Vou sair uns dias, viajar, ficar longe do computador...Beijinho em que passar por aqui.
Não estranhem minha ausência nos blogs que adoro visitar!
Na volta mato as saudades!

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Difícil fotografar tanta gente de uma vez só!! :)
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Ganhei o livro Poesia Reunida (L&PM) da Martha Medeiros.118
pra me conquistar
basta dizer tudo aquilo
que nunca ouvi de ninguém
vestir como homem e não como gay
me tocar sem medo, sem segredo
entrar e sair da rotina sem que eu note
me levar para lugares exóticos
e lugares comuns
saber ficar em silêncio e assim me dizer tudo
gostar de rock como eu gosto
e de coisas que eu não gosto
compreender a vida como é
e buscar o outro lado
saber a hora exata de ficar
e ir embora
mas não vá
Fotos da Igreja Matriz São José, em São José do Norte, decorada para a festa de Nossa Senhora dos Navegantes que vai acontecer no dia 02 de fevereiro.
A sua construção foi iniciada em 1840 e concluída em 1º de fevereiro de 1860.
Travessia:








Almoço:
Hummmmmmm!
Um restaurante muito simples pode servir um peixe delicioso!
E siri, camarão, bolinho... Bom demais!
Na Praia Brava, a 6km de São José do Norte, ao som da Banda Calypso!
Obrigada!!
Realmente muito lindas!
"Ah, o apego... Diz o budismo que ele é a principal causa do nosso sofrimento. E é. O apego é uma cola que nos une às situações, às coisas, às pessoas. E, quanto mais cola, mais o esparadrapo dói para sair (e por isso às vezes é melhor arrancá-lo de uma vez do que ir aos pouquinhos). Mas o outro motivo que nos faz sofrer é a aversão. Se temos o apego a alguma coisa, é porque temos aversão a outra. Não só não mudamos porque estamos “colados” a uma situação como também porque temos resistência ao que é desconhecido. Em palavras mais cruas, temos medo. Geralmente, essa ameaça signifi ca perder o controle da situação. Se eu mudar, e aí? O que pode acontecer? Pode ficar pior do que agora? E se não der para voltar atrás? Ai, que medo... Já imaginou se a gente pensasse assim ao nascer? Não nascia nunca, não há nada mais confortável e aprazível do que o útero. Mas a vida, sendo ela mesma a expressão de uma dança contínua, nos impele em direção à mudança. E, não tenha ilusões, não há escolha real: quem não muda geralmente é mudado, às vezes de uma forma muito mais dura do que uma mudança gradual, consentida e planejada. É como se a vida dissesse: sai do meu caminho que você está me atrapalhando. E ela vem que vem. Onde tem vida tem movimento. “Tudo o que está parado, estático, rígido, seco, está morto. Essas são as características básicas que assinalam a presença da morte. Às vezes vemos cidades mortas, pessoas mortas, mesmo vivas. São as que não mudam”, diz a monja budista Pema Chödron. Portanto, estar com os ouvidos afinados para as trocas de ritmo da existência é fundamental quando pensamos em mudanças."
Ela é doce, atenciosa, alto astral, bonita, generosa, charmosa, divertida, enfim, MARAVILHOSA!!
Programa de sábado: atravessar de barca a barra de Rio Grande e conhecer São José do Norte, que fica entre a Lagoa e Oceano e é considerada uma das cidades mais isoladas do RS.
A travessia dura cerca de 20 min e a paisagem é deslumbrante. Adorei o passeio mas, infelizmente, tirei poucas fotografias (esqueci de levar pilhas).
O que posso dizer é que me surpreendi com o que encontrei. São José do Norte é bem mais do que uma cidade histórica onde a principal atividade é cultivar cebolas! Há muito o que se conhecer e a sensação é de segurança e de tranquilidade. Uma típica cidadezinha gaúcha, distante de tudo mas com o privilégio de se poder escolher entre a doce calma das águas da Lagoa ou o mar. Lindas paisagens, com combinações inusitadas como o gado pastando calmamente, os eucalíptos, as dunas e o mar, lá no fundo...
Faltam cerca de 30 km para o asfalto(BR101) chegar até São José do Norte. Por enquanto a Estrada do Inferno tem dificultado o acesso e mantido este cantinho preservado e fora das rotas de turismo. Bom de conhecer antes que isso aconteça.
Mapa daqui.
Informações: São José do Norte Online
"Pelas palavras que deslizam pelos dedos e se cristalizam ao tocar da ponta. Por tudo o que pelo seu movimento é criado. Por tudo o que por eles é representado. Pela integração, pelo compromisso, pelo palavrão, pela acusação, pelo julgamento. Pela força e pela cura. Pelas garras e pela liberdade. Pela suavidade do toque, pela ternura do afago, pela transpiração quente do desejo. Pelo prazer que escorre por entre meus dedos nos seus pêlos. Pelo punho cerrado na acidez da ira e pelos dedos entrelaçados no doce da paz.