Continuo usando colírios e óculos de sol, desde a cirurgia...
12.5.25
Comemorando o Dia das Mães
Continuo usando colírios e óculos de sol, desde a cirurgia...
11.5.25
Maternidade
"Eu certamente nunca chegaria nem perto de ser “a melhor mãe do mundo”, ou a mais admirada, ou a mais notória… Minhas limitações de fábrica não me permitiriam tanto.Mas eu gostaria de ser vista e sentida pelos meus filhos como uma mãe amorosa e carinhosa, que erra mas se dedica todos os dias, que se preocupa, que os enxerga, que os compreende e dá a liberdade que eles precisam para serem eles mesmos.Que Deus me permita viver mais muitos e muitos anos ao lado dos meus filhos."
10.5.25
"Mãe" é diferente
A gente aprende isso cedo, mesmo sem querer. No trabalho, alguém assume. Nos grupos de amigos, a vida anda. Nos projetos, nas tarefas, nas responsabilidades… sempre tem alguém que pode ocupar o nosso lugar.A gente pode se esforçar, dar o nosso melhor, mas no fim das contas o mundo gira com ou sem a gente.Mas na maternidade, as coisas são diferentes.
Porque ali, no coração dos nossos filhos, não existe “alguém no lugar de”.Não existe substituto pro nosso cheiro, pro nosso colo, pro nosso jeito de embalar um choro ou decifrar um silêncio.A gente é insubstituível não porque é perfeita, mas porque é mãe.E isso não significa que a gente tenha que se anular. Ser mãe não é deixar de ser mulher. A gente continua tendo sonhos, vontades, desejos, necessidades.E é essencial que tudo isso continue existindo. Porque filhos precisam de mães reais, vivas, inteiras não de versões esgotadas tentando dar conta de tudo.Mas existe um espaço que só a gente ocupa.Aquela memória que só a gente constrói.Aquela segurança que só a nossa presença oferece.Mesmo nas falhas, mesmo no cansaço, mesmo na dúvida…A maternidade tem disso: a gente ama do nosso jeito, e esse jeito é insubstituível.Ser mãe é estar ali mesmo quando não se sabe exatamente como.É oferecer o melhor possível mesmo quando parece pouco.É seguir presente, mesmo nos dias em que tudo parece estar por um fio.A verdade é que podemos ser substituídas em quase tudo nessa vida…Mas tem um lugar em que ninguém, absolutamente ninguém, pode ocupar o que é nosso."
8.5.25
Primeiros dias de maio/2025
Muitas comidinhas, com o tempero da Leci e churrascos, feitos pelo Ricardo.
7.5.25
Um vistaço na tropa... do Gujo!
Uma pena que não dê para salvar os stories do Instagram.
Luzes externas
Entre as dificuldades de quem mora no campo está a de trazer profissionais para trabalharem aqui.
Chuva!
6.5.25
"Amores líquidos"
O amor é mais falado do que vivido epor isso vivemos um tempo de secreta angústia
Por Luciana Chardelli
"O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.
O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.
Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.
Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.
O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos."
5.5.25
4.5.25
3.5.25
2.5.25
Amor próprio
"Não sei quem precisa ouvir isso hoje mas pra mim está claro que a pessoa que se respeita não negocia o modo como deve ser tratada.Ela conhece o próprio valor, sabe o que merece e não se alimenta de migalhas.Para alguns, isso pode parecer arrogância ou rancor — mas, na verdade, é autoconhecimento. É amor próprio em estado bruto!Cada um sabe o preço que paga por se calar, por aceitar menos, por ceder demais.O que toleramos define os limites da nossa vida. E quem aprende a dizer “não” abre espaço para o que realmente merece."
1.5.25
30.4.25
Aniversário da Aline!
Café
mas tinha fogo na lareira e pão novinho.




















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