10.12.15

Churrasco de domingo

                                                                                                                                           06/12/2015

 

Com Cássio, Large, Cassiana, Jacinto, Tuca, Binho, Mare, Donairão, Ricardo...
Não tirei muitas fotos, mas fica o registro:
xixo de carne de ovelha, torradinhas feitas pela Cassiana e bolinho da Large, no café da tarde!

Lavras se enfeita para o Natal



 


Iniciou dezembro

E a primeira semana de dezembro foi de dias tranquilos, ensolarados... Eu e o Ricardo pudemos ficar mais tempo no Galpão, fazer as coisas que gostamos tanto, aproveitar a companhia um do outro e eu adorei cada minuto.
A corticeira, da janela do nosso quarto está florida e isso traz intensa movimentação de beija-flores. Um espetáculo! Fico tentando fotografar, mas é difícil!
Mas continuo fotografando nossos jantares, os passarinhos, os cavalos que andam atrás do Ricardo e ficam na volta da casa e do carro, o desenho das nuvens, o sol se pondo...
Muita coisa boa por acontecer, muita gratidão, muitas preces.

1.12.15

"Constatações evolutivas"

Horácio Frazão




»» O outro não existe para te agradar.

»» Ninguém é culpado pelo que você está sentindo. É você que opta pelos sentimentos que tem neste momento.

»» A arte de viver sem expectativas e, sim, com perspectivas é a chave para não se frustrar.

»» Cure em você o vício da necessidade de aprovação do outro. Só assim, poderá desfrutar da ousadia e confiança natural ao seu espírito.

»» Você não tem controle de nada, por mais que acredite que tenha. Lembre-se, daqui a pouco a Terra irá reivindicar o seu corpo e deixarás esse planeta para ingressar numa nova fase de existência. Abra mão do controle, só assim terá domínio sobre si mesmo e sobre sua vida. Controle é um reflexo do medo, domínio é um reflexo do estado de ausência absoluta de tensão interna.

»» Não se deforme ou se descaracterize para tentar "caber" no espaço apertado do pensamento que o outro tem em relação a você. Isso não vai dar certo. Quando você se deforma para agradar alguém, sua luz se apaga e é apenas você que fica no escuro se sentindo perdido.

»» Não acredite no que os outros dizem para você, por mais romântico e poético que possa ser. O que importa são as atitudes e não as palavras.

»» Abandone o orgulho e o delírio de acreditar que tudo vai ser como você quer.

»» Tudo é passageiro. Como diria Charles Chaplin, de perto a vida é uma tragédia, de longe é uma comédia. Daqui a pouco você vai rir de todos os dramas que criou, pois tudo passa.

»» Você é responsável por tudo que está acontecendo em sua vida. Seus pensamentos e sentimentos predominantes irão formatar a sua realidade, quer você queira, quer não. Portanto, se quiser mudar a sua realidade, mude seus pensamentos e sentimentos.

»» Carência emocional não é a necessidade de receber e, sim, de se dar. Só você poderá suprir suas necessidades emocionais. Projetá-las em alguém é o mesmo que pedir para que alguém se alimente para saciar a sua fome.

»» Viva com simplicidade e com mais realidade. Só assim, quem você realmente é, vai surgir de verdade. Ria mais e não leve tudo tão a sério. Afinal de contas, a essência da vida é se descobrir e desfrutar dessa maravilhosa aventura chamada evolução. 


"Seja comum, seja simples, seja você quem for. 


Não há necessidade de ser importante, a única necessidades é de ser real. 
Ser real é existencial. 
Ser importante é viagem do ego."

