matriarca Dalva Ramil, no alto dos seus 90 anos, reviver o cotidiano de música que ela e o marido, Kleber Ramil, construíram com os filhos e que teve continuidade com as novas gerações.
No palco, Kleiton, Kledir, Vitor, Ian, Gutcha, Thiago e João Ramil interpretam canções próprias em versões inéditas: Almôndegas, Deu pra ti, Loucos de Cara, Ramilonga, Derivacivilização, Artigo 5º, Amora, Casca… Todos tocam e cantam, dividindo-se nos solos e somando-se nos vocais. Parte do prazer dos Ramil no espetáculo está em uns cantarem as canções dos outros e se revezarem nos instrumentos, incluindo aí o desafio de tocar alguns deles pela primeira vez. Além dos tradicionais violões, baixo elétrico, violino, guitarra e percussão, a paisagem sonora incorpora saz, cuatro venezuelano, viola agostina, rabeca e efeitos eletrônicos.
Os vídeos são de Isabel Ramil, que responde também pela iluminação em parceria com o tio Marcelo Linhares. O projeto gráfico é de Chris Ramil. Na produção, Kaio Ramil, sob a coordenação geral de Branca Ramil, idealizadora do projeto." (Fonte:Teatro São Pedro.)
20.3.18
17.3.18
Bolo integral com frutas secas
INGREDIENTES
3ovos
1/2 xc de óleo
1/2 xc de açúcar mascavo
1 vd de leite de coco
1 xc de farinha branca
1 xc de farinha integral
1 xc de aveia em flocos.
1 pitada de sal
1 colher de chá bem cheia de fermento Royal.
Uva passa ou frutas vermelhas.
1 banana picada ou maçã.
Nozes, castanha ou amendoim.
Damasco picado
MODO DE PREPARO
Comecar a misturar pelos líquidos.
Misturar os ingredientes a mão, a massa fica como pão batido, se ficar muito mole coloca mais farinha.
Assar no forno a 200 graus, por 40 minutos
* Trouxe a receita e a foto da pág da Silvia Teixeira, do Facebook.
Bolo integral de banana
INGREDIENTES
5 bananas nanicas (pode ser banana d'água) bem maduras
2 xícara de aveia em flocos
3 maçãs inteiras
3 ovos
1 xícara de nozes picadas
1 xícara de damasco picados
1 xícara de ameixas sem caroço picadas
1 xícara de uvas passas sem caroço branca e preta misturadas
1 suco de um limão inteiro
2 colheres de sopa de canela em pó
1 colher de sopa rasa de fermento em pó
2 colheres de sopa de açúcar mascavo e manteiga para untar a forma
MODO DE PREPARO
Bata os três ovos no liquidificador, acrescente as 5 bananas descascadas e a casca das maçãs e deixe bater bem. (Para bater só as cascas das maçãs com a banana.)
Em um recipiente pique a polpa das maçãs em quadradinhos, acrescente o suco do limão e uma colher de chá de canela em pó e reserve.
Em uma tigela maior, junte todas as outras frutas picadas em cubos, incluindo a maçã, acrescente a aveia, misture bem, acrescente o conteúdo uniforme do liquidificador e misture até ficar com todo a mistura úmida, acrescente uma colher de sopa rasa de fermento e torne a misturar bem.
Em uma forma de buraco untada com manteiga e uma mistura de 1 colher de sopa de canela e duas colheres de sopa de açúcar mascavo, acrescente toda a massa e polvilhe esta mistura sobre a massa, leva ao forno por 40 minutos a 180c, sirva com café e delicie-se sem culpa.
Fonte: Clínica Saude e Bem Estar
Fonte: Clínica Saude e Bem Estar
O que é o "Galpão de Lata"?
É um galpãozão de zinco, que amplifica o barulho da chuva e estala inteiro em dias de sol.Ganhou esse nome dos vizinhos, quando foi construído, há muitos anos.Como não é comum o uso desse material, por aqui, ele acabou chamando a atenção.Atrás do galpão, coladinha nele, a pequena casa onde moramos...
15.3.18
14.3.18
"Receita de amor ao leite"
Cris Guerra
"Tive uma tia que adorava comer melado com queijo. Quando sobrava melado, ela colocava mais queijo. E então sobrava queijo e ela completava com mais melado. Passava o dia todo se lambuzando. Em alguns momentos da vida, amor é que nem melado com queijo. E faz cafuné, reserva hotel pra viagem, olha estrela sem ter o que dizer. E treme as pernas, beija no ponto de ônibus, lembra de ontem e deixa escapar um sorriso no canto da boca. Ri sem saber de quê, passa horas sem notar, entre o silêncio e a falação. Amor é pura bobagem. É a alegria besta de quem não tem juízo.
Mas esse é só o começo. Um bom começo, o amor. Que acomete todo aquele que-nunca-comeu-melado e o engana com a sensação de que vai ser sempre assim.
Com o tempo o melado com queijo enjoa e você quer um bom copo de água gelada pra esquecer. É típico do amor pedir sempre mais – o que vem agora? Na verdade o amor é a isca para alguma coisa mais complicada que está começando ali. Seu desafio: tornar simples. Ou não: a meta é não deixar complicar, mas a essa altura já embananou tudo.
E nessas horas amor é como a história de João e Maria, em que eles conseguem achar o caminho de volta por causa dos farelos que deixaram cair ao longo do trajeto. Tem momentos em que o amor nos pede isso: retomar o rumo, achar de novo aquele fio fino e bobo que os levou até ali. E então ele passa a ser a caça aos farelinhos que, mesmo que não indiquem o caminho de volta, dão uma sensação familiar que acalenta o coração. Aquele alívio de encontrar um porto seguro no meio do mar revolto e sem margem. Quando o gosto de sal na garganta suaviza um pouco e vem o sol.
Não pense você que pra fazer um pote bem doce de amor só se usa amor, bobagem sua: amor é só um dos ingredientes. Ou você acha que basta o chocolate para o brigadeiro? É preciso a manteiga e o leite condensado. E mexer o tempo todo, com muito carinho. Pra depois alcançar o ponto e comer de colher, com direito a gemidinhos de prazer por algo tão bobo e tão bom.
Amor é como brigadeiro de colher, que se come sem ver a hora de parar. Um troço besta, que não serve pra nada, mas nos tira do chão e devolve de novo, em pequenas decolagens e pousos divertidos. E que acaba dando sentido a essa correria louca que nos invade. Quando você chega em casa e vê o amor e se lembra: e não é que vale a pena?"
9.3.18
8.3.18
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