7.3.15

Crises

"Quem de nós não
- desejou ser diferente?
- ser melhor do que é?
- achou a vida complicada e desejou que fosse mais simples?
- andou aos pedaços?
- se arrependeu do que fez?
- e do que não fez?
- do que disse e do que não disse?
- desejou fazer o tempo voltar?
- andou pelo avesso, ardendo, em carne viva?
- quem de nós não entrou em crise?
- quem de nós não?"


"A CRISE a que nos referimos não é doença!
Doença é viver no “piloto automático”, é a mesmice, é a vida sem protagonismo. É desejar ser igual a todo mundo! É não colapsar.
Entrar em crise é a manifestação de nosso desconforto com quem estamos sendo e nosso desejo de transformação, de construir uma vida mais autoral."

Esta é uma chamada para um curso, na Bororó 25, chamado "Surfando na Crise", que vai acontecer em Porto Alegre, ainda no mês de março.
Interessados, entrem no site e assistam ao vídeo (gosto do que elas falam, alertam):

Chimarrão


Cuia e garrafa térmica combinando.
Numa loja em... Colônia de Sacramento!
Quem sabe?

Sete benefícios do chimarrão
Link

1 – Elimina a fadiga
Entre os alcaloides do chimarrão está a cafeína, que ajuda a eliminar o cansaço tanto físico quanto mental.

2 – É digestivo
As propriedades digestivas e até mesmo laxantes da erva-mate são superbenéficas ao trato intestinal, combatendo a constipação, por exemplo.

3 – É diurético
Maior notícia para quem sofre com retenção de líquidos – e a capacidade diurética do chimas é amplificada pelo fato de ele ser sorvido quente (a uma temperatura entre 60°C e 75°C).

4 – Contém sais minerais
Complementa naturalmente a dieta ao fornecer ao organismo minerais como ferro, fósforo, potássio e manganês.

5 – Possui antioxidantes
Compostos fenólicos estão entre as características da erva-mate que combatem o envelhecimento celular.

6 – Auxilia na regeneração das células
A nossa manutenção celular beneficia-se dos bioativos do chimarrão.

7 – Estimula a atividade física
Por ter a capacidade de aquecer o organismo e eliminar a fadiga, proporciona mais energia para encarar a rotina de exercícios.

Inspiração

Receitas de sobremesas simples, servidas com capricho.
Detalhes fazem toda a diferença...

Arroz de Leite
Link


Creme de Abacate com Banana

Adoçando a vida...
Ultimamente, muitas sobremesas, feitas pela Beatriz, na casa dos meus pais.
Link

6.3.15

"Senhora ao Sul"

Esse é um daqueles blogs inspiradores, que fazem sonhar...
Uma mostra:

Vida Real
"precisando u r g e n t e de vida sem rótulo! sério.
comida simples, vasinho com flor do meu jardim, água fresca do filtro de barro, 
nada de premium, vip, top, chic, premier, prime, top  e esses rótulos todos, 
sem confort food, sem rótulos de rústico mas chic, sem palavras mágicas, nada de super valorizações; "natural", "nativo", "boteco chic", "da roça" ... não quero nada cosmético, maquiado,
quero só o que me cabe, e o que é real
quero casa!"

Tá na época de butiá

E o seu cheiro me lembra infância, mormaço, zumbido de abelhas...
E das mãos do meu avô Augusto, que descascava para mim, nas tardes de verão, lá fora. (Falo sobre isso aqui.)
Gosto bom de infância feliz!
Em Lavras se faz suco e licor. Dá para fazer geleia, também.
Abaixo, foto desse licor, que chamamos de "Cachaça com Butiá", feito pela minha sobrinha Renata (trouxe do Facebook).

By Renata La-Rocca
"Dizem que o cobertor do pobre é a cachaça. 
Se esse inverno for tão frio quanto alguns dias do verão, o meu cobertor tá garantido!"