Osho

Lista anti-melancolia

Ivan Martins

"Se você está triste ou solitário, se o fim de um grande ou pequeno amor o deixou prostrado, se a esperança ainda não morreu, mas agoniza, dê uma lida na lista abaixo. Ela pode ser útil. É fruto da repetida experiência, da observação direta da vida dos outros e da reflexão mais ou menos permanente sobre esse tipo de situação. A ideia por trás da lista não é saltar ou contornar a crise afetiva. É vivê-la de um jeito mais legal, transformador. Aproveitar a crise para melhorar pessoalmente e tentar mudanças que possam ser legais para o resto da vida - e para quando o novo romance começar."



1) Caminhe – O ato e o ritmo de andar fazem bem à alma. Quando a gente está mal, anima. Mas ande na rua, num parque ou numa praça. A esteira é o velório da caminhada. Ao ar livre a gente pega sol no rosto, sente o vento, se distrai com a cidade. Pode-se cumprimentar os vizinhos, dizer oi aos velhinhos e olhar – discretamente, pelo amor de deus – as mulheres que passam vestidas de verão. Como o calor anda insuportável, sugiro andar antes das 8 da manhã ou depois das 7 da noite. Sem fone de ouvido, por favor. Se o amor da sua vida vier perguntando as horas, você precisa ouvir, né?

2) Medite – Faz muito bem para o espírito. Há vários grupos nas grandes cidades que ensinam e praticam a meditação. Procure na internet e você encontrará. Além da técnica ser útil para o conjunto da vida – ajuda a relaxar, organizar as ideias e lidar com o estresse da cidade – a meditação coloca você em contato com gente legal. A cultura New Age (que abarca yoga, meditação, budismo, vegetarianismo, hinduísmo...) atrai pessoas menos preocupadas com grana e sucesso do que com sua relação consigo mesmas e com o universo. Mesmo sem ser místico ou religioso, acho esse papo ótimo.

3) Leia – Sobretudo bons livros de autoajuda. Eles são perfeitos para momentos de arrumação da vida. Meus favoritos estão na coleção The School of Life, publicados pela editora Objetiva. Há títulos como Como pensar mais sobre sexo, do Alain de Botton, e Como ficar sozinho, da Sara Maitland. São simples, inteligentes, úteis. Eu leio e recomendo. Pode-se ler bons romances, claro, mas eles nos tocam emocionalmente, e, às vezes, ainda estamos sensíveis demais para isso. Tente, porém. Para quem passou da fase aguda dos sentimentos, um grande romance é um bálsamo.

4) Arrume - A cama, pela manhã; a pia, depois do jantar; a sala, na hora de dormir. Depois dê uma olhada crítica para o guarda-roupa e a estante. Certamente eles precisam de algumas horas de atenção. Então pode chegar o dia de lidar com os documentos atrasados, com as coisas que precisamos resolver no cartório, com as chatices inevitáveis que temos estado adiando há meses ou anos. A mensagem é simples: arrumar as coisas ao nosso redor, físicas ou não, é uma maneira de cuidar de nós mesmos, e isso sempre faz um bem danado.

5) Cozinhe – Comece com uma refeição por semana, para pegar o jeito. Depois tome coragem e cozinhe para alguém. O efeito é sensacional. Alimentar a si mesmo e aos demais é uma vocação humana que provoca uma onda de bons sentimentos. Cozinhar amplia a sensação de que estamos a cuidar de nós mesmos e daqueles de quem gostamos, além de ser excelente distração.

6) Cuide – Das plantas, dos bichos, dos parentes, dos amigos. Cuidar ocupa de forma positiva.Apegar-se a coisas e pessoas ao nosso redor traz uma alegria sutil e duradoura. É também uma forma lenta e eficaz de cicatrização emocional. Também sinaliza – lá na frente - que estamos prontos novamente para cuidar de outra pessoa mais intimamente. Mas vá sem pressa. Dedicar-se as outros é uma coisa que dá prazer em si mesmo. Nem precisa de justificativa prática.

