Didi, Valerinho, Pedro, Donairinho, Ricardo
e alguns amigos dos guris (que não aparecem nas fotos).
Companheiros nessa retomada de vida, aqui fora...
- Algumas das fotos são do Arthur Fernandes.
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| Foto Valério Teixeira |
Agradecimento
Queremos agradecer ao Dr. Ary Gomes, ao Dr. Paulo Zimermann Teixeira, a Fisioterapeuta Paula Mesquita, à equipe de enfermagem e a todos os funcionários do Hospital de Lavras do Sul.
Impossível nomear a todos. Impossível descrever com palavras toda a gratidão por cada cuidado, cada procedimento, cada olhar de pura humanidade e generosidade, e todo o carinho e paciência.
Agradecemos, também, aos nossos amigos, por todas as mensagens que confortaram nosso coração.
José Donairo Teixeira
"Borbulha o caldeirão do mundo. Energias exacerbadas, além da borda. O que residia no escuro ora se mostra, ainda que nunca inteiramente.
A Lua é Cheia outra vez. O astro lunar, ao transitar em Libra, se coloca em exata oposição ao Sol em Áries e ambos ativam o eixo da Força Criadora. É a Cheia da Páscoa ocidental. A intensa luz que ela reflete, ao nascer no poente, simboliza a ressurreição do filho divino após seu sacrifício e morte, em sincronicidade com a renovação da vida na mudança do Ano Solar e da estação
Através das épocas, nas diferentes civilizações, culturas e crenças, os arquétipos permanecem.
No eixo Áries-Libra, gangorra eu-outro em movimento uno, sugere pontes inter e intra mundos, diálogo que movimenta a roda da criação. Muitas e fecundas surpresas na magia de nos relacionarmos uns com os outros, forças em interação.
Com as energias de Libra aprender as linguagens do entendimento e da afinidade, combinar as cores, abrir janelas de par em par, dançar. Em tempo de transbordamentos, os pratos da Balança, repletos, buscam a justa medida e realizam seu ofício de equilibrar.
♥ Lembramos tanto do pão de casa da Vó Célia!"A comida (para o corpo e para a alma) remete às vivências de cada um, às lembranças, e leva a maioria das pessoas a pensar em suas infâncias, nas pessoas que cozinhavam para elas quando eram crianças”.
"A verdade é que nunca mais seremos os mesmos. Não seremos os mesmos de duas semanas atrás.
Nossos desejos, nossos projetos não serão realizados a curto prazo porque houve uma mudança sem nosso consentimento, sem nossa aprovação, independente de nossa vontade .
Como iremos emergir disso tudo?
Que força nos trará de volta a tranquilidade da nossa rotina?"
"E então, no mundo, houve tempo para refletir sozinho, e esperar em casa que todos chegassem para se reunirem em frente as fogueiras, mesas, cadeiras de balanço, redes, e contar histórias quase esquecidas.Voltamos a ser uma aldeia, a solidariedade se tinge de medo e, com o risco de nos perdermos isoladamente, há apenas uma alternativa: sermos melhores juntos."