Também gostei das tags:
‪#‎butia‬ ‪#‎cachacadebutia‬ ‪#‎butianaconserva‬ ‪#‎adoro‬ ‪#‎lavrasdosul


Receita tradicional (sem açúcar):   
Lave bem os butiás, coloque-os no vidro e cubra com a cachaça até enchê-lo. Guarde em lugar arejado e ao abrigo da luz por não menos de seis meses. (Link)

Objetos de desejo


"A simplicidade tem me perseguido. 
Quanto mais o tempo passa, menos espero - e com mais qualidade eu quero. 
É como se tudo girasse em torno das coisas que não preciso comprar. 
Prezo a prece, mais do que o milagre em si. 
Milagre mesmo é sentir. E sentir ultrapassa qualquer coisa que eu possa querer. 
Hoje, meus objetos de desejo são impalpáveis porque não são objetos: 
são sensações. 
E eu tenho a sensação de que é bem mais prazeroso assim."

Fernanda Ganoa


 

5.3.15

Galpão de Lata, março/2015


"Ser feliz é para quem tem coragem."
(D. Canô)

Pois é. Ontem, mesmo, eu e o Ricardo falamos em tudo o que deixamos para trás, quando decidimos vir morar na "zona rural de Lavras do Sul"!

Entre essas coisas, misturando as minhas e as dele, as vantagens de morar em cidade grande, perto dos filhos, em casas confortáveis, trabalho melhor remunerado, segurança de estar em ambiente conhecido, possibilidades de crescimento, etc...

Aqui, moramos numa casinha minúscula, no meio de plantações de eucalipto, com muito trabalho a ser feito, todo santo dia! Conforto, aos poucos estamos tendo algum, batalhando por algumas coisas que considerávamos essenciais, como telefone e internet - duramente conseguidos e de qualidade questionável! Mas concluímos que não estamos nem um pouco arrependidos desta decisão!

As coisas que temos aqui, são preciosas: intimidade, parceria, afinidades, paz, proximidade... Passamos quase que o tempo todo juntos, compartilhamos planos e sonhos, nos divertimos, namoramos...

Fotografo nossos dias, nossa rotina, nossa vida, no Galpão de Lata. "Guardo" algumas dessas fotos aqui, no blog. Através delas, o registro de cada detalhe, pequenas coisas que me deixam feliz.

Já me falaram para ter medo de "olho grande", para não expor minha felicidade...
Que nada! Não temos nada que possa ser invejado ou seja difícil de ser conquistado. Penso que alegria é para ser dividida e multiplicada. E é aprendizado. 

É isso que quero que aconteça com quem me acompanha e é esse o meu recado: descubra seu jeito de ser feliz. Faça escolhas e tenha coragem de fazer acontecer. Perceba as coisas boas que já existem na sua vida, nesse momento. Não adie nada. Não complique as coisas! Seja feliz!

"A felicidade é um sentimento simples;
você pode encontrá-la e deixá-la ir embora, por não perceber a sua simplicidade."
Mario Quintana

3.3.15

Matando as saudades!

Uma semana inteirinha pertinho dele!


Adoro ver como ele sabe brincar, fica horas distraído... 
No meio dos bichos, ovelhinhas de lã, artesanato de Lavras.

Energia sem fim!
(Shopping Pelotas)


1.3.15

Ladrilhos Hidráulicos em Pelotas

Bela reportagem no Caderno Donna deste domingo:

