Pão de queijo recheado com queijo e goiabada.
Quero!!
Quero!!
Esse é do Grão de Fé, em Pelotas.
"Não teve caminhada à beira da praia do Laranjal, chimarrão nos canteiros da Avenida Dom Joaquim e visita à feira de artesanato da Avenida Bento Gonçalves. O domingo de Dia dos Pais exibiu uma Pelotas deserta em cumprimento ao lockdown decretado pela prefeita Paula Mascarenhas. Desde as 20h de sábado (08), estava proibido até mesmo sair às ruas, a pé ou de carro, sem justificativa.O lockdown termina ao meio-dia de terça-feira (11) e tem o objetivo de reduzir a pressão sobre o sistema local de saúde. Com 306 mil habitantes, Pelotas convive com uma ocupação das UTIs beirando os 90% e já registrou 34 mortes por covid-19.O resultado foi um cenário de cidade fantasma. Dos bairros da periferia às largas avenidas do Centro, toda paisagem era desabitada. Nas praças, sumiram os moradores de rua e ambulantes."
"Essa moça é graciosa, é dessas que carrega um charme particular que sempre é aplaudida por onde passa. Ela é uma música do João Bosco, ela é seda, cor de batom, arco íris, crepom, nada vai desbotar, é ela! Porque ela é a reunião de todas as cores, é apaixonante em sua essência, ela tem uma magia na sua forma de ser que é inevitável não querer bem. Diante de tantos desafios da vida, ela consegue ter uma forma tão incrível de superar que essa moça faria um favor para o mundo se compartilhasse o seu manual de instrução. Ela tem uma positividade que emana pro Universo tanta coisa boa, que o universo retribui sempre em tempo record. O nome dela é tão curtinho que os apelidos sempre se alastram pro diminutivo, mas eu até entendo, é porque essa moça é ninho, é passarinho, é abraço profundo e liberdade que voa. Jamais tente prender essa moça, ela só é feliz viajando por todos os cantos. Se você tem essa menina na sua vida, você é privilegiado, agradeça! Você tem um amuleto da sorte contigo, cuide. Essa moça é gratidão, é canção que nunca acaba, é cheiro de café prontinho na casa dos avós. Por isso, Ana-se/Ane-se/Any-se! Independente da forma escrita, e descubra que é muito bom ser generosa nesse mundo."
"Desfazer a casa dos seus pais, depois que eles se foram, é um "duro trago" que se faz com um misto de ternura, emoção e tristeza infinita.É resgatar memórias, encontrar pequenos tesouros que você não lembrava ou que nem sabia que existiam.Você se sente como um ladrão abrindo gavetas trancadas, como um intruso bisbilhotando a intimidade dos outros.Você encontra seu próprio passado, memórias de infância, suas, de seus pais, até de seus avós, misturadas a vestígios de seus próprios filhos, fotos, desenhos “para a melhor avó”, cartões… Você pode passar dias, semanas, quer terminar de organizar, mas também quer que nunca acabe, para continuar como metáfora daquele primeiro cordão umbilical, como aquela última oportunidade de cheirar seu cheiro, ainda nos armários cheios de suas roupas."