7) Saia – Como diz a Gildete, que trabalha lá em casa, quem está sozinho precisa ver e ser visto. Almoços são boas ocasiões para encontrar amigos e pretendentes. Noites de calor também são boas para circular nos bares e nas ruas. Há também exposições de arte e salas de espera dos cinemas: esses locais atraem gente interessante em proporção fora do comum. Às vezes a gente quer e precisa ficar só. Mas lembre que as chances de ser feliz e conhecer alguém bacana aumentam quando a gente sai de casa. É estatístico.

8) Mude – Quem dizia que a maior tolice do mundo é fazer tudo sempre igual e esperar por resultados diferentes? Pois é. Se está infeliz, macambúzio, triste, tente mudar. Não precisa virar monge ou fazer trabalho voluntário no norte da Síria. Altere coisas simples na sua vida. Rotinas, hábitos, comportamentos, decoração, endereço. Tente experiências novas. Elas levam a lugares e pessoas que você desconhecia. Crises sentimentais são bons momentos para rever valores e mudar aspectos da existência que nos incomodam ou atrapalham.

9) Participe – Pode ser da reunião do condomínio ou da torcida para o jogo do seu time neste domingo. Melhor ainda se for alguma causa nobre, que o leve a conhecer gente altruísta, com interesse em mudar a realidade. O Brasil é um país tão desigual e injusto que não custa colocar um pouco da nossa energia – e mesmo da nossa tristeza – na tentativa de melhorar as coisas. Participar de reuniões, ouvir ideias novas, ter contato com a indignação das pessoas e com os olhares novos e complexos que elas têm sobre o mundo costuma fazer bem. Ajuda a perceber que a nossa dor pessoal está inserida num contexto maior. Com isso, ela não deixa de ser importante, mas ganha uma dimensão mais realista e menos egocêntrica.

10) Crie - No momento sombrio da crise, faça coisas bonitas que permitam botar para fora suas ideias e energias – boas e más. Tem gente que dança, tem gente que escreve, tem gente que monta e constrói. Tudo vale. Algumas dessas atividades deixam registros físicos no tempo. Outras, marcam a nossa memória com intensidade. As duas coisas são importantes. Dentro de 10 ou 20 anos, pouco do que você vive agora terá importância por si mesmo – mas as lembranças e o legado material do passado estarão lá. Eles são essenciais para entender a nossa vida.

11) Confie – Todo mundo precisa de um cúmplice. Você, que está afetivamente à deriva, ainda mais. Pode ser amigo ou amiga. Melhor que seja alguém com quem se está ensaiando um romance. Essencial é que a pessoa esteja lá – ao vivo ou nas redes sociais – para discutir as coisas que tocam, enternecem ou afligem. Quem rompeu um relacionamento perdeu um cúmplice e uma referência. Agora está reconstruindo com outra pessoa. A relação de intimidade e confiança é tão essencial que deveria ser critério para escolher o próximo parceiro: quem estava lá na hora escura se habilita para continuar quando o sol nascer.

12) Avance – Não é fácil, mas depois de andar, ler, meditar e cozinhar, talvez seja hora de deixar para trás. Cada um de nós tem seu próprio ritmo, mas, em algum momento, os laços com o relacionamento passado têm de ser rompidos – ainda que estejamos tão visceralmente apegados a ele que um pedaço muito bonito (mas nada prático de nós) deseje continuar assim. Romper, mesmo com toda delicadeza, corresponde a uma necessidade emocional profunda. É uma passagem inevitável na evolução das coisas. Prepare-se para ela enquanto cuida das plantas e dos gatos, enquanto vai ao teatro, enquanto conhece gente que ajuda a desenhar o futuro."


Dezembro



Que seja bom, com boas notícias.
As vezes me sinto desamparada, coração na mão, mas logo volto a ter fé e acreditar!

30.11.15

Garza Marfa


Fiquei apaixonada pelas cadeiras de couro, criadas pelos designers Jamey Garza e Constance Holt - Garza Marfa. Li que são feitas com a mesma técnica das selas de montaria e parecem muito confortáveis e resistentes!


