12.5.25

Comemorando o Dia das Mães

Viemos para a cidade, com os pais do Ricardo, esperar a Lídia e o Henrique que vieram
passar comigo o Dia das Mães. Casa cheia, muitas comidinhas e programas.
Pizza e jogo do Grêmio, na Telúrica, e Churrasco do Dia das Mães feito pelo Ricardo.
Nas fotos, lagarteadas, comendo jabuticabas, que ganhei da Júlia, 
e café com um pão enorme, que chegou quentinho!
Continuo usando colírios e óculos de sol, desde a cirurgia...

Foto divertida, enviada pelo S. Romeu.
No fundo, cores de outono, na tábua, pão queimado! kkkkk
Simmmm! Era disso que falávamos:
o Ricardo NUNCA queima um único pedaço de carne e SEMPRE queima todos os pães! 😅

11.5.25

Maternidade

"Eu certamente nunca chegaria nem perto de ser “a melhor mãe do mundo”, ou a mais admirada, ou a mais notória… Minhas limitações de fábrica não me permitiriam tanto.
Mas eu gostaria de ser vista e sentida pelos meus filhos como uma mãe amorosa e carinhosa, que erra mas se dedica todos os dias, que se preocupa, que os enxerga, que os compreende e dá a liberdade que eles precisam para serem eles mesmos.
Que Deus me permita viver mais muitos e muitos anos ao lado dos meus filhos."
Mila Marsili / Imagem Pinterest 

Feliz Dia das Mães!


💝💝💝


Imagem Pinterest / Texto Zion

10.5.25

"Mãe" é diferente

 
"Na vida, ninguém é insubstituível."

A gente aprende isso cedo, mesmo sem querer. No trabalho, alguém assume. Nos grupos de amigos, a vida anda. Nos projetos, nas tarefas, nas responsabilidades… sempre tem alguém que pode ocupar o nosso lugar.

A gente pode se esforçar, dar o nosso melhor, mas no fim das contas o mundo gira com ou sem a gente.

Mas na maternidade, as coisas são diferentes.
Porque ali, no coração dos nossos filhos, não existe “alguém no lugar de”.
Não existe substituto pro nosso cheiro, pro nosso colo, pro nosso jeito de embalar um choro ou decifrar um silêncio.
A gente é insubstituível não porque é perfeita, mas porque é mãe.

E isso não significa que a gente tenha que se anular. Ser mãe não é deixar de ser mulher. A gente continua tendo sonhos, vontades, desejos, necessidades.
E é essencial que tudo isso continue existindo. Porque filhos precisam de mães reais, vivas, inteiras não de versões esgotadas tentando dar conta de tudo.

Mas existe um espaço que só a gente ocupa.
Aquela memória que só a gente constrói.
Aquela segurança que só a nossa presença oferece.
Mesmo nas falhas, mesmo no cansaço, mesmo na dúvida…
A maternidade tem disso: a gente ama do nosso jeito, e esse jeito é insubstituível.

Ser mãe é estar ali mesmo quando não se sabe exatamente como.
É oferecer o melhor possível mesmo quando parece pouco.
É seguir presente, mesmo nos dias em que tudo parece estar por um fio.

A verdade é que podemos ser substituídas em quase tudo nessa vida…
Mas tem um lugar em que ninguém, absolutamente ninguém, pode ocupar o que é nosso."

Link 

8.5.25

Primeiros dias de maio/2025


Recebemos a visita do S. Romeu e D. Petronilha.
Aproveitamos o "veranico de maio" - nem fogo na lareira chegamos a fazer!
Muitas comidinhas, com o tempero da Leci e churrascos, feitos pelo Ricardo.

7.5.25

Um vistaço na tropa... do Gujo!


"Botei um vistaço na tropa em reponte
Bombeei o horizonte de um verso campeiro
O gado tranqueando o Rio Grande no passo
No casco o compasso do gateado-oveiro

A manga de chuva ponteou na divisa
Silueta de um poncho, se abriu sobre o anca
E lá feito eu, uma garça solita
Figura no céu uma cruz de asas brancas

Eu trago uma pátria no par das esporas
Templada de estrelas colhidas no sul
E outra rangindo por sobre a carona
Firmando o sustento de um bom paysandu

Com léguas de estrada no aboio do gado
O tempo bem sabe que eu tenho fronteiras
E os ventos guapeiam no meu campomar
Galpão que é meu poncho, sem cor de bandeira"


Vi o gado da "São Jorge das Cordilheiras", passando na várzea num dia de chuva, e filmei.
O Gujo compartilhou, com a música "Um Vistaço na Tropa" e eu achei tão bonito!
Uma pena que não dê para salvar os stories do Instagram.

Luzes externas


Finalmente as arandelas externas foram colocadas! 
Entre as dificuldades de quem mora no campo está a de trazer profissionais para trabalharem aqui.
Além de instalar as arandelas, bem simples, de alumínio, ele consertou algumas coisas
que, desde a obra, deram problema e estavam sem funcionar. 


Entre elas, a torneira elétrica, da pia da cozinha continuava desligada! 
Simmm! Nesse inverno terei água quente para lavar a louça!
E tinha um interruptor que ficava atrás da porta de correr...
As coisas deram uma boa melhorada!
Ainda falta muito, a fazer, mas já fiquei bem feliz!

Chuva!


"É linda a chuva que cai
nos campos da minha Lavras
eu agradeço em palavras,
pensamento e oração
Que a chuva traga ao rincão
consolo, fé e esperança
e consuma com a tristeza
que a seca trouxe pra o chão."


Chico Lopes

6.5.25

"Amores líquidos"


O amor é mais falado do que vivido e 
por isso vivemos um tempo de secreta angústia

Por Luciana Chardelli

"O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório. Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de Facebook e Twitter não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra.

O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos."


@zmagiezi 

4.5.25

Dia de Caipira!🍋‍🟩🍋


Faço só com o suco de limão, sem amassar.
Não uso o socador, porque não gosto da acidez da casca.

2.5.25

Amor próprio

"Não sei quem precisa ouvir isso hoje mas pra mim está claro que a pessoa que se respeita não negocia o modo como deve ser tratada.
Ela conhece o próprio valor, sabe o que merece e não se alimenta de migalhas.
Para alguns, isso pode parecer arrogância ou rancor — mas, na verdade, é autoconhecimento. É amor próprio em estado bruto!
Cada um sabe o preço que paga por se calar, por aceitar menos, por ceder demais.
O que toleramos define os limites da nossa vida. E quem aprende a dizer “não” abre espaço para o que realmente merece."

 

Karina Oliani 

30.4.25

Aniversário da Aline!


Feliz aniversário, Aline!
Te desejo muita saúde, muitas felicidades, muitas alegrias, muitas conquistas!
Que a tua vida seja leve, que teus sonhos se realizem, que tu seja muito feliz, sempre!
🌷❤️🌷

Adoro nossa foto, juntas, mas está na hora de atualizar!
💓💓💓

Café


Amanheceu bem frio,
mas tinha fogo na lareira e pão novinho.
O Gaudério sabe como me tirar cedo, da cama! 😅

Related Posts with Thumbnails