Fotos do Nauro Junior
* 
"Ele só queria encomendar os ladrilhos hidráulicos que dariam um toque especial a mais em um de seus projetos arquitetônicos. Mas recebeu a notícia de que seu pedido seria o último a sair dos galpões da antiga fábrica, em Pelotas. Inconformado com a possibilidade de ver fechada a última testemunha de um setor que já havia sido pujante na região, o arquiteto Rudelger Leitzke, 54 anos, fez uma loucura, se endividou até os cabelos e comprou a fábrica, cujo funcionamento desconhecia quase completamente. Hoje, passado o susto e a conta no vermelho, a Fábrica de Mosaicos de Pelotas comemora um século em plena produção."
* 
"Os ladrilhos foram inventados em tempos imemoriais, na era dos antigos mosaicos bizantinos. São feitos de maneira muito simples: em uma forma de ferro se misturam tintas, areia, cimento e pó de mármore. Uma prensa hidráulica sedimenta e une esses materiais. Depois de pronta, a peça descansa na água por cerca de seis dias, para assentar as cores e garantir sua durabilidade. A partir daí, é só repousar por mais alguns dias no chão para que seque. Pronto. Está finalizado o mais clássico dos revestimentos, que nunca deixa de ser tendência, justamente por sua rusticidade e beleza."

28.2.15

Viagem

Rumo a Pelotas!


"Vovó, é muuuito bom andar de ônibus!
Não quero que essa viagem termine nunca!
"
O Kike estava bem feliz, com a nossa "aventura"!
Na hora em que fomos por as malas no bagageiro, o motorista "etiquetou" a perninha dele. Ele levou à serio e ficou cuidando para a etiqueta não descolar! 
Depois, mil atividades! Pintura, joguinhos, lanche, prestar atenção nos "desenhos" das nuvens...
Ele é um ótimo companheiro, bem humorado e divertido!

Imagens cintilantes

“A vida moderna é um mar de imagens. Nossos olhos são inundados por figuras reluzentes e blocos de texto explodindo sobre nós por todos os lados. O cérebro, superestimulado, deve se adaptar rapidamente para conseguir processar esse rodopiante bombardeio de dados desconexos. A cultura no mundo desenvolvido é hoje definida, em ampla medida, pela onipresente mídia de massa e pelos aparelhos eletrônicos servilmente monitorados por seus proprietários. A intensa expansão da comunicação global instantânea pode ter concedido espaço a um grande número de vozes individuais, mas, paradoxalmente, esta mesma individualidade se vê na ameaça de sucumbir.

Como sobreviver nesta era da vertigem? Precisamos reaprender a ver. Em meio à tamanha e neurótica poluição visual, é essencial encontrar o foco, a base da estabilidade, da identidade e da direção na vida. As crianças, sobretudo, merecem ser salvas deste turbilhão de imagens tremeluzentes que as vicia em distrações sedutoras e fazem a realidade social, com seus deveres e preocupações éticas, parecer estúpida e fútil. A única maneira de ensinar o foco é oferecer aos olhos oportunidades de percepção estável – e o melhor caminho para isso é a contemplação da arte."


“O olho sofre com anúncios piscando na rede. 
Para se defender, o cérebro fecha avenidas inteiras de observação e intuição. 
A experiência digital é chamada interativa, mas o que eu vejo como professora é uma crescente passividade dos jovens, bombardeados com os estímulos caóticos de seus aparelhos digitais. Pior: eles se tornam tão dependentes da comunicação textual e correio eletrônico que estão perdendo a linguagem do corpo.” 


Camille Paglia -  Leia o artigo completo. 
Uma reflexão sensível sobre as novas formas de comunicação 
e o impacto que causam, nas nossas vidas.

Aprendizado



Com o passar do tempo,
 descobri que viver bem é uma escolha e que a simplicidade tem seus encantos.

Serenidade


"A felicidade não existe. Temos momentos de alegria, mas não existe um estado permanente de satisfação. Separações, a morte de pessoas queridas, doenças e acidentes são inevitáveis. É por isso que a busca pela felicidade plena não faz sentido. O que podemos almejar é a serenidade, algo completamente diferente. Só se atinge a serenidade vencendo o medo. É o medo que nos torna egoístas e nos paralisa, que nos impede de sorrir e de pensar de forma inteligente, com liberdade.."
Luc Ferry


Li esse texto e fiquei pensando que, sem serenidade, realmente não nos permitimos momentos de alegria e acabamos por valorizar demais as tristezas e as decepções.
Acho, também, que, quando amadurecemos, deixamos muitas ilusões pelo caminho, o que não significa que percamos, também, o encantamento pela vida. Ele permanece, felizmente. 
Vamos aprimorando nosso olhar e sensibilidade, e isso faz com que a nossa existência ganhe sentido e beleza.
Ainda bem.