Outros produtos (têxteis e cerâmica) e informações aqui.

Para o Ricardo



Final de novembro

E nada de calor!

Último dia do mês, com muitas coisas a resolver, definir, organizar...
Querendo ficar mais tempo no Galpão, aproveitando os dias de sol com temperatura amena e chimarrão, no final da tarde, mas envolvida com coisas que me fazem ficar na cidade!
Estou bem feliz, porque achei móveis "novos/velhos" para a nossa varanda: mesa grandona, bancos, aparador, prateleiras! Minhas visitas ao bric da cidade sempre são valiosas!
Só que, mais do que nunca, tenho certeza de que, para usar melhor esse espaço, preciso achar um jeito de conter o vento e o sol da tarde. Sempre tem uma coisa ou é outra para atrapalhar! Mil ideias de cortinas, paredes... Ficaremos "emangueirados", para desgosto do Ricardo, que adora estar ao ar livre, mas não vejo saída.
Nessa época do ano o trabalho dele aumenta muito! E a minha preguiça, também!
Ele sai para o campo e eu fico pensando onde pendurar uma rede... Coisa feia! Hahaha! Preciso deixar a preguiça de lado e curtir as campereadas...

Omelete de maçãs com queijo cheddar


Omelete com queijo cheddar e maçã tomilho / Marta Greber  

Você vai precisar (para 2 pessoas):
Ovos 3
Farinha 2 colheres de sopa
Sal 1 pitada
Leite 2 colheres de sopa
Queijo cheddar 2 colheres de sopa ralado

Para fritar as maçãs:
Maçãs 2
Mel 1 colher de sopa
Azeite de oliva 1 colher de chá
1 colher de chá de tomilho

Corte as maçãs em fatias. Aqueça uma frigideira em fogo médio, acrescente o óleo, as maçãs, mel e tomilho. Frite até que as maçãs estejam macias em ambos os lados e reserve.
Em uma tigela coloque as claras e bata até que espumem. Em seguida, junte a farinha, o sal, gemas, leite e queijo cheddar.
Numa frigideira derreta a manteiga e coloque a massa, as maçãs e leve ao fogo (ou forno) até dourar.
As fotos e a receita original são daqui.

29.11.15

Êxodo urbano

"Essa vontade de recuperar raízes, correr atrás do tempo perdido, mostra que somos, acima de tudo, selvagens. Quanto mais próximos da natureza e de sua sublime simplicidade, mais próximos estamos de nós mesmos, conectados e imersos em nossos desejos, anseios, medos e prazeres. Será essa a salvação da nossa própria sobrevivência? Ainda não temos essa resposta, mas este é um grito por um pequeno sopro de vida que ecoará no horizonte da nossa existência."


"Êxodo urbano:
Impulso primitivo em busca da simplicidade."

"Estamos vivendo um período de busca por nossa essência selvagem, 
que não mora no que podemos comprar, mas sim no que podemos ser."
Belo artigo sobre o abandono das grandes cidades, 
em busca de qualidade de vida, na íntegra aqui;

Leia, também:
Alexander Van Parys conta o porquê da escolha e como fez para construir seu sítio na Serra da Mantiqueira

San Antonio de Areco

Nem sei como começou, mas, por algum motivo curti a página "San Antonio de Areco Travel", no Facebook. E fui me encantando com o lugar, os hábitos, as casas, as pousadas, o artesanato e, principalmente, a forma como cultivam as tradições, tão parecidas com as do Rio Grande do Sul.
Quero muito conhecer e, desde que cheguei a essa conclusão, comecei a prestar ainda mais atenção em tudo que se refere a esse lugar.
Como gosto de decoração de casas de campo, colecionei algumas fotos:




    
Mais informações neste link..