Marsala

A cor de 2015/Pantone.
A cor do Roccana.




Pantone Inc., é uma empresa sediada em Carlstadt, New Jersey conhecida pelo seu sistemas de cor, largamente utilizado na indústria gráfica. 

Por falar em alma





O querer de um amor tranquilo

Fred Elboni

"Às vezes, queremos paz. Queremos um amor que conserve tranquilo o coração, beijos que silenciem bocas, e rostos que se colam frente a um mar de poucas ondas. Queremos confiança de um serenar duplo, um olhar recíproco com sorrisos sem dentes aparentes e um deitar de colo estendido.

É gostoso, e necessário, querer um amor justo a dois, daqueles que se comem como sobremesa, mas nunca esquecem a importância do filé da paixão.

Um dia, vamos, e devemos, querer amores notívagos – na cama e nas conversas sem sentido na varanda de casa. Amores sem redes sociais, sem bandeiras hasteadas para os olhos dos outros, sem ressentimentos do vivido e do sonhado. Somente um amor que deseja ser sincero, alegre e contemplativo. Mas não somente, como se “somente” quisesse dizer pouco, mas somente no sentido deste ser o único propósito de vivê-lo.

Quando amadurecemos e passamos pelos desertos da vida, onde temos toda liberdade do mundo, mas poucas opções, aprendemos que a calmaria transforma amores irresponsáveis e coloridos em aquarela. E assim, nos aquarelando, admitimos que não nos cabe conhecer o que virá, mas sim, desejar que, um dia, um amor tranquilo nos dê a graça de seus beijos com alma. Pois, todos merecem um amor tranquilo. Até aqueles que, por pouca coragem e vontade de sorrir, desacreditam na sua aparição alegre. Então, fique sabendo que ele vive a te buscar, mesmo quando você mente a si, ao dizer que não precisa da tranquilidade de um amor para viver de ombros leves e pés firmes."

...beijos com alma

27.2.15

O vestido da Gisele


Adoro rituais, sempre me encanto com fotos românticas!
Gisele Bündchen e Tom Brady completaram seis anos de casados esta semana e, para comemorar, a modelo gaúcha publicou em seu Instagram uma foto inédita de seu casamento, em 2009.
Gisele usou um vestido Dolce&Gabana que nunca tinha sido mostrado por inteiro. 

Juventude, a qualquer preço



Só que, as vezes, alguma coisa dá errado. 
Meio assustador, considerando que elas tem acesso aos maiores especialistas em cirurgia plástica...
Imagino nós, pobres mortais!
Intervenções estéticas? Penso. Logo, desisto.

25.2.15

Acabando fevereiro



Passado o Carnaval, a vida volta ao seu ritmo.
Sensação boa continuar em Lavras, curar a "ressaca", estar em casa.
O calor continua implacável, mas as chuvas frequentes tem garantido o verde da paisagem.
Aliás, no campo vive-se em função do tempo e de observar a natureza. O caminho do sol colore o dia de diferentes formas. Dessa vez, fiz fotos dele nascendo e se pondo. Tão lindo!
O Ricardo caminha, na volta da casa, cercado de bichos por todos os lados! Chega a ser engraçado e as vezes ele tropeça num, se resolve mudar de rota! Não perdem um passo: os cachorros, os gatos, os cavalos, os terneiros! Heheheh! Ainda vou filmar!
Muito chimarrão, frutas no pé, flores... 
Ricardo lida com o gado e eu fotografo! Preciso deixar a preguiça de lado...

É só prestar atenção



"Chega um belo dia em que todo mundo entende 
que a beleza da vida está na soma de pequenas maravilhas 
e não na espera por algo grandioso."
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