28.11.15

27.11.15

"Dona Morena"

by Renata La-Rocca

Desde que voltei a morar em Lavras ando pensando em falar mais sobre as coisas daqui. Opções de gastronomia, passeios, hospedagem, comércio, artes... Simplesmente porque há muita coisa bacana acontecendo e porque conheço - e quero bem as pessoas envolvidas.
Comecei com a Rosa Helena, em abril/2015, mas acabei ficando mais no Galpão de Lata e fui deixando essa ideia de lado. 
Só que hoje tornei a lembrar dessa ideia, quando vi as fotos das maravilhas que a Renata faz, na sua nova atividade, de doceira, chef, cozinheira ou nem sei como chamar, na "Dona Morena". Olhem só! Além de lindos, são deliciosos!


.
.
Na página do Facebook, a proposta da Renata:
"Dona Morena" é a forma que encontrei de adoçar a vida das pessoas com amor, colocando na panela os ensinamentos das avós, dos amigos e da vida."



Para quem não conhece, a Renata é essa linda advogada, que trocou as leis pelas panelas, para a alegria de todos nós, que adoramos as delícias que ela faz!
(Numa das fotos, ela está com seu irmão, Augusto, e suas avós e inspiradoras, Edith e Adelina.)

Maçãs


 

 

 

 


Teste de Personalidade

"Obtenha uma descrição concreta e precisa de quem você é e de como é seu jeito e porque."
É só clicar neste link!
A-do-ro! É como se fosse descobrir alguma coisa, sobre mim, que desconheço!
Meu resultado:


FELIZES SENDO QUEM SÃO

Os ISFPs vivem em um mundo colorido e sensual, inspirado pelas conexões com pessoas e ideias. As personalidades ISFPs se alegram reinterpretando essas conexões, reinventando e experimentando tanto com eles como com novas perspectivas. Nenhum outro tipo explora e experimenta como eles. Isso cria um senso de espontaneidade, fazendo com que os ISFPs parecem imprevisíveis, até mesmo para os seus amigos próximos e amados.

Apesar de tudo isso, os ISFPs são definitivamente Introvertidos (I), surpreendendo seus amigos quando saem do centro das atenções para ficarem sozinhos e recarregarem as baterias. Porém, só porque eles estão sozinhos, não significa que as pessoas com esse tipo de personalidade sentam inertes – eles usem esse tempo para a introspecção, acessando seus princípios. Ao invés de mergulhar no passado ou no futuro, os ISFPs pensam sobre quem eles são. Eles ressurgem da sua concha transformados.

Os ISFPs vivem para encontrar maneiras de impulsionar suas paixões. Comportamentos perigosos como jogos e esportes extremos são mais comuns nesse tipo de personalidade. Felizmente, seu comprometimento com o momento e com o ambiente permitem que eles se saiam bem. Os ISFPs também gostam de se conectar com os outros, e tem um certo charme irresistível.

O SIGNIFICADO É UMA EXPRESSÃO CONSTANTE DA VIDA

O maior desafio do ISFP é planejar o futuro. Encontrar ideais construtivos para basear seus objetivos e trabalhar neles para criar princípios positivos não é fácil. Ao contrário dos tipos Sentinelas, os ISFPs não planejam seu futuro em termos de bens e aposentadoria. Ao invés disso, eles planejam ações e comportamentos como contribuições para um senso de identidade, criando um portfólio de experiências.

Se esses objetivos e princípios são nobres, os ISFPs podem agir com uma caridade maravilhosa e generosidade – mas também pode acontecer que as pessoas com o tipo de personalidade ISFP estabeleçam uma identidade mais egocêntrica, agindo com egoísmo e manipulação. É importante que o ISFP lembre-se de se tornar quem ele deseja ser. Desenvolver e manter um hábito novo pode não vir naturalmente, mas usar um tempo diariamente para entender suas motivações permite que o ISFP use sua força para ir atrás do que eles amam.

26.11.15

Em Pelotas



Café da tarde, com cuca de banana.
(Já que o frio não vai embora...)



Related Posts with Thumbnails